21.8.26

continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
.
Sant Just I Sant Pastor de Son

 
(e Torre de Son
.
Sant Pere de Son, Mare de Déu de Bellero & Sant Pere de Sorpe
Sant Pere de Sorpe
Sant Pere de Sorpe, Sant Martí de Borén & Sant Llorenç DIsavarre
Sant Llorenç DIsavarre
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de lobra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.

20.8.26

Antonio Peticov • Centro Cultural São Paulo

A evolução da natureza

e

a evolução do pensamento

espiral de Fibonacci 

Peticov pintando

Capa do melhor disco da banda O Terço

Tarô Peticov-Putz com pinturas de Peticov


 obra de juventude — formas e sobreposições de cores
.

Obras com técnicas diferentes:

.

19.8.26

Quero Ser Morto por uma Colegial • Usamaru Furuya


Haruto Higashiyama tem uma única fantasia: ser morto por uma estudante do ensino médio. Foi com esse propósito que ele se tornou professor, alimentando a esperança de um dia ser assassinado por uma de suas alunas. Seu alvo é Maho Sasaki, e ele sonha em ser estrangulado por suas mãos delicadas. Ele então prepara seu plano minuciosamente, revelando aos poucos uma personalidade, no mínimo, perturbadora.

Maho, por sua vez, é atormentada por sentimentos contraditórios, um passado traumático e múltiplas personalidades. Enquanto ela luta contra os próprios demônios, o plano perfeito de Haruto é ameaçado pela interferência de um elemento totalmente inesperado, uma reviravolta que trará à tona segredos ocultos de ambos os lados.

A edição apresenta 480 páginas em altíssimo padrão de qualidade para colecionadores, com capa cartão, sobrecapa, papel pólen bold de alta gramatura e miolo com acabamento colado e costurado, garantindo o melhor manuseio das páginas. Além disso, inclui um marcador de página exclusivo. Indicado para maiores de 18 anos.

Usamaru Furuya nasceu em Tóquio, Japão. Formou-se em pintura a óleo na Tama Art University e, embora inicialmente planejasse seguir carreira nas artes plásticas, o sucesso com os quadrinhos mudou seu foco profissional. Sua estreia como mangaká ocorreu em 1994, com a serialização de Palepoli na lendária revista Garo. Reconhecido por seu estilo vanguardista e visualmente sofisticado, Furuya explora temas complexos e frequentemente sombrios, transitando entre o drama psicológico, o horror e a crítica social. Seu mangá Quero ser morto por uma colegial foi incluído entre as Obras Recomendadas pelo júri do Japan Media Arts Festival em 2015 e ganhou uma adaptação cinematográfica em 2022, dirigida por Hideo Jojo. Entre seus trabalhos de maior destaque estão Suicide Club (2002; publicado no Brasil pela NewPop em 2017), A Música de Marie (2001; publicada pela NewPop em 2022) e Litchi Hikari Club (2005).
 


Brochura
Formato 15,5 x 22 cm
480 páginas
ISBN 9786598916916
edição: Ferréz e Thiago Ferreira

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

N°6 Esquemas provisórios

Práxis revolucionária
Técnica dos combates de rua e da construção de barricadas
Mise-en-scène” revolucionária
Conspiradores profissionais e proletários
A moda
contemporânea de todo mundo
Tentativa de atrair o sexo ao mundo da matéria
[Manuscrito 1138V]
[...] 
N° 8 
[...]
Saber ainda não consciente do ocorrido. Estrutura do ocorrido neste estágio. Saber do ocorrido como uma tomada de consciência que possui a estrutura do despertar.
Saber ainda não consciente dos coletivos 
[...]
Nós construímos o despertar teoricamente, isto é, reproduzimos no domínio da linguagem o estratagema que é, fisiologicamente, o elemento decisivo no despertar. O despertar opera com a astúcia. Com astúcia, e não sem ela, libertamo-nos do domínio do sonho.
O despertar é a forma exemplar da recordação: a forma enorme e importante que nos permite recordar o que é mais recente (o mais próximo). O que Proust tem em mente quando fala da mudança experimental do lugar dos móveis nada mais é do que aquilo que Bloch procura captar como obscuridade do instante vivido.
Coloca-se aqui a questão sobre quais são os diferentes comportamentos paradigmáticos que o homem (o indivíduo, mas também o coletivo) pode adotar diante dos sonhos? E, no fundo, que forma de vigília verdadeira é adequada?
Consideramos o sonho: 1) como fenômeno histórico, 2) como fenômeno coletivo. Tentativas [?] de introduzir um pouco de luz nos sonhos do indivíduo através da teoria dos sonhos históricos do coletivo. 
{Conforme nossa teoria, nas camadas oníricas a realidade não é, mas ocorre ao sonhador. E trato as passagens exatamente como se elas, no fundo, tivessem ocorrido a mim} 
[...]
[Manuscriro 1126r
[...]
 N°9
 
 
[...
N°14 Questões fundamentais   
 [...]
A dialética produz uma imagem na imobilidade. A aparência é essencial a esta última
O agora da cognoscibilidade é o instante do despertar
No despertar, o sonho se imobiliza. 
O movimento histórico é um movimento dialético. Mas o movimento da falsa consciência não o é. Esta se toma dialética também no despertar. 
[Manuscrito 1131]
N° 15 Reflexões metodológicas
[...]
Reler Hegel a respeito da dialética na imobilidade
A experiencia de nossa geração: a de que o capitalismo não morrerá de morte natural.
Pela primeira vez o passado mais recente toma-se aqui um passado d i s t a n t e. A história primeva se insere no passado mais recente como à longa distância as montanhas parecem imerir-se na paisagem diante delas. 
[Manuscrito 1130r]
 
N°16 Wiesengrund

Imagem dialética e dialética na imobilidade em Hegel
[Manuscrito 1130V]
 
N° 17

A utopia de Fourier anuncia uma transformação das funções da poesia
[Manuscrito 1132V]

N° 18 
[...]
Assim como o homem forma o centro do horizonte que se estende ao seu redor diante de seu olhar; assim também sua existência forma para ele o centro da história. Enxergando-se no ponto em que o sol está a pino, ele convida os espíritos descamados do passado a sentar-se à sua mesa. {O historiador preside} um banquete de espíritos. O historiador é o arauto que convida os defuntos para este banquete de espíritos {para a mesa}.
[...]
[Manuscrito 1128]
 
N° 199 
9 Plano de um ensaio em francês sobre Haussmann (início de 1934), para o qual Benjamin recebeu o convite da revista Le Monde, dirigida então por Alfred Kurella. 0 ensaio propriamente dito não foi escrito (cf. GS V, 1096), mas Benjamin iniciou a partir daí os trabalhos da segunda etapa do projeto das Passagens. (R.T.) 
[...]
A obra de arte total constitui uma tentativa de impor à sociedade o mito (sobre o qual Rafael diz com razão <em Proudhon, Marx, Picasso, Paris, 1933>, p. 171, ser a condição dasobras de arte integrais”)
[Manuscrito 1129]

N° 23
11
11 As anotações assinaladas com os números 23 e 24 foram provavelmente escritas depois da conclusão do exposé de 1935; as de número 25 são posteriores a 22/12/1938, pois encontram-se no verso de uma carta desta data, dirigida a Benjamin. Este último texto apresenta afinidades com as teses Sobre o Conceito de História. (R.T.)
 
[O eterno retomo como pesadelo da consciência histórica
{Jung quer manter o despertar distante do sonho}
{Três aspectos do flanar: Balzac, Poe, Engels; os aspectos ilusionista, psicológico, econômico}
[...]
[Manuscrito 478] 
 N° 24
[...]
[Hegel sobre a dialética na imobilidade]
{A experiência de nossa geração: o capitalismo não morrerá de morte natural}Pela primeira vez, o passado mais recente torna-se aqui passado d i s t a n t e
A obra de arte total representa uma tentativa de impor à sociedade o mito (que, conforme Raphael p. 171 diz com razão, é a condição da obra de arte integral).
Contemporânea de todo mundoe eterno retomo
[Manuscrito 479]

N° 25

A questão formulada em I: o que é o objeto histórico?
A resposta de III: a imagem dialética 
A extraordinária fugacidade do autêntico objeto histórico (chama) confrontada com a fixidez do objeto filosófico. Onde o próprio texto é o objeto histórico absolutocomo na teologiaele fixa o momento da máxima fugacidade no caráter darevelação”.
A idéia de uma história da humanidade como idéia do texto sagrado. De fato, desde sempre interpretou-se a história da humanidadecomo profecia  a partir do texto sagrado.
O novo e o sempre-igual como as categorias da aparência histórica Como fica a eternidade?
A dissolução da aparência histórica deve ocorrer no mesmo processo que a construção da imagem dialética 
Figuras da aparência histórica
I.
II. Fantasmagoria
III. Progesso
[Manuscrito 487]
 
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.   

17.8.26

F.W.Murnau/Fausto — Faust: Eine deutsche Volkssage/entra/sai

Curioso reassistir agora. Faz um tempo que estou relendo todo Walter Benjamin, e agora estou terminando Passagens. Aqui ele compara o livro e o filme. A Thais acabou de ler, e comentar bastante, do livro Resposta a Jó (Antwort Hiob), do Jung, e de cara já comecei a ver várias relações entre o livro de Jung (que passa nas passagens) e o filme. Quando comentei, ela falou que Jung adorava Goethe.

Faz um tempo que li Fausto, numa tradução não muito boa, de António Feliciano de Castilho, além dos textos sobe as traduções no Deus e o Diabo no Fausto de Goethe, do Haroldo de Campos (que também comenta sobre este filme). Mas nunca li o da Jenny Klabin Segall. Recentemente (2024) comprei a tradução do João Barreto, grande tradutor de Benjamin, mas ainda não li.

MURNAU, F.W. (1888-1931) Fausto  Faust: Eine deutsche Volkssage / Friedrich Wilhelm Murnau; F.W.Murnau; 1926; Versão restaurada pela Fundação W.F.Murnau de Berlim, trilha original regravada de Werner R.Heymann; encarte com textos de Otto Maria Carpeaux, Walter Benjamin, Haroldo de Campos, Inácio Araujo, Eric Rohmer &c. [Cássio Starling Carlos]  São Paulo: Folha de S. Paulo / Universal Film (UFA) / Versátil Home Video, 2013.

ernesto nazareth/tadeu borges/6 vol: tangos • vol 5/sai

NAZARETH, Ernesto {1863-1934}. Todo Nazareth: obras completas: caixa com 6 volumes  5o vol:Valsas Dor secreta / Noêmia / Fantástica / texto de 4a capa: Francisco Mignone / Ernesto Nazareth. Organização: Thiago Cury & Cacá Machado. Direção editorial: Thiago Cury. Consultoria, Catálogo e Imagens: Luiz Antonio de Almeida. Produção Executiva: Joana Cury. Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. Edição musical: Maurício De Bonis, Marcus Siqueira, Thomas Hansen & Daniel Bondaczuk de Castro Lobo. Reprodução de partituras: Maurício De Bonis, Thiago Cury & Cacá Machado. Tradução: Alexandre Barbosa de Souza & Alex Barros (Cronologia). Água-Forte Edições Musicais. São Paulo: 2011. fonte de texto: Kennerley (1911), de Frederic Goudy.Papel Pólen Bold 90 g/m2.Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. São Paulo: Água Forte Produções, 2011.

 

BORGES, Tadeu. (piano) interpreta Ernesto Nazareth Dor Secreta / Noêmia / Fantástica / Ernesto Nazareth / Tadeu Borges. Paulus: 2009.