tacet
silenciós
7.9.26
continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font
6.9.26
Boucq/Boca do diabo/Bouche du Diable/entra
BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Boca do diabo / Bouche du Diable / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Thiago Ferreira; revisão Alexandre Barbosa de Souza; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2020.
4.9.26
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
“UM PAINEL COM MILHARES DE LÂMPADAS ”
METRÓPOLE & MEGACIDADE
Willi Bolle
[...]
I. A Forma de Apresentação: Livro ou Arquivo?
[...]
[...] E um “hipertexto”, no sentido da definição já clássica proposta pelo designer e programador Theodor Nelson em 1965.
Para dizê-lo de maneira categórica: essa organização do saber histórico em forma de uma rede de categorias e fragmentos, elaborada por Benjamin, pode ser visualizada, mas não pode ser narrada. Estamos diante de uma escrita visual-espacial, baseada na tradição dos grafismos e diagramas, pictogramas e hieróglifos, ou seja, na tradição da semelhança do escrito com o representado;5 esta forma de escrita opõe-se a uma outra, narrativa-seqüencial, dentro da tradição de representar a realidade por meio de sons, uma escrita alfabética, regida pela arbitrariedade do signo. Existe, contudo, a possibilidade de traduzir o dispositivo historiográfico espacial para um discurso temporal. Para isso, é necessário escolher uma perspectiva, montar uma grade de categorias e elementos, e definir uma seqüência. Foi o que Benjamin fez, ao passar do grande arquivo de “Notas e Materiais” para a planta de construção do livro-modelo, cujas 30 categorias construtivas estão aqui reunidas:
A comparação entre o dispositivo anterior de uma historiografia polifônicaespacial e este esquema da planta do livro-modelo dá uma idéia da interação entre as duas modalidades de escrita da história, em forma de rede e numa ordem temporal.6
5 Cf. W. Bolle, “As siglas em cores no Trabalho das Passagens, de W. Benjamin”, Estudos Avançados, 10 (1996), n° 27, pp. 41-77.
6 A sequência exata das categorias no livro-modelo só se deixa verificar na parte do meio, cuja redação foi concluída; nas outras duas partes, pode ser apenas conjectural. De qualquer modo, aqui isso é secundário, uma vez que não intentamos reconstruir o que Benjamin “provavelmente poderia ter escrito”, mas discutir as potencialidades de sua escrita da história.
[...]
[...] Mas talvez ele vislumbrasse uma saída daqueles impasses no sentido de deixar — como alternativa à obra condenada a permanecer fragmentária por força das contingências — uma obra constitutivamente fragmentária, onde sua proposta de escrever a história seria continuada pelos leitores. Em outras palavras: em vez de lamentar o caráter inacabado do livro das Passagens, deveríamos valorizar o projeto de Benjamin como arquivo, dispositivo aberto para novas pesquisas.
Esta tese encontra um forte respaldo cm reflexões do próprio Benjamin. Na imagem de pensamento “Guarda-livros Juramentado”, de Rua de mão única (1928), onde procura avaliar o lugar do livro na história da mídia e cogita sobre os rumos futuros da escrita (e por extensão, da escrita da história), ele observa:
Hoje já é o livro, como ensina o atual modo de produção científico, uma antiquada mediação entre dois sistemas de cartoteca. Pois tudo o que é essencial encontra-se no fichário do pesquisador, que o escreveu, e o cientista que nele estuda assimila-o à sua própria cartoteca. (GS IV, 103; OE II, 28)
Esta descrição lê-se como uma antecipação visionária do que iria acontecer no estágio final e postumamente com o trabalho das Passagens: o formato do livro seria substituído por um sistema mais avançado de escrita, a saber, o fichário (Zettelkasten) ou sistema de cartoteca (Kartothekssystern).
[...]
Na medida em que atribuímos às Passagens, em termos de gênero e estatuto de texto, as características de um grande arquivo ou banco de dados, nós o valorizamos como um dispositivo essencialmente móvel e dinâmico, voltado para um trabalho produtivo de construção, desconstrução e nova construção, envolvendo a participação ativa dos leitores.
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
3.9.26
2.9.26
Bach/O Cravo bem temperado I/Das wohltemperierte Klavier I/Barenboim/entra
Boucq/A Mulher do Mágico/entra
Bertolt Brecht/Conversas de refugiados/Flüchtlingsgespräche/continua/sai
continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font
Abel Carlevaro – 20 Microestudios/entra/sai
20 Microestudios
Volumen 1
Volumen 2
Volumen 3
Volumen 4
Aires De Vidalita (sobre un tema de E.Cotelo)
Milonga Oriental
Introduccion Y Capricho
El Poncho (Eduardo Fabini / transcriptíon Atilio Rapat)
Tres Cadencias
Cadencia 1
Cadencia 2
Cadencia 3
Abel Carlevaro (1916-2001)
Tacuabé – T/E CD
Serie De Los Recitales
Formato: CD
Uruguay
1998
31.8.26
Bertolt Brecht/Conversas de refugiados/Flüchtlingsgespräche/continua
Akira 4K • Katsuhiro Ōtomo • CineSesc
Em 2019, três décadas após o governo japonês destruir Tóquio com uma bomba nuclear para encobrir um experimento com crianças paranormais, o motoqueiro cyberpunk Kaneda embarca em uma missão perigosa para salvar seu amigo Tetsuo de uma conspiração governamental de proporções inimagináveis.
Direção: Katsuhiro Ōtomo
País: Japão
Ano: 1988
Duração: 2h4min. (124’)
Gênero: Ficção
Classificação Indicativa: 14 anos
Sessão Legendada
30.8.26
coletivo Choro da Leste • Choro da Consolação • Sesc Consolação • 29 de agosto de 2026, 16h
Fui comprar uns ingressos, para o Sesc, e acabei indo para o Vila Nova, pois já aproveitava para dar aquela passada na Assaz Orgânica e comprar Pão Azedo, Pão com passas e castanhas e um doce (no caso peguei um bolo, que é o mais comum).
Mas acabei dando sorte. Tinha um grupo de choro tocando. (Mesmo tendo dois metais bons, principalmente o sax baixo; dois bons cavaquinhos; uma gigante flautista; meu ouvido sempre puxa para o violão de 7 cordas, dando aquela chorada).
29.8.26
Me Perdoe, Senhor Stevenson • Lourenço Mutarelli
Apenas na primeira olhada, já te pega para ler, como todo o trabalho do Mutarelli. Muita técnica e muita colagem, com personagens de outras obras dele e a eterna presença de Gardel. Tudo sob a sombra de Stevenson, Robert Louis.
O que começa como o desafio de reescrever um clássico gótico vitoriano transforma-se, nas mãos de Lourenço Mutarelli, em uma reflexão íntima sobre dependência, perda e criação artística. Ao receber o convite para adaptar O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o autor esbarra em seus próprios demônios e na trágica figura de seu irmão, tragado pelo vício.
Esqueça a Londres de 1886. Entre doses de uísque, canetas nanquim e vislumbres de uma interdimensão lisérgica, Mutarelli entrega um de seus trabalhos gráficos mais ambiciosos e pessoais. Um livro em que texto e imagem se entrelaçam para explorar o limiar convulsivo, onde a identidade se dissolve e a arte se torna a última trincheira contra a morte.
A edição tem acabamento de luxo, com formato widescreen, capa dura, lombada arredondada e 112 páginas em cores, impressas em papel couchê de alta gramatura.
Lourenço Mutarelli nasceu em 1964, em São Paulo. Publicou diversos álbuns de quadrinhos, entre eles Transubstanciação (1991), Desgraçados (1993), Eu Te Amo Lucimar (1994), A Confluência da Forquilha (1997) — reunidos em Capa Preta (2019) — e Diomedes: A Trilogia do Acidente (volume único publicado em 2012). Escreveu peças de teatro — reunidas em O Teatro de Sombras (2007) — e os livros de ficção O Cheiro do Ralo (2002, adaptado para o cinema em 2007), Jesus Kid (2004), O Natimorto (2004, adaptado para o cinema em 2008), A Arte de Produzir Efeito Sem Causa (2008), Miguel e os Demônios (2009), Nada me Faltará (2010), O Grifo de Abdera (2015), O Filho Mais Velho de Deus e/ou Livro IV (2018) e O Livro dos Mortos (2022).
Frédéric Chopin/Nelson Freire/estudos/entra/sai
28.8.26
continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font
fernando sor/villa-lobos/manuel de falla/turibio santos/entra/sai
SANTOS, Turibio. Le charme de la GUITARRE / Turibio Santos (1943- ) / Heitor Villa-Lobos: Choros No1; Etude No1; Etude No11; Valse-Choro; Fernando Sor: Etude No5 [Op35, No22]; Etude No12 [Op6, No6]; Etude No17 [Op6, No11]; Etude No 9 [Op31, No20]; Manuel de Falla (1876-1946): «Le Tombeau de Claude Debussy» [Miguel Llobet]. France: Erato; Warner Classics France, 1997.






