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silenciós

16.9.26

Mel Brooks • Primavera para Hitler • Mostra Amor ao Cinema 2026 • CineSesc

Max Bialystock é um produtor decadente da Broadway, obrigado a sair em encontros românticos com idosas para financiar suas peças. Quando o tímido Leo Bloom (Gene Wilder) é contratado para fazer sua contabilidade, ele revela, sem querer, que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso.

Aquele humor bem Billy Wilder que, algumas vezes é velho e preconceituoso, trazendo lembranças de outra época, mas muitas vezes é tão preconceituoso que dá como uma voltar na fita de Mœbius e fica muito engraçado.

Direção: Mel Brooks.

Elenco principal: Zero Mostel e Gene Wilder

Local: CineSesc (Rua Augusta, 2075 — Cerqueira César, São Paulo)

Evento: Mostra Amor ao Cinema

15 de setembro às 18h

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15.9.26

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

 
[posfácio] Willi Bolle

[...]

III. Metrópole & Megacidade: Histoire Croisée19

19 A histoire croisée, “história cruzada” ou “entrelaçada”, é uma variante metodológica dos estudos de transferência cultural que enfatiza a “troca de olhares” e a interação entre as culturas; cf. Werner, Michael; Zimmermann, Bénedicte, orgs., De la Comparaison à l’Histoire Croisée, Paris: Seuil, 2004. O signo “&” no nosso entretítulo, normalmente usado em nomes de empresas, indica que se trata de uma relação no contexto da economia política global, assim como na obra que nos serviu de modelo: Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre. 

 [...]

Daqui a duzentos anos — ou bem antes, talvez — grandes exércitos vindos da Inglaterra, da França e da América ... descerão na velha Ásia sob o comando de seus generais; suas armas serão enxadas, seus cavalos, locomotivas. Eles se lançarão cantando sobre essas terras incultas e inaproveitadas... É assim, talvez, que se fará mais tarde a guerra contra todas as nações improdutivas [...]. [d 3, 3]

As guerras contra os territórios periféricos e as guerras que se travam no centro da metrópole são inter-relacionadas. Nos debates da Câmara dos Deputados, em Paris, surgiu a questão para onde deportar os insurgentes de 1848 [cf. d 9, 4], Assim como na antiga Roma, era quase consenso que o lugar mais adequado seriam os territórios coloniais. O deputado Jacques Arago, irmão do grande físico, advogou como lugar de deportação uma região da América do Sul, a Patagônia; os amplos benefícios que resultariam dessa operação, tanto para o Estado francês quanto para os próprios deportados, são expostos com estas palavras:

[E]stes antílopes, estes pássaros, estes peixes, estas águas fosforescentes, este céu pontilhado de nuvens passando aqui e ali como um rebanho de corças errantes, [...] estas mulheres, das quais as mais novas são muito apetitosas depois de uma hora de natação — [...] tudo isto é a Patagônia, tudo isto é uma terra virgem, rica, independente... [...] transportai para a Patagônia os homens que foram punidos pelas vossas leis; depois, quando chegar o dia da luta [da França contra a Inglaterra], estes mesmos homens que exilastes estarão na vanguarda, de pé, implacáveis. [a 12, 5]

Através destas amostras de pesquisas nas Passagens de Walter Benjamin, o leitor terá percebido o quanto a periferia do mundo se encontra no centro da metrópole, e o quanto de “desvario” e “inferno” [cf. <Go, 13> e <Go, 17>], próprios das megacidades do Terceiro Mundo, essas gigantescas reproduções deformadas do modelo da “metrópole civilizada”, já estavam presentes na “capital do século XIX”.23 Da época de redação das Passagens para cá, ocorreram profundas transformações históricas, desde os movimentos de descolonização, como a guerra da Algéria, até a migração de “massas escuras” [cf. E 6a, 1] para a banlieue da “cidade-luz”. Assim como sob o céu aberto da História, assim também nesse painel de comando que é o texto de Benjamin, algumas lâmpadas se apagaram, outras se acendem, e outras ainda se reacendem...

23 Sobre a loucura e o inferno na cidade de São Paulo, estudados com base na Paulicéia Desvairada, de Mário de Andrade, e no CD, Sobrevivendo no Inferno, dos Racionais MC’s, ver W. Bolle, Metrópoli & Mega-urbe: Histoire Croisée, in: Topografias de la Modemidad: Walter Benjamin, orgs. Dominik Finkelde, Teresa de la Garza, Francisco Mancera, Cidade do México, previsto para 2007. 

Aqui encerramos; agora é a vez de o leitor fazer suas incursões, pesquisas e descobertas nesse Grande Arquivo que são as Passagens.

...

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.   

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14.9.26

Lançamento de Livro Mapa de Limite, COSAC + Limite • Cinemateca Brasileira

 No dia 12 de setembro de 2026 (sábado), a Cinemateca Brasileira e Cosac convidam para o lançamento da nova edição de ‘Mapa de Limite’, obra fundamental de Saulo Pereira de Mello sobre o clássico LIMITE (1931), de Mário Peixoto.

Organizado por Carlos Augusto Calil e Patricia de Filippi, o volume recupera a histórica partitura visual que permite “ler” o filme plano a plano e reúne ensaios, documentos e materiais inéditos. Entre os destaques está a recriação, em storyboard, de uma sequência desaparecida, realizada por Patricia de Filippi a partir de anotações e desenhos de Saulo Pereira de Mello.

O lançamento celebra também uma nova etapa na trajetória do Arquivo Mário Peixoto, agora integrado ao acervo da Cinemateca Brasileira.

Na ocasião acontece uma conversa com os organizadores, seguida de sessão de autógrafos e a exibição do filme ‘Limite’, que se inicia às 18h, na Sala Oscarito. 

Adoro rever este filme sempre que posso no cinema (tenho em DVD e ainda tenho em VHS). Um filme que tanto vi, tentando pegar todos elementos. 

E o eterno retorno do Quarteto de Debussy, Op10. Na primeira vez em que ele aparece, os dois movimentos mais incríveis (e comparando com os outros!) tocam na sequência: a beleza do 2o (Assez vif et bien rythmé) acompanhado com aquele pizzicato do 3o (Andantino, doucement expressif). E estes movimentos não se repetem mais.

Nunca gosto de perguntas como: qual é o seu compositor favorito?; qual é o seu poema favorito?; qual é o seu filme favorito? Mas para esta última, mesmo sabendo que não é uma verdade, que depende de qual ponto de vista, sempre respondo: Limite.

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François Boucq/Alejandro Jodorowsky/Cara de lua/Face de lune/entra

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeoYrahvumy_EmZTB3p1Ss0TZb2XtInj_DJ9QjJ7WrAhUxopoDtaVn7negsClYlx084qEvZFdz7fPHaDFPRUUEXLV8zhBuNxasfpzJTyVig9SuMLWN16s2wnuObwypc3ln0pys5k5ueWU7m-NhSpaPMcLkCRtK25aUcfQaaWMUzuoFHyOTCA/s510/comix.jpg

JODOROWSKY, Alejandro (1929- ); BOUCQ, François (1955- ). Cara de lua / Face de lune /Alejandro Jodorowsky, François Boucq; 2018; tradução Fernando Paz; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2022.
 
Infeliz de quem ergue
 uma vila em meio ao sangue e
funda uma cidade sobre a injustiça,
pois a violência o submergirá...

Não é
nem pelo poder,
nem pela força,
mas pelo espírito...
 

X 

Lili: VERDADE!... MAS se A ONDA MATAR VíTİMAS iNOCENTES DEMAiS, cORREMOS O RiScO DE UM LEVANTE GERAL, BEBê!

Oscar Lazo: AH, LiLi... é QUE
NÃO SE FAZ UMA
DEMOCRAciA LiBERAL
OVARiANA SEM
QUEBRAR OVOS!!
HEHEHe...

X

Aquele que pretende viver na luz
enquanto odeia o próprio irmão
vive ainda nas trevas.
 
Para esses, o sol se tornará
escuro como um manto de crina.
 
Eles tombarão sobre a terra
como figos abortados, projetados
por uma figueira torcida pela tempestade.
 
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Boucq/Little Tulip/sai

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Little Tulip / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Fernando Paz; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2021. 
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13.9.26

Boucq/Little Tulip/entra

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Little Tulip / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Fernando Paz; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2021. 

Postado por Vitruvius Pollio às 2:29 AM Nenhum comentário:
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Boucq/Boca do diabo/Bouche du Diable/sai

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Boca do diabo / Bouche du Diable / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Thiago Ferreira; revisão Alexandre Barbosa de Souza; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2020. 

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12.9.26

Le locataire • O Inquilino • Roman Polanski • Cinemateca Brasileira

Ao se mudar para um apartamento em Paris, um homem quieto e reservado passa a acreditar que os vizinhos conspiram contra ele.

 

Direção
Roman Polanski
Roteiro 
Roman Polanski, Gérard Brach 
Duração
126 min
Elenco
Roman Polanski, Isabelle Adjani, Melvyn Douglas, Jo Van Fleet
Música
Philippe Sarde

1976 — 50 anos depois

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

11/09/26

20h30
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continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
FARRERA
Sant Roc de Farrera
(abans Santa Eulália)
Santa Maria de la Serra
Santa Maria de la Serra i Santa Eulàlia d’Alendo
Santa Eulàlia d’Alendo
Castell de Burg i Sant Esteve de Montesclado
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de l’obra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.
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11.9.26

The Shootist • O Último Pistoleiro • John Wayne • Cinemateca Brasileira

Um lendário pistoleiro descobre que está com uma doença terminal e decide enfrentar seus últimos dias com dignidade. Enquanto tenta encontrar paz, sua fama atrai antigos inimigos em busca de um último confronto.

Como alguns gêneros determinado, o western usa um forma preestabelecida, mas tenta passar novas informações (e pode chegar até em outros gêneros).

Direção
Don Siegel
Duração
100 min
Elenco
John Wayne, Lauren Bacall, Ron Howard, James Stewart, Richard Boone
Música
Elmer Bernstein

1976 — 50 anos depois

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

10/09/26

18h00
catálogo impresso e encadernado contra a fibra do papel.
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continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

 
[posfácio] Willi Bolle

[...]

II. O Método Historiográfico:

a Terminologia de Benjamin e a dos Historiadores

 [...]

[...]  “A chance [do fascismo]”, escreve Benjamin, “consiste, não por último, em que seus adversários o afrontem em nome do progresso, como se este fosse uma norma histórica. — O espanto em constatar que os acontecimentos que vivemos sejam ‘ainda’ possíveis no século XX, não é nenhum espanto filosófico” (GS I, 697; Teses, p. 83, trad. modificada).

[...]

A “planta primeva” é para Goethe, por um lado, uma “imagem primeva” (Urbild) ideal de todas as plantas, portanto a-histórica, por outro, “a idéia da planta primeva corresponde à folha e a idéia transformada em movimento é a metamorfose das plantas”.16 E essa idéia de metamorfose e “passagem” que é adotada por Benjamin. No Urphãnomen goetheano, ele enxerta o seu conceito de Ursprung, carregado com o elemento de “extinção”, ou seja, com a marca da mortalidade, própria do ser histórico.17 

16 Jost Schieren, Anschauende Urteilskraft: Methodische und philosophische Grundlagen von Goethes naturwissenschaftlichem Erkennen, Düsseldorf-Bonn, Parerga, 1998, p. 187 apud Magali dos Santos Moura, “A Poiesis Orgânica de Goethe”, tese de doutorado, FFLCH-ÜSP, 2006, p. 163.

17 Ursprung, Urphänomen, Urpflanze, Urbild, Urgeschichte — em sua obra sobre a Grande Cidade contemporânea, Benjamin reúne uma sugestiva constelação de termos com a partícula silábica “ur”. Muito a propósito vem o artigo de Guilherme Wisnik “Ur, de Urbano” (Folha de S.Paulo, 1 maio 2006, p. E 2) que chama a atenção para a “associação do ‘ur’ germânico ao ‘Ur’ mesopotâmico” e focaliza “a semelhança dos nomes Ur e Uruk, que designam as primeiras cidades de que se tem notícia, construídas na Mesopotâmia por volta de 3.200 a.C., com o radical da nossa palavra ‘urbano’, do latim ‘urbe’”.

[...]

O despertar, como “síntese da tese da consciência onírica e da antítese da consciência de vigília” [N 3a, 3], ou como “o agora da cognoscibilidade” [N 18, 4], é um atributo daquilo que constitui o termo mais original da historiografia benjaminiana: a “imagem dialética”, “É uma imagem que lampeja. É assim, como uma imagem que lampeja no agora da cognoscibilidade, que deve ser captado o ocorrido. A salvação que se realiza deste modo [...] não pode se realizar senão naquilo que estará irremediavelmente perdido no instante seguinte.” [N 9,7] O que Benjamin chama de “dialética na imobilidade” [N 3, 1] é a fixação vertical, momentânea e fugaz da superposição entre o agora e o ocorrido. Esse conhecimento em forma de lampejo é o exato oposto do historicismo que se acomoda no postulado de que “A verdade não nos escapará” (GS I, 695; Teses, p. 62).
Do alto grau de exigência e da dificuldade de escrever a história por meio de 
“imagens históricas autênticas”, nos dá uma idéia este testemunho de Benjamin numa carta (de 9/10/1935) a Gretei Adorno. Referindo-se ao ensaio “A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica”, que acabou de concluir, ele escreve: “Com isso, realizei em um exemplo decisivo a minha teoria do conhecimento, que se cristaliza em torno do conceito [...] do ‘agora da cognoscibilidade’. Encontrei aquele aspecto da arte do século XIX que é cognoscível só ‘agora’, que não o foi nunca antes e nunca o será depois. (GS V, 1 148) — Esse desafio se coloca também para as nossas leituras dos textos de Benjamin.

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.     

Postado por Vitruvius Pollio às 2:37 AM Nenhum comentário:
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candidato a presidente (e, também, candidato a reeleição a governador, mas o primeiro em destaque) respondem às suas acusações apontando um dedo (enquanto muito mais do que os outros três estão voltados em retorno)

Postado por Vitruvius Pollio às 2:14 AM Nenhum comentário:
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10.9.26

Brian De Palma • Carrie, a estranha • Cinemateca Brasileira

Brian de Palma é um dos meus preferidos da sua geração hollywoodiana (a última boa). Filmes sempre recheados de citações, especialmente de Hitchcock. (no Dressed to Kill, ele passa tanto desse limite de usar apenas citações, dando volta de 360°, até ficar perfeito, fora a trilha de Pino Donaggio, tão longe da estrutura de Bernard Herrmann, onde ocorre o mesmo. Mas saindo do meu filme preferido dele, vamos para o: Carrie [que tem também a Nancy Allen e Donaggio]). 

Carrie White, uma adolescente retraída e sensível, sofre bullying dos colegas e abusos da mãe, uma fanática religiosa. Quando começa a suspeitar que possui poderes sobrenaturais, a situação toma um rumo sombrio e violento.

John Travolta todo jovial. Só não está dançando (Embalos) ou operando som para o próprio De Palma.

Direção
Brian De Palma
Duração
98 min
Elenco
Sissy Spacek, Piper Laurie, Amy Irving, William Katt, Nancy Allen, John Travolta
Música
Pino Donaggio 
 

1976 — 50 anos depois

 

Cinemateca Brasileira

Sala Grande Otelo

09/09/26

20h30
Postado por Vitruvius Pollio às 2:09 AM Nenhum comentário:
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9.9.26

mendonça afasta diretor da pf e cruza as linhas do judiciário – ICL

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Contraponto: Os Filhos dos Outros • Teresa Valero

Madri, 1956. Léon Lenoir, filho de um comunista morto durante a Guerra Civil Espanhola, e Emilio Sanz, militante falangista, trabalham na editoria policial do jornal La Capital. Juntos, eles investigam crimes que entram em choque com a imagem idílica que o ditador tenta projetar do país. A busca incansável pela verdade por trás de um suposto suicídio os levará a confrontar a repressão da ditadura e a revelar uma trama sombria envolvendo alguns dos médicos mais prestigiados do regime.

Em Contraponto, Teresa Valero entrega um magistral thriller social que escancara as mentiras de um franquismo capaz de sufocar, com seus tentáculos, qualquer forma de dissidência.

Contraponto consolidou Teresa Valero como uma das grandes vozes dos quadrinhos espanhóis contemporâneos, conquistando em 2026 o prêmio de Melhor Obra Espanhola na Comic Barcelona, a mais importante premiação de quadrinhos da Espanha.

A edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura, 152 páginas em cores, impressas em papel couchê de alta gramatura.

Teresa Valero nasceu em Madri, Espanha, em 1969. Iniciou sua carreira na animação, atuando na produção de séries como As Aventuras de Tintim, Babar e A Pantera Cor-de-Rosa, além de longas-metragens como Asterix na América. Em 1996, cofundou o estúdio Tridente Animación ao lado de artistas como Juan Díaz Canales, participando da produção de obras como a adaptação de Corto Maltese e o filme Asterix e os Vikings. Estreou nos quadrinhos em 2008 como roteirista da série Sorcelleries, ilustrada por Juanjo Guarnido, cocriador de Blacksad. Em seguida, escreveu Curiosity Shop (2011) e Gentlemind (2020). Em 2021, lançou Contraponto: Os Filhos dos Outros, seu primeiro trabalho como autora completa e uma das HQs espanholas mais elogiadas dos últimos anos. Paralelamente à carreira nos quadrinhos, Valero leciona storyboard em universidades e escolas de arte de Madri. 

Capa dura
Formato 21 x 27,5 cm
152 páginas
ISBN 9786584191082
edição: Ferréz e Thiago Ferreira
Postado por Vitruvius Pollio às 12:23 AM Nenhum comentário:
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7.9.26

continua/CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ/Antoni Pladevall i Font

 
ESTERRI DE
CARDÓS 
 
Sant Pau i Sant Pere d’Esterri
de Cardós
Santa Maria de Ginastarre
FONT, Antoni Pladevall i. CATALVNYA ROMÀNICA XV EL PALLARS: EL PALLARS SOBIRÀ, EL PALLARS JVSSÀ / Coordinador científic de l’obra Joan-Albert Adell i Gisbert Arquitecte. Amb la col·laboració de la Generalitat de Catalunya i sota l’alt patrocini de L’Organització de les Nacions Unides per a l’educació, la ciència i la cultura (UNESCO). — Barcelona: Fundació Enciclopèdia Catalana, 1993.  
Postado por Vitruvius Pollio às 2:53 AM Nenhum comentário:
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6.9.26

Boucq/Boca do diabo/Bouche du Diable/entra

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). Boca do diabo / Bouche du Diable / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Thiago Ferreira; revisão Alexandre Barbosa de Souza; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2020. 

Postado por Vitruvius Pollio às 11:55 PM Nenhum comentário:
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Boucq/A Mulher do Mágico/La Femme du Magicien/sai

BOUCQ, François (1955- ); CHARYN, Jerome (1937- ). A mulher do mágico / La Femme du Magicien / François Boucq, Jerome Charyn; tradução Flávia Yacubian; edição Ferréz e Thiago Ferreira. — São Paulo: Comix Zone!, 2024.
Postado por Vitruvius Pollio às 11:54 PM Nenhum comentário:
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Tentáculos

  • Todo Nazareth – Obras Competas – ÁguaForte
  • Cinco advertências sobre a Voragem, de Willy Corrêa de Oliveira – Luzes no Asfalto
  • Com Villa-Lobos, de Willy Corrêa de Oliveira – Edusp
  • Passagens, de Willy Corrêa de Oliveira – Luzes no Asfalto
  • Educar: para qual sociedade?, de Giulio Girardi – Luzes no Asfalto
  • Ulysses • James Joyce • Sirens/Sereias • xi • Alexandre Barbosa de Souza & Willy Corrêa de Oliveira – Costura Japonesa (麻の葉杜氏; asanoha toji)
  • The Fall of the House of Usher • A Queda do Solar de Usher • Edgar Allan Poe • Paulo Vidal de Castro – pessoal – capa dura com tecido • 2025
  • Rilke: Poemas – Luzes no Asfalto
  • Na Prisão, de Egon Schiele – Luzes no Asfalto
  • O Despertar da Primavera & Mine-Haha, de Frank Wedekind – Luzes no Asfalto
  • Frank Wedekind em memória Marcelo Martorelli Vessoni • Lulu • O espírito da terra • A caixa de Pandora • Morte e diabo / e texto de Karl Kraus – pessoal – capa dura com tecido
  • Simona Cavuoto, O violino na metrópole – ÁguaForte
  • Santoro Inédito – ÁguaForte
  • Contraluz, de Marcus Siqueira – Selo Sesc
  • O diabo na mesa dos fundos, de Wesley Barbosa – Selo Povo
  • A Revolução dos Feios, de Ni Brisant – Selo Povo
  • Amanhecer Esmeralda • Ferréz • Claudio Furton – Selo Povo
  • O Datilógrafo do Gueto, de Ferréz – Selo Povo
  • Ningém é inocente em São Paulo, de Ferréz – Selo Povo
  • Cronista de um Tempo Ruim, de Ferréz – Selo Povo
  • Cronista de um Tempo Ruim, de Ferréz – Selo Povo
  • My Way – a periferia de moicano, de Valo Velho – Selo Povo
  • Faquir, de Paulo Vidal & Otacílio Lopes
  • DVD – City One Minutes - São Paulo / theoneminutesfoundation; F BKVB; 1 minuto; Masp; Galeria Olido; Galeria Cantral
  • Luzes no Asfalto (logo)
  • Anoitecer, de Paulo Vidal de Castro – Cinema Olido; Veneza; Holanda; DVD
  • Praça da Sé, de Paulo Vidal de Castro – Cinema Olido; Veneza; Holanda; DVD
  • tmese, de Paulo Vidal de Castro – Masp
  • Jaguadarte, de Paulo Vidal de Castro – Bloomsday
  • ♩≠, de Paulo Vidal de Castro – CCBB; CineSesc; Masp; MIS; DVD
  • Terraço Paulista (logo) – restaurante na R.São Carlos do Pinhal
  • Ferréz (logo)
  • Ferréz (logo)
  • Instituto 1Dasul (logo)
  • Literatura Marginal (diagramação de coleção)
  • *Luzes no Asfalto* (logo)
  • editora *Luzes no Asfalto*
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  • Limpa Brasil (revisão do logo)
  • Planer Astrológioco Titi Vidal a partir de 2020 • Capa e projeto gráfico: Thais Vilanova • Diagramação: Paulo Vidal de Castro
  • Fragmentos do livro-objeto "Alice Através do Espelho"
  • Palestra sobre Edgar Poe na Casa das Rosas
  • Palestra sobre Poe, de Paulo Vidal de Castro
  • Αθήνα Ελλάδα • Atenas, Grécia
  • Fernando Sor (1778-1839) Op6, No8 em Dó maior • Paulo Vidal de Castro
  • Johann Sebastian Bach (1685-1750) / Sarabande / Suite III BWV995 • Paulo Vidal de Castro
  • Willy Corrêa de Oliveira (1938- ): Gravura nº1 / Haikai [El testament d’Amèlia] • Paulo Vidal de Castro
  • Kenneth Anger (Kenneth Wilbur Anglemeyer, 3/2/1927 – Yucca Valley, 11/5/2023)
  • Peter Kubelka
  • Entrevista do Gilberto Mendes, de Paulo Vidal de Castro
  • Arditti Quartet • Festival Música Nova • Sesc Vila Mariana • 2007
  • Kazuhito Yamashita 山下和仁 [ギター] • 1961—2026
  • MI 65 & 66 • Música Impossível • Ruggero Ruschioni • A música de Conlon Nancarrow - Primeiro Programa
  • MI 65 & 66 • Música Impossível • Ruggero Ruschioni • A música de Conlon Nancarrow - Segundo Programa
  • Anthony Braxton • Sesc Lina Bo Bardi
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  • Wadada Leo Smith • Sesc Vila Mariana
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