NAZARETH,
Ernesto {1863-1934}. Todo Nazareth: obras completas: caixa com 6
volumes — 4o vol: tangos • vol 3: Pyrilampo / Pauliceia, como és formosa / Soberano / Suculento; texto de 4a capa: Mario de Andrade / Ernesto Nazareth. Organização: Thiago Cury & Cacá Machado.
Direção editorial: Thiago Cury. Consultoria, Catálogo e Imagens: Luiz
Antonio de Almeida. Produção Executiva: Joana Cury. Projeto Gráfico:
Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. Edição musical: Maurício De
Bonis, Marcus Siqueira, Thomas Hansen & Daniel Bondaczuk de Castro
Lobo. Reprodução de partituras: Maurício De Bonis, Thiago Cury &
Cacá Machado. Tradução: Alexandre Barbosa de Souza & Alex Barros
(Cronologia). Água-Forte Edições Musicais. São Paulo: 2011. fonte de texto: Kennerley (1911), de Frederic Goudy.Papel Pólen Bold 90 g/m2.Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro
& Thais Vilanova. São Paulo: Água Forte Produções, 2011.
tacet
silenciós
13.8.26
ernesto nazareth/tadeu borges/6 vol: tangos • vol 3/continua
12.8.26
continua/ernesto nazareth/tadeu borges/6 vol: tangos • vol 2
NAZARETH, Ernesto {1863-1934}. Todo Nazareth: obras completas: caixa com 6 volumes — 3o vol: tangos • vol 2: Mandinga; O futurista; Labirinto; Insuperável; texto de 4a capa: Mario de Andrade / Ernesto Nazareth. Organização: Thiago Cury & Cacá Machado. Direção editorial: Thiago Cury. Consultoria, Catálogo e Imagens: Luiz Antonio de Almeida. Produção Executiva: Joana Cury. Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. Edição musical: Maurício De Bonis, Marcus Siqueira, Thomas Hansen & Daniel Bondaczuk de Castro Lobo. Reprodução de partituras: Maurício De Bonis, Thiago Cury & Cacá Machado. Tradução: Alexandre Barbosa de Souza & Alex Barros (Cronologia). Água-Forte Edições Musicais. São Paulo: 2011. fonte de texto: Kennerley (1911), de Frederic Goudy.Papel Pólen Bold 90 g/m2.Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. São Paulo: Água Forte Produções, 2011.

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
em relação à nova época: no
futuro nada mais pode acontecer
de extinto
* {Baudelaire: A Cabeleira
(La Chevelure). Redon e Baudelaire,
que criaram um mundo próprio a
partir da cabeleira. “Vendido e
traído” — é um destino que só
compreende nestes espaços. Aqui até
mesmo a cdbeca de Salomé tornou-
-se um acessório; ou melhor, uma
cabeça que vagueia indecisa entre a
de Anna Cyllacs e a de Salomé.}
** (No centro da porta há um espelho e, como todas as paredes
são entrecortadas por espelhos, estamos perdidos em meio de tanta
ambígua claridade. Paris é a cidade dos espelhos ...)
não é de se admirar. A madrasta de Branca de Neve tinha pentes assim. E quando o pente não conseguiu cumprir sua tarefa, ele teve que ser substituído por uma maçã vermelha-e-verde.
Lojas de venda de ingressos para os teatros dispõem de lugares à vontade para teatros vazios de
tanto fazer bocejar. E então não seremos enganados caso tenhamos a nosso lado uma criatura
amassada [?] que [interrompido]
Em uma tal loja foi inventado o bilhete de entrada
introduções a vícios ultrapassados,
caminho em direção ao inferno
* tais pessoas devem viver aqui, é o que se conclui da fato de que existe uma Agência de emprego para eles
* E não muito longe dali deve ter ficado a oficina, onde, no fim da época do Biedermeier, o Doutor Milagre criou sua Olímpia. Pois são as verdadeiras fadas destas passagens, mais vendáveis e utilizadas do que as bonecas em tamanho natural, as bonecas parisienses de fama internacional, que giravam sobre um pedestal sonoro, segurando nas mãos uma cestinha de onde, ao som de um acorde em tom menor, uma ovelhinha esticava seu focinho a farejar.
[Tiposcrito 2761-2767]
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font
9.8.26
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
81 Charles-François Viel, De L’lmpuissance dês Mathématiques pour Assurer la Solidité des Bâtimens <sic>, et Recherches sur la Constructions des Ponts, Paris, 1805. (R.T.)
82 Alfred Gotthold Meyer, Eisenbauten: Ihre Ceschichte und Aesthetik, Esslingen, 1907, p. 93. Cf. F 4a, 2. (R.T.; J.L.)
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
Paolo Bacilieri/Fun/entra
Petrarca/Il Canzonieri/O Cancioneiro/sai
I chiari giorni et le tranquille notti
E i soavi sospiri e’l dolce stile
Che solea resonare in versi e’n rime,
Vòlti subitamente in doglia e’n pianto,
Odiar vita mi fanno, et bramar morte.
Crudel, acerba, inexorabil Morte,
Cagion mi dài di mai non esser lieto,
Ma di menar tutta mia vita in pianto,
E i giorni oscuri et le dogliose notti.
I mei gravi sospir' non vanno in rime,
E’l mio duro martir vince ogni stile.
Ove è condutto il mio amoroso stile?
A parlar d’ira, a ragionar di morte.
U’sono i versi, u’son giunte le rime,
Che gentil cor udia pensoso et lieto;
Ove’'l favoleggiar d’amor le notti?
Or non parl’io, né penso, altro che pianto.
Già mi fu col desir sí dolce il pianto,
Che condia di dolcezza ogni agro stile,
Et vegghiar mi facea tutte le notti:
Or m’è’l pianger amaro piú che morte,
Non sperando mai’l guardo honesto et lieto,
Alto sogetto a le mie basse rime.
Far mi pò lieto in una o’n poche notti:
E’n aspro stile e’n angosciose rime
prego che’l pianto mio finisca Morte.
Os claros dias e as tranquilas noites,
Tu não me dás razão de viver ledo,
Não vai meu suspirar expresso em rimas
Aonde me levou o meu estilo?
A falar de ira, de tristeza e Morte.
Onde esta hora estão versos e rimas
Que gentil coração ouvia ledo?
Onde o amoroso devaneio às noites?
Não penso agora em nada mais que pranto.
Já me foi com o amor tão doce o pranto,
Amor doçura dava ao agro estilo,
Mantendo-me em vigília sempre às noites;
O pranto agora é amaro mais que Morte,
Posto que não espero o olhar tão ledo,
Em duro estilo e em angustiantes rimas
Peço que o pranto meu o acabe a Morte.
ernesto nazareth/tadeu borges/continua
NAZARETH,
Ernesto {1863-1934}. Todo Nazareth: obras completas: caixa com 6
volumes — 2o vol: tangos • vol 1: O alvorecer; Chave de ouro; Batuque; texto de 4a capa: Mario de Andrade / Ernesto Nazareth. Organização: Thiago Cury & Cacá Machado.
Direção editorial: Thiago Cury. Consultoria, Catálogo e Imagens: Luiz
Antonio de Almeida. Produção Executiva: Joana Cury. Projeto Gráfico:
Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. Edição musical: Maurício De
Bonis, Marcus Siqueira, Thomas Hansen & Daniel Bondaczuk de Castro
Lobo. Reprodução de partituras: Maurício De Bonis, Thiago Cury &
Cacá Machado. Tradução: Alexandre Barbosa de Souza & Alex Barros
(Cronologia). Água-Forte Edições Musicais. São Paulo: 2011. fonte de texto: Kennerley (1911), de Frederic Goudy.Papel Pólen Bold 90 g/m2.Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro
& Thais Vilanova. São Paulo: Água Forte Produções, 2011.

8.8.26
Petrarca/Il Canzonieri/O Cancioneiro/continua
I chiari giorni et le tranquille notti
E i soavi sospiri e’l dolce stile
Che solea resonare in versi e’n rime,
Vòlti subitamente in doglia e’n pianto,
Odiar vita mi fanno, et bramar morte.
Crudel, acerba, inexorabil Morte,
Cagion mi dài di mai non esser lieto,
Ma di menar tutta mia vita in pianto,
E i giorni oscuri et le dogliose notti.
I mei gravi sospir' non vanno in rime,
E’l mio duro martir vince ogni stile.
Ove è condutto il mio amoroso stile?
A parlar d’ira, a ragionar di morte.
U’sono i versi, u’son giunte le rime,
Che gentil cor udia pensoso et lieto;
Ove’'l favoleggiar d’amor le notti?
Or non parl’io, né penso, altro che pianto.
Già mi fu col desir sí dolce il pianto,
Che condia di dolcezza ogni agro stile,
Et vegghiar mi facea tutte le notti:
Or m’è’l pianger amaro piú che morte,
Non sperando mai’l guardo honesto et lieto,
Alto sogetto a le mie basse rime.
Far mi pò lieto in una o’n poche notti:
E’n aspro stile e’n angosciose rime
prego che’l pianto mio finisca Morte.
Os claros dias e as tranquilas noites,
Tu não me dás razão de viver ledo,
Não vai meu suspirar expresso em rimas
Aonde me levou o meu estilo?
A falar de ira, de tristeza e Morte.
Onde esta hora estão versos e rimas
Que gentil coração ouvia ledo?
Onde o amoroso devaneio às noites?
Não penso agora em nada mais que pranto.
Já me foi com o amor tão doce o pranto,
Amor doçura dava ao agro estilo,
Mantendo-me em vigília sempre às noites;
O pranto agora é amaro mais que Morte,
Posto que não espero o olhar tão ledo,
Em duro estilo e em angustiantes rimas
Peço que o pranto meu o acabe a Morte.













