SCHNAIDERMAN, Boris (1917-2016). Tradução, Ato Desmedido / Boris Schnaiderman; Coleção Debates dirigida por J.Guinsburg. — São Paulo: Perspectiva, 2011. (Debates 321)
tacet
silenciós
14.5.26
Rokurou Ogaki 大柿ロクロウ/Crazy food truck クレイジーフードトラック/sai
_________________. Crazy food truck クレイジーフードトラック — volume 2 / Rokurou Ogaki; tradução de Drik Sada; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2024.
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
X
[MARX]
[...]
Origem da falsa consciência: “A divisão do trabalho só se torna realmente uma divisão a partir do momento em que se dá uma divisão do trabalho ... material e espiritual. A partir desse momento, a consciência pode realmente imaginar ser algo diferente da consciência da práxis existente..., e que ela realmente representa algo, sem representar algo real.” “Marx und Engels über Feuerbach: Aus dem literarischen Nachlaß von Marx und Engels”, Marx-Engels-Archiv, org. por D. Rjazanov, vol. I, Frankfurt a. M., 1928, p. 248.
[X 1, 4]
[...]
Auto-alienação: “O operário produz o capital, o capital o produz; portanto, ele produz a si mesmo e ... suas qualidades humanas existem apenas ..., na medida em que elas existem para o capital alheio a ele... O operário existe como operário apenas enquanto ele existe para si como capital, e ele existe como capital apenas enquanto algum capital existe para ele. A existência do capital é sua existência..., e esta determina o conteúdo de sua vida de uma maneira que lhe é indiferente... A produção produz o homem ... como um ... ser desumanizado.” Karl Marx, Der historische Materialismus: Die Frühschriften, ed. org. por S. Landshut e J. P. Mayer, Leipzig, vol. I, pp. 361-362 (“Nationalõkonomie und Philosophie”).
[X 1a, 1]
[...]
“A natureza que se constitui na história humana — no ato de criação da sociedade humana — é a natureza real do homem; por isso a natureza, tal como se constitui através da indústria — ainda que sob uma forma alienada —, é a verdadeira natureza antropológica.” Karl Marx, Der historische Materialismus: Die Frühschriften, ed. org. por S. Landshut e J. P. Mayer, Leipzig, vol. I, p. 304 (“Nationalökonomie und Philosophie”).
[X 1a, 3]
Ponto de partida para uma crítica da “cultura”: “A superação positiva da propriedade privada enquanto apropriação da vida humana é ... a superação positiva de toda alienação — portanto, o retorno do homem da religião, da família, do Estado etc., para sua existência humana, isto é, social.” Karl Marx, Der historische Materialismus, ed. org. por Mayer e Landshut, Leipzie, vol. I, p. 296 (“Nationalökonomie und Philosophie”).
[X 1a, 4]
Uma derivação do ódio de classe, que se refere a Hegel: “A superação da objetividade sob a forma da alienação — que vai necessariamente da estranheza indiferente até a alienação hostil real — significa para Hegel ao mesmo tempo, e principalmente, que a objetividade deve ser superada, porque não é o caráter determinado do objeto, e sim seu caráter de objeto que é, para a autoconsciência, o elemento ofensivo na alienação.” Karl Marx, Der historische Materialismus, Leipzig, vol. I, p. 335 (“Nationalökonomie und Philosophie”).
[X 1a, 5]
[...]
Seria um erro desenvolver a psicologia da burguesia a partir da atitude do consumidor. O ponto de vista do consumidor é representado apenas pela camada social dos esnobes. As bases para uma psicologia da classe burguesa encontram-se antes na seguinte frase de Marx, que permite descrever também — e principalmente — a influência que esta classe exerce sobre a arte, como modelo e como comitente: “Um certo grau de desenvolvimento da produção capitalista exige que o capitalista possa utilizar todo o tempo em que ele funciona como capitalista, isto é, como capital personificado, para a apropriação e, portanto, para o controle do trabalho alheio e para a venda dos produtos desse trabalho.” Karl Marx, Das Kapital, vol. I, ed. org. por K. Korsch, Berlim, 1932, p. 298.2
[X 2, 2]
[...]
O tempo na técnica. “Como em uma verdadeira ação política, a escolha ... do momento certo é decisiva. ‘A ordem do capitalista no campo da produção torna-se agora tão indispensável quanto a ordem do general no campo de batalha’ (I, p. 278). ...O ‘tempo’ possui aqui, na técnica, um significado diferente daquele que possui no decorrer dos acontecimentos históricos da mesma época, em que ... as ‘ações coincidem sem mais nem menos’. O ‘tempo’ possui ainda, na técnica ... um significado diferente daquele que possui na economia moderna, que ... mede o tempo do trabalho pelo relógio.” Hugo Fischer, Karl Marx und sein Verhältnis zu Staat und Wirtschaft, Jena, 1932, p. 42; citando Das Kapital, vol. I, 1923.
[X 2, 4]
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
12.5.26
continua/Bertolt Brecht/Poesia/introdução & tradução André Vallias/LIDINGÖ HELSINQUE [1939-1941]/[DOS DIÁRIOS 1939-1941]
9.5.26
almeida prado/música contempôranea brasileira/sai
Balada para violino e piano “B’nai brith” (1993)
Dedicada a Meri e Natan Schwartzmann
violino: Constanza Almeida Prado • piano: Achille Picchi
ALMEIDA PRADO (1943-2010). Música contemporânea brasileira: Almeida Prado / coordenação de projeto Francisco Carlos Coelho; inclui CD e caderno de partituras. — São Paulo: Centro Cultural São Paulo. Discoteca Oneyda Alvarenga, 2006. — (Música contemporânea brasileira; v.1)
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
Após 70.000 anos, o fim da harmonia virá sob a forma de um novo período da civilização, com tendência ao declínio, ao qual sucederão novamente os limbos obscuros. Assim, fugacidade e felicidade estão intimamente ligadas em Fourier. Engels observa: “Assim como Kant introduz o fim vindouro da terra na ciência da natureza, Fourier introduz o fim vindouro da humanidade no estudo da história.” Engels, Anti-Dühring, vol. III, p. 12.11
[W 15a, 1]
[...]
Um grande número de universos (como um universo, depois do homem e do planeta, constitui o terceiro escalão... Fourier chama-o de tri-verso) forma um quatri-verso; e assim por diante até o octo-verso, que representa a ... natureza inteira, a totalidade dos seres de harmonia. Fourier se entrega a cálculos minuciosos e proclama que o octo-verso se compõe de 10% universos.” Armand e Maublanc, Fourier, Paris, 1937, vol. I, p. 112.
[W 15a, 3]
[...]
A maçã de Fourier — o correspondente daquela de Newton — que no restaurante Février custa cem vezes mais do que na província de onde ela é proveniente. Também Proudhon se compara a Newton.
[W 16, 3]
[...]
<fase tardia>
[...]
Sob a rubrica “O garantismo do ouvido”, Fourier, além de se ocupar da elevação da linguagem do povo e de sua educação musical (coros de operários do teatro de Toulouse!). trata de medidas contra o barulho. Ele quer ver as oficinas isoladas e transferidas em sua maior parte para as periferias.
[W 17, 2]
[...]
Marx faz referência a Fourier em Die heilige Familie [A Sagrada Família] (onde?).
[W 17a, 2]
Toussenel foi um dos fundadores da Société Républicaine Centrale (o clube de Blanqui) em 1848.
[W 17a. 3]
11 Friedrich Engels, Herm Eugen Dühring’s Umwäzung der Wissenschaft, in: MEW, vol. XX. 2aed., Berlim 1968, p. 243. (R.T.)
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
7.5.26
continua/Bertolt Brecht/Poesia/introdução & tradução André Vallias/SVENDBORG
An die Nachgeborenen
BRECHT, Bertolt. 1898-1956. Poesia / Bertolt Brecht (Eugen Bertholt Friedrich Brecht); 300 poemas (edição bilíngue); fragmentos dos diários, anotações autobiográficas, 20 textos sobre poesia; seleção, introdução & tradução André Vallias; texto de 2a capa Augusto de Campos; e 3a capa Lion Feuchtwanger (1928). – São Paulo: Perspectiva, 2019. – (Coleção Signos; 60 / dirigida por Augusto de Campos)
6.5.26
entra/Rokurou Ogaki 大柿ロクロウ/Crazy food truck クレイジーフードトラック — volume 1
continua/Charles Baudelaire/Poesia e prosa/Juvenília e Poemas Diversos/Ivan Junqueira/sai
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BAUDELAIRE, Charles. 1821-1867. Poesia e prosa / Charles Baudelaire; volume único; edição organizada por Ivo Barroso; traduções, introduções e notas: Ivan Junqueira, Alexei Bueno; Antônio Paulo Graça, Aurélio Buarque de Holanda Ferreiro, Cleone Augusto Rodrigues, Fernando Guerreiro, Heitor Ferreira da Costa, Ivan Junqueira, Joana Angélica dÁvila Melo, José Saramago, Maiza Martins de Siqueira, Manuel Bandeira, Marcella Mortara, Mário Pontes, Marise M.Curioni, Plínio Augusto Coêlho, Suely Cassal, Wilson Coutinho; revisão geral e notas adicionais Ivo Barroso. — Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.







