tacet

silenciós

12.9.26

Le locataire • O Inquilino • Roman Polanski • Cinemateca Brasileira

Ao se mudar para um apartamento em Paris, um homem quieto e reservado passa a acreditar que os vizinhos conspiram contra ele.

 

Direção
Roman Polanski
Roteiro 
Roman Polanski, Gérard Brach 
Duração
126 min
Elenco
Roman Polanski, Isabelle Adjani, Melvyn Douglas, Jo Van Fleet
Música
Philippe Sarde

1976 — 50 anos depois

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

11/09/26

20h30
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continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
FARRERA
Sant Roc de Farrera
(abans Santa Eulália)
Santa Maria de la Serra
Santa Maria de la Serra i Santa Eulàlia d’Alendo
Santa Eulàlia d’Alendo
Castell de Burg i Sant Esteve de Montesclado
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de l’obra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.
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11.9.26

The Shootist • O Último Pistoleiro • John Wayne • Cinemateca Brasileira

Um lendário pistoleiro descobre que está com uma doença terminal e decide enfrentar seus últimos dias com dignidade. Enquanto tenta encontrar paz, sua fama atrai antigos inimigos em busca de um último confronto.

Como alguns gêneros determinado, o western usa um forma preestabelecida, mas tenta passar novas informações (e pode chegar até em outros gêneros).

Direção
Don Siegel
Duração
100 min
Elenco
John Wayne, Lauren Bacall, Ron Howard, James Stewart, Richard Boone
Música
Elmer Bernstein

1976 — 50 anos depois

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

10/09/26

18h00
catálogo impresso e encadernado contra a fibra do papel.
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continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

 
[posfácio] Willi Bolle

[...]

II. O Método Historiográfico:

a Terminologia de Benjamin e a dos Historiadores

 [...]

[...]  “A chance [do fascismo]”, escreve Benjamin, “consiste, não por último, em que seus adversários o afrontem em nome do progresso, como se este fosse uma norma histórica. — O espanto em constatar que os acontecimentos que vivemos sejam ‘ainda’ possíveis no século XX, não é nenhum espanto filosófico” (GS I, 697; Teses, p. 83, trad. modificada).

[...]

A “planta primeva” é para Goethe, por um lado, uma “imagem primeva” (Urbild) ideal de todas as plantas, portanto a-histórica, por outro, “a idéia da planta primeva corresponde à folha e a idéia transformada em movimento é a metamorfose das plantas”.16 E essa idéia de metamorfose e “passagem” que é adotada por Benjamin. No Urphãnomen goetheano, ele enxerta o seu conceito de Ursprung, carregado com o elemento de “extinção”, ou seja, com a marca da mortalidade, própria do ser histórico.17 

16 Jost Schieren, Anschauende Urteilskraft: Methodische und philosophische Grundlagen von Goethes naturwissenschaftlichem Erkennen, Düsseldorf-Bonn, Parerga, 1998, p. 187 apud Magali dos Santos Moura, “A Poiesis Orgânica de Goethe”, tese de doutorado, FFLCH-ÜSP, 2006, p. 163.

17 Ursprung, Urphänomen, Urpflanze, Urbild, Urgeschichte — em sua obra sobre a Grande Cidade contemporânea, Benjamin reúne uma sugestiva constelação de termos com a partícula silábica “ur”. Muito a propósito vem o artigo de Guilherme Wisnik “Ur, de Urbano” (Folha de S.Paulo, 1 maio 2006, p. E 2) que chama a atenção para a “associação do ‘ur’ germânico ao ‘Ur’ mesopotâmico” e focaliza “a semelhança dos nomes Ur e Uruk, que designam as primeiras cidades de que se tem notícia, construídas na Mesopotâmia por volta de 3.200 a.C., com o radical da nossa palavra ‘urbano’, do latim ‘urbe’”.

[...]

O despertar, como “síntese da tese da consciência onírica e da antítese da consciência de vigília” [N 3a, 3], ou como “o agora da cognoscibilidade” [N 18, 4], é um atributo daquilo que constitui o termo mais original da historiografia benjaminiana: a “imagem dialética”, “É uma imagem que lampeja. É assim, como uma imagem que lampeja no agora da cognoscibilidade, que deve ser captado o ocorrido. A salvação que se realiza deste modo [...] não pode se realizar senão naquilo que estará irremediavelmente perdido no instante seguinte.” [N 9,7] O que Benjamin chama de “dialética na imobilidade” [N 3, 1] é a fixação vertical, momentânea e fugaz da superposição entre o agora e o ocorrido. Esse conhecimento em forma de lampejo é o exato oposto do historicismo que se acomoda no postulado de que “A verdade não nos escapará” (GS I, 695; Teses, p. 62).
Do alto grau de exigência e da dificuldade de escrever a história por meio de 
“imagens históricas autênticas”, nos dá uma idéia este testemunho de Benjamin numa carta (de 9/10/1935) a Gretei Adorno. Referindo-se ao ensaio “A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica”, que acabou de concluir, ele escreve: “Com isso, realizei em um exemplo decisivo a minha teoria do conhecimento, que se cristaliza em torno do conceito [...] do ‘agora da cognoscibilidade’. Encontrei aquele aspecto da arte do século XIX que é cognoscível só ‘agora’, que não o foi nunca antes e nunca o será depois. (GS V, 1 148) — Esse desafio se coloca também para as nossas leituras dos textos de Benjamin.

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.     

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candidato a presidente (e, também, candidato a reeleição a governador, mas o primeiro em destaque) respondem às suas acusações apontando um dedo (enquanto muito mais do que os outros três estão voltados em retorno)

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10.9.26

Brian De Palma • Carrie, a estranha • Cinemateca Brasileira

Brian de Palma é um dos meus preferidos da sua geração hollywoodiana (a última boa). Filmes sempre recheados de citações, especialmente de Hitchcock. (no Dressed to Kill, ele passa tanto desse limite de usar apenas citações, dando volta de 360°, até ficar perfeito, fora a trilha de Pino Donaggio, tão longe da estrutura de Bernard Herrmann, onde ocorre o mesmo. Mas saindo do meu filme preferido dele, vamos para o: Carrie [que tem também a Nancy Allen e Donaggio]). 

Carrie White, uma adolescente retraída e sensível, sofre bullying dos colegas e abusos da mãe, uma fanática religiosa. Quando começa a suspeitar que possui poderes sobrenaturais, a situação toma um rumo sombrio e violento.

John Travolta todo jovial. Só não está dançando (Embalos) ou operando som para o próprio De Palma.

Direção
Brian De Palma
Duração
98 min
Elenco
Sissy Spacek, Piper Laurie, Amy Irving, William Katt, Nancy Allen, John Travolta
Música
Pino Donaggio 
 

1976 — 50 anos depois

 

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

09/09/26

20h30
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9.9.26

mendonça afasta diretor da pf e cruza as linhas do judiciário – ICL

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Contraponto: Os Filhos dos Outros • Teresa Valero

Madri, 1956. Léon Lenoir, filho de um comunista morto durante a Guerra Civil Espanhola, e Emilio Sanz, militante falangista, trabalham na editoria policial do jornal La Capital. Juntos, eles investigam crimes que entram em choque com a imagem idílica que o ditador tenta projetar do país. A busca incansável pela verdade por trás de um suposto suicídio os levará a confrontar a repressão da ditadura e a revelar uma trama sombria envolvendo alguns dos médicos mais prestigiados do regime.

Em Contraponto, Teresa Valero entrega um magistral thriller social que escancara as mentiras de um franquismo capaz de sufocar, com seus tentáculos, qualquer forma de dissidência.

Contraponto consolidou Teresa Valero como uma das grandes vozes dos quadrinhos espanhóis contemporâneos, conquistando em 2026 o prêmio de Melhor Obra Espanhola na Comic Barcelona, a mais importante premiação de quadrinhos da Espanha.

A edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura, 152 páginas em cores, impressas em papel couchê de alta gramatura.

Teresa Valero nasceu em Madri, Espanha, em 1969. Iniciou sua carreira na animação, atuando na produção de séries como As Aventuras de Tintim, Babar e A Pantera Cor-de-Rosa, além de longas-metragens como Asterix na América. Em 1996, cofundou o estúdio Tridente Animación ao lado de artistas como Juan Díaz Canales, participando da produção de obras como a adaptação de Corto Maltese e o filme Asterix e os Vikings. Estreou nos quadrinhos em 2008 como roteirista da série Sorcelleries, ilustrada por Juanjo Guarnido, cocriador de Blacksad. Em seguida, escreveu Curiosity Shop (2011) e Gentlemind (2020). Em 2021, lançou Contraponto: Os Filhos dos Outros, seu primeiro trabalho como autora completa e uma das HQs espanholas mais elogiadas dos últimos anos. Paralelamente à carreira nos quadrinhos, Valero leciona storyboard em universidades e escolas de arte de Madri. 

Capa dura
Formato 21 x 27,5 cm
152 páginas
ISBN 9786584191082
edição: Ferréz e Thiago Ferreira
Postado por Vitruvius Pollio às 12:23 AM Nenhum comentário:
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7.9.26

continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
ESTERRI DE
CARDÓS 
 
Sant Pau i Sant Pere d’Esterri
de Cardós
Santa Maria de Ginastarre
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de l’obra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.  
Postado por Vitruvius Pollio às 2:53 AM Nenhum comentário:
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6.9.26

Boucq/Boca do diabo/Bouche du Diable/entra

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Boca do diabo / Bouche du Diable / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Thiago Ferreira; revisão Alexandre Barbosa de Souza; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2020. 

Postado por Vitruvius Pollio às 11:55 PM Nenhum comentário:
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Boucq/A Mulher do Mágico/La Femme du Magicien/sai

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). A mulher do mágico / La Femme du Magicien / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Flávia Yacubian; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2024.
Postado por Vitruvius Pollio às 11:54 PM Nenhum comentário:
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4.9.26

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

“UM PAINEL COM MILHARES DE LÂMPADAS ”

METRÓPOLE & MEGACIDADE

Willi Bolle

[...]

I. A Forma de Apresentação: Livro ou Arquivo? 

[...]

 

[...]  

[...] E um “hipertexto”, no sentido da definição já clássica proposta pelo designer e programador Theodor Nelson em 1965.

Para dizê-lo de maneira categórica: essa organização do saber histórico em forma de uma rede de categorias e fragmentos, elaborada por Benjamin, pode ser visualizada, mas não pode ser narrada. Estamos diante de uma escrita visual-espacial, baseada na tradição dos grafismos e diagramas, pictogramas e hieróglifos, ou seja, na tradição da semelhança do escrito com o representado;5 esta forma de escrita opõe-se a uma outra, narrativa-seqüencial, dentro da tradição de representar a realidade por meio de sons, uma escrita alfabética, regida pela arbitrariedade do signo. Existe, contudo, a possibilidade de traduzir o dispositivo historiográfico espacial para um discurso temporal. Para isso, é necessário escolher uma perspectiva, montar uma grade de categorias e elementos, e definir uma seqüência. Foi o que Benjamin fez, ao passar do grande arquivo de “Notas e Materiais” para a planta de construção do livro-modelo, cujas 30 categorias construtivas estão aqui reunidas:

A comparação entre o dispositivo anterior de uma historiografia polifônicaespacial e este esquema da planta do livro-modelo dá uma idéia da interação entre as duas modalidades de escrita da história, em forma de rede e numa ordem temporal.6

 5 Cf. W. Bolle, “As siglas em cores no Trabalho das Passagens, de W. Benjamin”, Estudos Avançados, 10 (1996), n° 27, pp. 41-77.

6 A sequência exata das categorias no livro-modelo só se deixa verificar na parte do meio, cuja redação foi concluída; nas outras duas partes, pode ser apenas conjectural. De qualquer modo, aqui isso é secundário, uma vez que não intentamos reconstruir o que Benjamin “provavelmente poderia ter escrito”, mas discutir as potencialidades de sua escrita da história.

[...]

[...] Mas talvez ele vislumbrasse uma saída daqueles impasses no sentido de deixar — como alternativa à obra condenada a permanecer fragmentária por força das contingências — uma obra constitutivamente fragmentária, onde sua proposta de escrever a história seria continuada pelos leitores. Em outras palavras: em vez de lamentar o caráter inacabado do livro das Passagens, deveríamos valorizar o projeto de Benjamin como arquivo, dispositivo aberto para novas pesquisas.

Esta tese encontra um forte respaldo cm reflexões do próprio Benjamin. Na imagem de pensamento “Guarda-livros Juramentado”, de Rua de mão única (1928), onde procura avaliar o lugar do livro na história da mídia e cogita sobre os rumos futuros da escrita (e por extensão, da escrita da história), ele observa:

Hoje já é o livro, como ensina o atual modo de produção científico, uma antiquada mediação entre dois sistemas de cartoteca. Pois tudo o que é essencial encontra-se no fichário do pesquisador, que o escreveu, e o cientista que nele estuda assimila-o à sua própria cartoteca. (GS IV, 103; OE II, 28)

Esta descrição lê-se como uma antecipação visionária do que iria acontecer no estágio final e postumamente com o trabalho das Passagens: o formato do livro seria substituído por um sistema mais avançado de escrita, a saber, o fichário (Zettelkasten) ou sistema de cartoteca (Kartothekssystern).  

[...]

Na medida em que atribuímos às Passagens, em termos de gênero e estatuto de texto, as características de um grande arquivo ou banco de dados, nós o valorizamos como um dispositivo essencialmente móvel e dinâmico, voltado para um trabalho produtivo de construção, desconstrução e nova construção, envolvendo a participação ativa dos leitores.

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.  

Postado por Vitruvius Pollio às 11:43 PM Nenhum comentário:
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Caixa de Pandora onde pode voar 3e7d@ para todo lado (ou: tentar colocar muita coisa atrás do armário — o que costuma ser a regra —, e jogando apenas para os inevitáveis [ou usando regras mais bozonazistas])

 o melhor é o de fora dos parênteses

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3.9.26

dia é marcado por revelaçao de favores e propinas de Vorcaro a Bolsonaristas – ICL

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2.9.26

Bach/O Cravo bem temperado I/Das wohltemperierte Klavier I/Barenboim/entra

BACH, Johann Sebastian (1685-1750). O cravo bem temperado / para piano / 1a parte /Johann Sebastian Bach; revisão Bruno Mugellini; com textos em Portugues e Italiano; 284-M. São Paulo, Rio de Janeiro: Irmãos Vitale Editores Brasil, s/d.
BARENBOIM, Daniel (1942- ). Johann Sebastian Bach (1685-1750) The Well-Tempered Clavier, Book I • Das wohltemperierte Klavier I • El clave bien temperado I / Daniel Barenboim piano. Argentina: Warner Classics; Warner Music Argentina, 2004.

Postado por Vitruvius Pollio às 11:36 PM Nenhum comentário:
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Boucq/A Mulher do Mágico/entra

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). A mulher do mágico / La Femme du Magicien / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Flávia Yacubian; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2024.

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Bertolt Brecht/Conversas de refugiados/Flüchtlingsgespräche/continua/sai

15
O pensamento como prazer/
Sobre os prazeres/ Crítica verbal/
A burguesia é destituída de senso histórico

[...]
KALLE
Esse é o desenvolvimento moderno. Surgiu uma casta inteira, a dos intelectuais, que deve se ocupar do pensamento e que é treinada exclusivamente para isso. Eles têm de alienar suas cabeças aos empresários, como nós o fazemos com nossas mãos. Naturalmente, têm a impressão de que pensam para a coletividade. É como se disséssemos que fabricamos automóveis para o bem da coletividade, algo que não pensamos, pois sabemos que os fabricamos no interesse dos empresários, e aos diabos com a coletividade!
 
ZIFFEL
Você quer dizer que penso apenas em mim mesmo, na medida em que penso na maneira de vender aquilo que penso, e que aquilo que penso não atende aos meus interesses, ou seja, não atende aos interesses da coletividade?
 
KALLE
Exatamente.

ZIFFEL
Li em algum lugar que, nos Estados Unidos, onde o desenvolvimento está em estágio mais avançado, os pensamentos em geral são considerados uma mercadoria. Li num destacado jornal: “A principal missão do presidente é vender a Congresso e ao país”. A ideia implícita era a de o país entrar na guerra. Nas discussões sobre questões científicas ou artísticas, quando alguém concorda com um ponto de vista, diz: “compro sua ideia”. O verbo "convencer” é substituído simplesmente pelo verbo “vender”.

KALLE
Nessas circunstâncias, essas pessoas se tornam facilmente avessas ao pensamento. O pensamento deixa de ser um prazer.

ZIFFEL
Seja como for, ambos acreditamos que a ânsia pelo prazer seja uma das maiores virtudes. Há algo de podre num lugar onde ela enfrenta obstáculos ou é difamada.

[...]
 
KALLE 
[...] Decisivo é o seguinte: a vida dos prazeres está completamente apartada do restante da vida. Ela é apenas a pausa necessária para você, em seguida, retornar às suas atividades, que não lhe dão nenhum prazer.

[...]
 
ZIFFEL 
[...] Hitler pelo menos sabe que não pode haver capitalismo sem guerra, algo que os liberais não sabem.
[...]
 
16
Sobre as raças superiores/
Sobre a dominação do mundo82
82 De acordo com o editor alemão, o trecho que segue, sem numeração no original, integra a fase inicial (finlandesa) de preparação de texto, estando originalmente vinculado ao diálogo 12 (aqui 14). 
[...]
 
ZIFFEL 
[...] A propaganda, as ameaças e o exemplo fazem de cada um, quase sem exceção, um herói, despojando-o da própria vontade. Certa vez, bem no início da grande época,84 vi o zelador de meu prédio comportar-se como o governador-geral que administra um país inimigo. Vi o repórter esportivo de um jornal obscuro agir como um grande depositário da cultura, e um vendedor de charutos, como um capitão de indústria. Alguns criminosos, que até então haviam agido de modo muito tímido e evitavam fazer alarde, que assaltavam residências, de preferência sob o manto da noite, agora praticam suas ações abertamente, à luz do dia, e tratam de garantir que seus feitos sejam reportados nos jornais. Com uma pitada de especiarias, são capazes de adulterar a massa, modificando-lhe completamente o sabor. Assim, tudo o que havíamos visto assumiu um novo caráter, de feições ameaçadoras. De início apenas alguns ameaçavam uns poucos, mas então alguns passaram a ameaçar todos os demais e, por fim, todos se ameaçavam mutuamente. As pessoas dormiam à noite com o pensamento posto nas ameaças a que haviam sido submetidas durante o dia e também nas ameaças que poderiam elas mesmas fazer no dia seguinte.
84 Referência irônica ao nazismo.
 
BRECHT, Bertolt. (1898-1956). Conversas de refugiados / Flüchtlingsgespräche / Bertolt Brecht (Eugen Bertholt Friedrich Brecht); tradução, posfácio e notas de Tercio Redondo;]. –1a ed– São Paulo: Editora 34, 2017.
Postado por Vitruvius Pollio às 11:28 PM Nenhum comentário:
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continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
ESTERRI
D’ÀNEU  
Sant Pere Vell
(o De Can Carrera) 
Pont D’Esterri
 
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de l’obra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.  
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Caso Master afunda STF na sua maior crise | OS ALTMANS

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Abel Carlevaro – 20 Microestudios/entra/sai

20 Microestudios  

Volumen 1 

Volumen 2 

Volumen 3 

Volumen 4 

Aires De Vidalita (sobre un tema de E.Cotelo)

Milonga Oriental 

Introduccion Y Capricho

El Poncho   (Eduardo Fabini / transcriptíon Atilio Rapat)

Tres Cadencias

Cadencia 1

Cadencia 2

Cadencia 3

 

Abel Carlevaro (1916-2001)

 

Tacuabé – T/E CD

Serie De Los Recitales

Formato:   CD

Uruguay

1998

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tentáculos

Tentáculos

  • Todo Nazareth – Obras Competas – ÁguaForte
  • Cinco advertências sobre a Voragem, de Willy Corrêa de Oliveira – Luzes no Asfalto
  • Com Villa-Lobos, de Willy Corrêa de Oliveira – Edusp
  • Passagens, de Willy Corrêa de Oliveira – Luzes no Asfalto
  • Educar: para qual sociedade?, de Giulio Girardi – Luzes no Asfalto
  • Ulysses • James Joyce • Sirens/Sereias • xi • Alexandre Barbosa de Souza & Willy Corrêa de Oliveira – Costura Japonesa (麻の葉杜氏; asanoha toji)
  • The Fall of the House of Usher • A Queda do Solar de Usher • Edgar Allan Poe • Paulo Vidal de Castro – pessoal – capa dura com tecido • 2025
  • Rilke: Poemas – Luzes no Asfalto
  • Na Prisão, de Egon Schiele – Luzes no Asfalto
  • O Despertar da Primavera & Mine-Haha, de Frank Wedekind – Luzes no Asfalto
  • Frank Wedekind em memória Marcelo Martorelli Vessoni • Lulu • O espírito da terra • A caixa de Pandora • Morte e diabo / e texto de Karl Kraus – pessoal – capa dura com tecido
  • Simona Cavuoto, O violino na metrópole – ÁguaForte
  • Santoro Inédito – ÁguaForte
  • Contraluz, de Marcus Siqueira – Selo Sesc
  • O diabo na mesa dos fundos, de Wesley Barbosa – Selo Povo
  • A Revolução dos Feios, de Ni Brisant – Selo Povo
  • Amanhecer Esmeralda • Ferréz • Claudio Furton – Selo Povo
  • O Datilógrafo do Gueto, de Ferréz – Selo Povo
  • Ningém é inocente em São Paulo, de Ferréz – Selo Povo
  • Cronista de um Tempo Ruim, de Ferréz – Selo Povo
  • Cronista de um Tempo Ruim, de Ferréz – Selo Povo
  • My Way – a periferia de moicano, de Valo Velho – Selo Povo
  • Faquir, de Paulo Vidal & Otacílio Lopes
  • DVD – City One Minutes - São Paulo / theoneminutesfoundation; F BKVB; 1 minuto; Masp; Galeria Olido; Galeria Cantral
  • Luzes no Asfalto (logo)
  • Anoitecer, de Paulo Vidal de Castro – Cinema Olido; Veneza; Holanda; DVD
  • Praça da Sé, de Paulo Vidal de Castro – Cinema Olido; Veneza; Holanda; DVD
  • tmese, de Paulo Vidal de Castro – Masp
  • Jaguadarte, de Paulo Vidal de Castro – Bloomsday
  • ♩≠, de Paulo Vidal de Castro – CCBB; CineSesc; Masp; MIS; DVD
  • Terraço Paulista (logo) – restaurante na R.São Carlos do Pinhal
  • Ferréz (logo)
  • Ferréz (logo)
  • Instituto 1Dasul (logo)
  • Literatura Marginal (diagramação de coleção)
  • *Luzes no Asfalto* (logo)
  • editora *Luzes no Asfalto*
  • Literatura Marginal (logo)
  • Limpa Brasil (revisão do logo)
  • Planer Astrológioco Titi Vidal a partir de 2020 • Capa e projeto gráfico: Thais Vilanova • Diagramação: Paulo Vidal de Castro
  • Fragmentos do livro-objeto "Alice Através do Espelho"
  • Palestra sobre Edgar Poe na Casa das Rosas
  • Palestra sobre Poe, de Paulo Vidal de Castro
  • Αθήνα Ελλάδα • Atenas, Grécia
  • Fernando Sor (1778-1839) Op6, No8 em Dó maior • Paulo Vidal de Castro
  • Johann Sebastian Bach (1685-1750) / Sarabande / Suite III BWV995 • Paulo Vidal de Castro
  • Willy Corrêa de Oliveira (1938- ): Gravura nº1 / Haikai [El testament d’Amèlia] • Paulo Vidal de Castro
  • Kenneth Anger (Kenneth Wilbur Anglemeyer, 3/2/1927 – Yucca Valley, 11/5/2023)
  • Peter Kubelka
  • Entrevista do Gilberto Mendes, de Paulo Vidal de Castro
  • Arditti Quartet • Festival Música Nova • Sesc Vila Mariana • 2007
  • Kazuhito Yamashita 山下和仁 [ギター] • 1961—2026
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