Sonata para Violino e Piano No5 em fá maior, op24, «Primavera»
Sonata para Violino e Piano No9 em lá maior, op47, «Kreutzer»
Wilhelm Kempff (1895-1991), piano
Yehudi Menuhin (1916-1999),violino
1970
silenciós
Sonata para Violino e Piano No5 em fá maior, op24, «Primavera»
Sonata para Violino e Piano No9 em lá maior, op47, «Kreutzer»
Wilhelm Kempff (1895-1991), piano
Yehudi Menuhin (1916-1999),violino
1970
XXXI
Charles Baudelaire. Fotografia de Nadar.
BAUDELAIRE, Charles. 1821-1867. Poesia e prosa / Pequenos Poemas em Prosa [O Spleen de Paris], tradução Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, tradução do poema epílogo de Manuel Bandeira / Charles Baudelaire; volume único; edição organizada por Ivo Barroso; traduções, introduções e notas: Ivan Junqueira, Alexei Bueno; Antônio Paulo Graça, Aurélio Buarque de Holanda Ferreiro, Cleone Augusto Rodrigues, Fernando Guerreiro, Heitor Ferreira da Costa, Ivan Junqueira, Joana Angélica dÁvila Melo, José Saramago, Maiza Martins de Siqueira, Manuel Bandeira, Marcella Mortara, Mário Pontes, Marise M.Curioni, Plínio Augusto Coêlho, Suely Cassal, Wilson Coutinho; revisão geral e notas adicionais Ivo Barroso. — Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.
XIX
Charles Baudelaire. Fotografia de Nadar.
BAUDELAIRE, Charles. 1821-1867. Poesia e prosa / Pequenos Poemas em Prosa [O Spleen de Paris], tradução Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, tradução do poema epílogo de Manuel Bandeira / Charles Baudelaire; volume único; edição organizada por Ivo Barroso; traduções, introduções e notas: Ivan Junqueira, Alexei Bueno; Antônio Paulo Graça, Aurélio Buarque de Holanda Ferreiro, Cleone Augusto Rodrigues, Fernando Guerreiro, Heitor Ferreira da Costa, Ivan Junqueira, Joana Angélica dÁvila Melo, José Saramago, Maiza Martins de Siqueira, Manuel Bandeira, Marcella Mortara, Mário Pontes, Marise M.Curioni, Plínio Augusto Coêlho, Suely Cassal, Wilson Coutinho; revisão geral e notas adicionais Ivo Barroso. — Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.
Em um futuro de recursos escassos, três pessoas tentam ganhar a vida no espaço: Ji-Soo, uma cientista movida pela paixão pela descoberta; Camina, uma mercenária durona e calejada pelas batalhas; e Alex, um minerador de asteroides que nunca pisou na Terra. Em meio a uma rotina exaustiva, cada um segue seu próprio caminho e alimenta seus próprios sonhos. Mas, quando suas trajetórias se cruzam, tudo muda de rumo, levando os três a um destino que nenhum deles poderia prever. O que será da humanidade quando ela estiver completamente desconectada de seu berço, a Terra?
Criado pelo roteirista e ilustrador Guillaume Singelin, Frontier é uma graphic novel que retrata a vida na era da exploração espacial. Construída sobre uma base de ciência e tecnologia realistas, a obra explora os novos desafios cotidianos de viver fora da Terra, desde tarefas simples, como cultivar alimentos, até as disputas políticas por territórios e patentes corporativas. Viver no espaço não é fácil… mas que outra alternativa eles têm?
Com uma identidade visual impressionante, que mescla personagens cartunescos a cenários hiperdetalhados e monumentais, Frontier é diferente de tudo o que você já viu. Descrita como “uma mistura de The Expanse ou Firefly com o traço de personagens mangá estilo chibi”, esta graphic novel constrói um universo vasto e inédito que, um dia, pode muito bem se tornar realidade.
Esta edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura com detalhes em hotstamp metalizado, 192 páginas em cores, impressas em papel offset de alta gramatura.
Guillaume Singelin nasceu em 1987, em Rennes, França. Estudou design gráfico na EPSAA e estreou nos quadrinhos em 2008 com King David. Entre 2011 e 2016, desenhou a série The Grocery, seguida por Loba Loca (2019–2020). Em 2019, lançou seu primeiro álbum solo, PTSD, que consolidou seu estilo marcado pela fusão de personagens cartunescos e cenários densos e realistas. Em 2021, colaborou com a DC Comics na antologia Batman: Urban Legends. Em 2023, publicou sua segunda obra solo, Frontier, premiada com o Éco-Fauve Raja do Festival de Angoulême. Além dos quadrinhos, atua em videogames como ilustrador e designer de personagens, com trabalhos em Overwhelm, Gato Roboto, Gunbrella e Citizen Sleeper. Em 2025, ilustrou Shin Zero, de Mathieu Bablet.
NAZARETH, Ernesto {1863-1934}. Todo Nazareth: obras completas: caixa com 6 volumes — Polcas: Cruz, perigo! / Tangos • vol 3 {P-Z}: Rayon d'or / Tangos • vol 1 {A-E}: Batuque / Tangos • vol 2 {F-O}: Floreaux / Ernesto Nazareth. Organização: Thiago Cury & Cacá Machado. Direção editorial: Thiago Cury. Consultoria, Catálogo e Imagens: Luiz Antonio de Almeida. Produção Executiva: Joana Cury. Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova. Edição musical: Maurício De Bonis, Marcus Siqueira, Thomas Hansen & Daniel Bondaczuk de Castro Lobo. Reprodução de partituras: Maurício De Bonis, Thiago Cury & Cacá Machado. Tradução: Alexandre Barbosa de Souza & Alex Barros (Cronologia). Água-Forte Edições Musicais. São Paulo: 2011. fonte de texto: Kennerley (1911), de Frederic Goudy. Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova.
RUBINSKY,
Sonia. Ernesto Nazareth: A revelação de um homem célebre — Cruz, perigo! / Rayon d'or / Batuque / Floreaux / Sonia
Rubinsky; gravado em 22 de fevereiro de 2007 na Église Évangélique
Saint-Marcel, Paris, França. — São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2007.
O clássico dos quadrinhos de guerra está de volta. Uma edição integral com todas as HQs realizadas pela dupla Oesterheld e Pratt
A tão esperada reimpressão de Ernie Pike – clássico absoluto da parceria entre Héctor Oesterheld e Hugo Pratt – finalmente chegou. Considerado uma das HQs de guerra mais importantes da história, a edição da Figura traz todos os 34 episódios realizados por Héctor Oesterheld e Hugo Pratt.
Experiente repórter de guerra, Pike está atrás das pequenas histórias por trás dos grandes conflitos da história humana. Seja nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Coreia ou da Guerra do Vietnã, o jornalista dá voz aos dramas dos soldados rasos e a gente comum, e traz uma visão humanista, sem maniqueísmo, que revela que o valor humano não escolhe lado: o único mal verdadeiro é a própria guerra.
Ernie Pike foi publicada originalmente na Argentina a partir de 1957, naquela que hoje é considerada uma das melhores revistas de HQ já produzidas no país: a Hora Cero, editada pelo próprio Oesterheld, que então estava em seu mais prolífico período criativo.
Para desenhar a série, o italiano Hugo Pratt – autor que, anos mais tarde, ganhou prestígio mundial com Corto Maltese
– lançou mão de uma maleta que continha uma coleção com mais de 500
fotos com soldados de todas as partes do mundo. Muitas dessas fotos eram
do próprio Pratt, que viveu muitas façanhas durante a Segunda Guerra
Mundial.
Apesar de o protagonista da série ter ganhado as feições de Héctor Oesterheld, o personagem está inspirado no jornalista Ernie Pyle, o mais famoso repórter de guerra norte-americano na Segunda Guerra Mundial. Pyle se destacou porque colocou os pequenos personagens da guerra à frente de suas matérias jornalísticas, humanizando os relatos vindos das frentes de combate. Suas reportagens lhe renderam o aclamado Prêmio Pulitzer de jornalismo.
A Figura Editora convida você a participar desta pré-venda, na qual você vai colaborar ativamente para trazer uma das primeiras séries de quadrinhos adultos do mundo. Entre no front com Ernie Pike e assine seu nome como colaborador de mais esta edição histórica.
LIVE DE LANÇAMENTO COM MARTIN OESTERHELD
Veja a live de lançamento da reimpressão de Ernie Pike que contou com a participação de Martin Oesterheld, neto de Héctor Oesterheld, responsável pelo espólio do autor. Ele nos contou histórias por trás da obra, da adpatação de O Eternauta para a Netflix e outras curiosidades. Foi histórico.
PREVIEW
Quer ler a primeira HQ de Ernie Pike? Clique aqui.

A EDIÇÃO
Ernie Pike terá 364 páginas, capa dura e formato 21,5 x 28 cm. Miolo com papel Offset 90 g. As HQs serão impressas em preto e branco (como a obra foi originalmente concebida) e haverá 16 páginas com textos de Juan Sasturain (autor de Perramus) e diversas capas das edições da revista Hora Cero em cores.

Charles Baudelaire. Fotografia de Nadar.
XII
AS MULTIDÕES
NEM A TODOS é dado tomar um banho de multidão: gozar da multidão é uma arte; e só pode fazer, à custa do gênero humano, uma farta refeição de vitalidade, aquele em quem uma fada insuflou, no berço, o gosto do disfarce e da máscara, o horror ao domicílio e a paixão da viagem.
Multidão, solidão: termos iguais e conversíveis para o poeta diligente e fecundo. Quem não sabe povoar sua solidão também não sabe estar só em meio a uma multidão atarefada.
O poeta goza do incomparável privilégio de ser, à sua vontade, ele mesmo e outrem. Como as almas errantes que procuram corpo, ele entra, quando lhe apraz, na personalidade de cada um. Para ele, e só para ele, tudo está vago; e, se alguns lugares parecem vedados ao poeta, é que a seus olhos tais lugares não valem a pena de uma visita.
O passeador solitário e pensativo encontra singular embriaguez nessa comunhão universal. Aquele que desposa facilmente a multidão conhece gozos febris, de que estarão privados para sempre o egoísta, fechado com um cofre, e o preguiçoso, encaramujado feito um molusco. Ele adota todas as profissões, todas as alegrias e todas as misérias que as circunstâncias lhe deparam.
Aquilo a que os homens chamam amor é muito pequeno, muito limitado e muito frágil, comparado a essa inefável orgia, a essa sagrada prostituição da alma que se dá inteira, poesia e caridade, ao imprevisto que surge, ao desconhecido que passa.
É bom alguma vez lembrar aos felizes deste mundo, ao menos para lhes humilhar por um instante o orgulho tolo, que há felicidades superiores à deles, mais vastas e mais requintadas. Os fundadores de colônias, os pastores de povos, os padres missionários exilados no fim do mundo, conhecem, por certo, algo dessas misteriosas embriaguezes; e, no seio da vasta família que seu gênio criou, eles devem por vezes rir daqueles que lhes deploram o destino tão agitado e a vida tão casta.
XIII
BAUDELAIRE, Charles. 1821-1867. Poesia e prosa / Pequenos Poemas em Prosa [O Spleen de Paris], tradução Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, tradução do poema epílogo de Manuel Bandeira / Charles Baudelaire; volume único; edição organizada por Ivo Barroso; traduções, introduções e notas: Ivan Junqueira, Alexei Bueno; Antônio Paulo Graça, Aurélio Buarque de Holanda Ferreiro, Cleone Augusto Rodrigues, Fernando Guerreiro, Heitor Ferreira da Costa, Ivan Junqueira, Joana Angélica dÁvila Melo, José Saramago, Maiza Martins de Siqueira, Manuel Bandeira, Marcella Mortara, Mário Pontes, Marise M.Curioni, Plínio Augusto Coêlho, Suely Cassal, Wilson Coutinho; revisão geral e notas adicionais Ivo Barroso. — Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.
CARLEVARO, Abel. En Estudios de Grabación 1949/1980 Abel Carlevaro; Heitor Villa-Lobos: Preludio No3, Estudio No10, Estudio No1; Augustín Barrios (Mangoré): Las abejas. – 5/6. Montevideo: Ayui/Ediciones Tacuapé s.r.l; 2010.
