18.4.26

Suspiria • Dario Argento • CineSesc

Suspiria (1977), de Dario Argento teve hoje (ou ontem, acabei de chegar em casa) a pré-estreia no CineSesc, com o Carlão sempre na porta. 

A estreia será partir de 23 de abril, com distribuição da FJ Cines.

continua/Bertolt Brecht/Poesia/introdução & tradução André Vallias/SVENDBORG/continua

3. SVENDBORG [1933-1939] 
 
Fragen eines lesenden Arbeiters
 
Wer baute das siebentorige Theben?
In den Büchern stehen die Namen von Königen.
Haben die Könige die Felsbrocken herbeigeschleppt?
Und das mehrmals zerstörte Babylon
Wer baute es so viele Male auf ? In welchen Häusern
Des goldstrahlenden Lima wohnten die Bauleute?
Wohin gingen an dem Abend, wo die chinesische Mauer fertig war
Die Maurer? Das große Rom
Ist voll von Triumphbögen. Wer errichtete sie? Über wen
Triumphierten die Cäsaren? Hatte das vielbesungene Byzanz
Nur Paläste für seine Bewohner? Selbst in dem sagenhaften Atlantis
Brüllten doch in der Nacht, wo das Meer es verschlang
Die Ersaufenden nach ihren Sklaven.
 
Der junge Alexander eroberte Indien.
Er allein?
Cäsar schlug die Gallier.
Hatte er nicht wenigstens einen Koch bei sich?
Philipp von Spanien weinte, als seine Flotte
Untergegangen war. Weinte sonst niemand?
Friedrich der Zweite siegte im Siebenjährigen Krieg. Wer
Siegte außer ihm?
 
Jede Seite ein Sieg.
Wer kochte den Siegesschmaus?
Alle zehn Jahre ein großer Mann.
Wer bezahlte die Spesen?
 
So viele Berichte
So viele Fragen. [1935]
 
Perguntas de um trabalhador que lê
 
Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão os nomes dos reis.
Foram os reis que arrastaram os blocos de pedra?
E a mais de uma vez destruída Babilônia
Quem a construiu tantas vezes? Em que casas
Da ouro-radiante Lima residiam os peões de obra?
Para onde foram, na noite em que a muralha da China ficou
Pronta, os pedreiros? A grande Roma
Está repleta de arcos de triunfo. Quem os erigiu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? Tinha a tão decantada Bizâncio
Palácios só para seus moradores? Mesmo na lendária Atlântida
Na noite em que o mar a tragou, gritavam por seus
Escravos os que se afogavam.
 
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Ele sozinho?
César subjugou os gauleses.
Não tinha ao menos um cozinheiro ao seu lado?
Felipe de Espanha chorou quando sua frota
Afundou. Não chorou mais ninguém?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos. Quem
Além dele, venceu?
 
Cada página uma vitória.
Quem preparou o festim da vitória?
Cada década um grande homem.
Quem pagou a conta?
 
Tantos relatos
Tantas perguntas.

Gedanken eines Revuemädchen während
des Entkleidungsaktes
 
Mein Los ist es, auf dieser queren Erde
Der Kunst zu dienen als die letzte Magd
Auf daß den Herrn ein Glück bescheret werde
Doch wenn ihr fragt
 
Was ich wohl fühle, wenn ich mich entblöße
In schönen schlauen Griffen und des Lichts
Der goldenen Lampen teilhaft, als Stripptöse
Antwort ich: nichts.
 
Es geht auf zwölf. Ich komm zu spät zum Bus.
Der Käse ist im andern Laden besser.
Die Dicke sagt, sie geht jetzt in den Fluß
Er hat ein Messer.
 
Halbvoll. Am Samstag! Heut wird's wieder zwölfe.
Mehr lächeln. Diese Luft ist ein Skandal.
Halt's Maul da vorn, ich zeig sie dir schon. Wölfe.
Wie ich die Miete zahl..?
 
Milchabbestellen hab ich auch vergessen.
Den Hintern aber zeig ich heute nicht.
Ein bißchen schwenken muß ich ihn. Das Essen
Im Gelben Hund ist so, daß man's erbricht. [1935]
 
Pensamentos de uma corista durante
o ato de se despir
 
Meu destino é servir, no mundo torto
A arte como última empregada
Que ao patrão dá de prenda algum conforto.
No entanto, cada
 
Vez que perguntam o que eu sinto quando
Lânguida à luz da lâmpada dourada
No estripetise, vou me desnudando
Respondo: nada.
 
Deu meia-noite. O ônibus saiu?
Ali vende o melhor queijo de vaca.
A gorda diz que agora vai pro rio.
O homem tem uma faca.
 
Que sábado minguado... E não termina.
Sorrir mais. Esse ar faz um estrago.
Calem seus bicos, aves de rapina!
O aluguel, como eu pago?
 
Cancelei o leiteiro? Hoje não quero
Mostrar o meu traseiro. Mas preciso
Sacudi-lo. A comida no Cão Amarelo
Basta comer pra vomitar no piso.
 
BRECHT, Bertolt. 1898-1956. Poesia / Bertolt Brecht (Eugen Bertholt Friedrich Brecht); 300 poemas (edição bilíngue); fragmentos dos diários, anotações autobiográficas, 20 textos sobre poesia; seleção, introdução & tradução André Vallias; texto de 2a capa Augusto de Campos; e 3a capa Lion Feuchtwanger (1928).  São Paulo: Perspectiva, 2019. – (Coleção Signos; 60 / dirigida por Augusto de Campos)  

17.4.26

Sesc Consolação Vila Nova • VIVA VAIA • Augusto de Campos

 

continua/drummond/Farewell

 

A ILUSÃO DO IMIGRANTE


Quando vim da minha terra,
se é que vim da minha terra
(não estou morto por lá?),
a correnteza do rio
me sussurrou vagamente
que eu havia de quedar
lá donde me despedia.


Os morros, empalidecidos
no entrecerrar-se da tarde,
pareciam me dizer
que não se pode voltar,
porque tudo é conseqüência
de um certo nascer ali.


Quando vim, se é que vim
de algum para outro lugar,
o mundo girava, alheio
à minha baça pessoa,
e no seu giro entrevi
que não se vai nem se volta
de sítio algum a nenhum.


Que carregamos as coisas,
moldura da nossa vida,
rígida cerca de arame,
na mais anônima célula,
e um chão, um riso, uma voz
ressoam incessantemente
em nossas fundas paredes.

Novas coisas, sucedendo-se,
iludem a nossa fome
de primitivo alimento.
As descobertas são máscaras
do mais obscuro real,
essa ferida alastrada
na pele de nossas almas.


Quando vim da minha terra,
não vim, perdi-me no espaço,
na ilusão de ter saído.
Ai de mim, nunca saí.
Lá estou eu, enterrado
por baixo de falas mansas,
por baixo de negras sombras,
por baixo de lavras de ouro,
por baixo de gerações,
por baixo, eu sei, de mim mesmo,
este vivente enganado, enganoso.

 

ANDRADE, Mario Drummond de. 1902-1987. Poesia Completa. / Carlos Drummond de Andrade. (conforme as disposições do autor) Fixação de textos e notas de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Biblioteca Luso-brasileira / Série Brasileira. / Farewell, 1996. 1a tiragem da primeira edição, 2002  Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar S.A., 2003.

14.4.26

CineSesc exibe Ciclo Dario Argento, com clássicos do mestre do horror restaurados em 4K

continua/Boulez conducts Webern

Anton Webern (18831945)

Pierre Boulez (1925—2016)

2 Lieder Op8 

for voie and eight instruments • für Gesang und acht Instrumente • pour voix et huit instruments • per voce e otto strumenti

after poems by / nach Gedichten von / sur des poèmes de / su liriche di Rainer Maria Rilke  

3  I. »Du, Der Ichs Nicht Sage« Langsam 1:05

4  II. »Du Machst Mich Allein« Sehr Langsam 1:14  

FRANÇOISE POLLET, soprano 

5 Pieces For Orchestra Op. 10

5 Stücke für Orchestre • 5 Pièces pour orchestre • 5 pezzi per orchestra 

Orchestra – Ensemble Intercontemporain 

5  I. Sehr Ruhig Und Zart 0:44

6  II. Lebhaft Und Zart Bewegt 0:39

7  III. Sehr Langsam Und Äußerst Ruhig« 1:48

8  IV. Fließend, Äußerst Zart 0:29

9  V. Sehr Fließend 0:56 

continua/drummond/Farewell/entra

 

ANDRADE, Mario Drummond de. 1902-1987. Poesia Completa. / Carlos Drummond de Andrade. (conforme as disposições do autor) Fixação de textos e notas de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Biblioteca Luso-brasileira / Série Brasileira. / Farewell, 1996. 1a tiragem da primeira edição, 2002  Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar S.A., 2003.

Hugo Pratt/Corto Maltese/sai

PRATT, Hugo (1927-1995). Corto Maltese: Uma balada para o mar salgado / Corto Maltese: Una ballata del mare salato / Hugo Pratt; 1967; prefácio Umberto Eco; tradução Marcello Fontana. – Salvador: Trem Fantasma, 2023.

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

  
<fase tardia>
 
“Na arquitetura de sonho da Revolução, os projetos de Ledoux ocupam um lugar especial. O cubo de sua ‘Casa da Paz’ parece-lhe legítimo, pois é o símbolo da justiça e da permanência; de forma semelhante, todas as formas elementares devem ter sido para ele signos importantes de clarificação interior. A ‘cidade nascente’, a cidade em que uma vida mais elevada encontraria seu refugio, é cercada pelo contorno puro de uma elipse... A propósito da casa do novo direito, a ‘Pacifère’, ele escreve em LArchitecture. ‘Esta construção, nascida de minha fantasia, deve ser tão simples quanto o direito que nela for pronunciado.”’ Emil Kaufmann, Von Ledoux bis Le Corbusier: Ursprung und Entwicklung der autonomen Architektur, Viena-Leipzig, 1933, p. 32.
[U 17, 1]
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-WerkWalter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

11.4.26

continua/Bertolt Brecht/Poesia/introdução & tradução André Vallias/continua

3. SVENDBORG [1933-1939] 
 
Es war einmal ein Rabe
Ein schlauer alter Knabe
Dem sagte ein Kanari, der
In einem Käfig sang: schau her
Von Kunst
Hast du keinen Dunst.
Der Rabe sagte ärgerlich:
Wenn du nicht singen könntest
Wärst du so frei wie ich. [1934]
 
Era uma vez uma gralha-
-azul, sagaz e grisalha.
Um canarinho gabola
Que cantava na gaiola
Disse-lhe: da arte
Você não faz parte.
Brava, a gralha respondeu:
Se você não soubesse cantar
Seria tão livre quanto eu.

Den Hungernden, der dir
Das letzte Brot wegnimmt, siehst du als Feind an.
Aber dem Dieb, der nie gehungert hat
Springst du nicht an die Gurgel. [c. 1934]
 
O faminto que leva
Teu último pão tu vês como inimigo.
Mas no pescoço do ladrão que nunca
Passou fome tu não pulas.

Aber aus dem Montag wird der Dienstag
Er beginnt am Montag.
Aus dem Heute wird das Morgen und das Morgen fängt heute an.
Da ist keine Grenze.
 
Wo die Grenzpfähle laufen, da ist keine Wand. Die Grenzpfähle
Sind zum Herumtragen.
Die da schweigen zu den Schreien de Gequälten
Werden selber schreien und nicht gehört werden. [c. 1934]
 
Mas da segunda-feira virá a terça
Ela inicia na segunda.
Do hoje virá o amanhã e o amanhã começa hoje.
Aí não há fronteira.
 
Onde correm os marcos de fronteira, aí não há parede. Os marcos
De fronteira são transportáveis.
Os que se calam ante os gritos dos torturados
Hão de gritar eles próprios sem serem ouvidos.
 
Seht ihr nicht, daß ihr zu viele seid?
 
Als der Anstreicher kam, hat er euch versprochen
Daß da keiner mehr herumlaufen soll
Der nicht seinen Schweiß vergießen darf.
 
Viele bereiten jetzt den Krieg vor
So sind sie von der Straße.
Aber da sind immer noch viele, die zuviel sind.
 
Im Krieg
Werden sie beschäftigt werden.
Nach dem Krieg
Werden sie nicht mehr da sein. [c. 1934]

Vocês não veem que estão sobrando?
 
Quando o pintor de paredes veio, prometeu
Que ninguém mais iria perambular
Que não pudesse dar o seu suor.
 
Muitos agora preparam a guerra
E por isso estão longe das ruas.
Mas ainda há muitos que estão sobrando.
 
Na guerra
Vão receber ocupação.
Depois da guerra
Não estarão mais aí.

BRECHT, Bertolt. 1898-1956. Poesia / Bertolt Brecht (Eugen Bertholt Friedrich Brecht); 300 poemas (edição bilíngue); fragmentos dos diários, anotações autobiográficas, 20 textos sobre poesia; seleção, introdução & tradução André Vallias; texto de 2a capa Augusto de Campos; e 3a capa Lion Feuchtwanger (1928).  São Paulo: Perspectiva, 2019. – (Coleção Signos; 60 / dirigida por Augusto de Campos) 

10.4.26

continua/Hugo Pratt/Corto Maltese: MU, a cidade perdida/Corto Maltese: La cité perdue/entra

PRATT, Hugo (1927-1995)Corto Maltese: MU, a cidade perdidaCorto Maltese: La cité perdue / Hugo Pratt; prefácio Marco Steiner; fotos Marco D’Anna; tradução Reginaldo Francisco e Fernando Scheibe. — São Paulo: Grupo Autêntica: Nemo, 2012.

continua/Hugo Pratt/Corto Maltese: As Helvéticas/Corto Maltese: Les helvétiques/sai

PRATT, Hugo (1927-1995)Corto Maltese: As HelvéticasCorto Maltese: Les helvétiques / Hugo Pratt; prefácio Marco Steiner; fotos Marco D’Anna; tradução Reginaldo Francisco. — São Paulo: Loterie Romande; Grupo Autêntica: Nemo, 2012.

9.4.26

entra/Boulez conducts Webern

Anton Webern (18831945)

Pierre Boulez (1925—2016)

1) Piano Quintet • for piano, violins [2], viola and cello (1907)

Quintett für Streicher und Klavier • Quintette avec piano • Qintetto per pianoforte ed archi

Moderato

Pierre Boulez  (conductor)  Pierre-Laurent Aimard  (piano)  Ensemble InterContemporain  (ensemble) 

2) »Entfliehet auf leichten Kahnen« Op2

for mixed choir • für gemischten Chor • pour chœur mixte • per coro misto

after a poem by / nach einem Gedicht von / sur un poème de / su una lirica di Stefan Georg

Zart bewegt

BBC Singers

(Chorus master / Einstudierung / Chef de chœur / Maestro del coro: Malcolm Hicks) 

MORT CINDER – EDIÇÃO DEFINITIVA • Héctor Oesterheld • Alberto Breccia

Descobri os gigantes quadrinistas argentinos no fim da primeira década deste século, em Buenos Aires ou Montevidéu — não lembro ao certo —, o que me fez dar uma virada para os gigantes quadrinistas de lá; como o gigantesco Breccia, por exemplo (tenho obras dele desde a Métal Hurlant até um livro da Arnoldo Mondadori Editore).  Depois foram lançadas grandes obras deles por aqui. 

Um clássico absoluto do quadrinho mundial em uma edição de formato gigante e com novos extras, em comemoração aos 10 anos da Figura Editora.

Mort Cinder é a união do roteiro potente e profundamente humano de Héctor Oesterheld com a arte ao mesmo tempo clássica e vanguardista de Alberto Breccia culminou em uma obra indispensável para todo o fã de HQ.

Ezra Winston, proprietário de um antiquário londrino, vive cercado de objetos que trazem um pedaço da história. Um dia, um relógio estilo Luís VI misteriosamente volta a funcionar, enquanto lhe chega as mãos um intrigante amuleto. Ambos serão a chave de um intrincado enigma que fará Ezra adentrar pelos sombrios subúrbios de Londres, até levá-lo ao encontro de um ser imortal: Mort Cinder, o homem das mil mortes, se erguerá uma vez mais de sua tumba. Junto ao pó de suas roupas, está todo o peso da saga humana sobre a Terra: as obras da Torre de Babel, os navios do tráfico de escravos, as trincheiras da I Guerra Mundial, a mítica batalha das Termópilas... Mort Cinder esteve em meio a tudo isso, e volta ao mundo dos vivos para contar.

 “Héctor Oesterheld é o maior escritor de quadrinhos que já encontrei, porque era capaz de transformar um gag numa pequena novela. Era um mestre da narrativa." – Hugo Pratt

“A história dos quadrinhos é dividida em duas épocas: a que vem antes e a que vem depois de Alberto Breccia." – Frank Miller

Apresentação de Mariano Buscaglia, extras de Rodrigo Rosa e Antoni Segarra

 
Capa dura 
Formato 27 x 38 cm
304 páginas
ISBN 97865573403-4
Coordenação editorial e projeto gráfico: Ferréz e Thiago Ferreira
Edição e produção: Ivette Giraldo 

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

  
<fase média>
[...]
George Sand, para quem o amor conduzirá à união das classes, compreende esta questão da seguinte maneira: “Um jovem de baixa condição, mas genial e belo, umu-se a uma bela, e perfeita jovem: eis as classes fundidas... Lémor, do Meunier dAngibault, heróico artesão, recusa a mão de uma viúva patrícia, porque ela é rica ... e a viúva alegra-se com o incêndio que a arruina, e faz cair o último obstáculo entre ela e seu amante. Charles Brun, Le Roman Social en France au XIXe Siécle, Paris, 1910, pp. 96-97.
[U 13a, 8]
Enfantin pressupunha constituições físicas (e também doenças) bem diferentes em padres, artistas, comerciantes etc.
[U 13a, 9]
[E The Man of the Crowd, de Edgar Allan Poe]
[...]
Augustin Thierry, um “filho de criação” de Saint-Simon. Segundo Marx, ele “descreveu muito bem ... como, logo de início, pelo menos desde o desenvolvimento das cidades, a burguesia francesa ganha uma grande influência pelo fato de constituir-se como parlamento, burocracia etc., e não como na Inglaterra, somente através do comércio e da indústria”. Karl Marx a Friedrich Engels, Londres, 17 de julho de 1854 [Karl Marx e Friedrich Engels, Ausgewählte Briefe, ed. por V. Adoratskij, Moscou-Leningrado, 1934, p. 60].
[U 16a, 1] 
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-WerkWalter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.