6.6.26

entra/Demônio da mão de vidro/Harlan Ellison/Marshall Rogers

ELLISON, Harlan (1934-2018); Rogers, Marshall (1950-2007). Demônio da mão de vidro / Demon with a Glass Hand / escrito por Harlan Ellison; desenhado por Marshall Rogers; cores Chris Goldberg, Rene Reynolds, Marshall Rogers; 1986. — São Paulo: Editora Globo; DC Comics, 1989

Boris Schnaiderman/Tradução, Ato Desmedido/sai

SCHNAIDERMAN, Boris (1917-2016). Tradução, Ato Desmedido / Boris Schnaiderman; Coleção Debates dirigida por J.Guinsburg. — São Paulo: Perspectiva, 2011. (Debates 321)
 
dei uma (re)espiada em: 
ALIGHIERI, Dante (1265-1321). A divina comédia: Inferno, Purgatório e ParaísoLa Divina Commedia: ParadisoPurgatorio & Inferno / Edição bilíngüe / Dante Alighieri; tradução e notas de Italo Eugenio Mauro.  São Paulo: Ed.34, 1988.
BÁBEL, Isaac (1894-1940). No campo da honra e outros contos / Isaac Bábel  Исаа́к Ба́бель; organização, tradução, posfácio e notas Nivaldo dos Santos; prefácio Boris Schnaiderman São Paulo: Ed.34, 2014. (Coleção Leste)
BARONE, Orlando. Diálogos Borges Sabato / Jorge Luis Borges (1899-1986); Ernesto Sabato (1911-2011); 1976. 1aed Buenos Aires: Emecé Editores, 2007.
_________________. Diálogos: Borges Sabato / compilados por Orlando Barone; 1976; tradução Maria Paula Gurgel Ribeiro. 1
areimpressão São Paulo: Globo, 2005.

BENJAMIN, Walter (1892-1940)Escritos sobre mito e linguagem (1915-1921) / A tarefa do tradutor / Walter Benjamin; organização e notas Jeane Marie Gagnebin; tradução Susana Kampff Lages e Ernani Chaves. —2a ed— São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2013. (Coleção Espírito Crítico).
_________________.
 Linguagem, Tradução, literatura (Filosofia, teoria e crítica/ Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Gesammelte Schriften. —1a ed; 1a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2024. (Filô/Benjamin) 
BORGES, Jorge Luis (1899-1986). Obras Completas vol ii 1952-1972 / O Fazedor/ El Hacedor / Jorge Luis Borges; tradução Josely Vianna Baptista. São Paulo: Editora Globo, 2000.
_________________. 
Obras Completas vol iv 1975-1988 / 
Textos Cativos / Textos Cautivos / Jorge Luis Borges; tradução Sérgio Molina São Paulo: Editora Globo, 2000.
 
CAMPOS, Augusto de (1931- ). Belli, Diabolus in Poesia. À margem da margem / Augusto de Campos.  São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
CAMPOS, Haroldo de (1929-2003). Metalinguagem e outras metas: ensaios de teoria e crítica literária / Haroldo de Campos.  São Paulo: Perspectiva, 2013.  (Debates; 247 / dirigida por J.Guinsburg)   
 
CORTÁZAR, Julio (1914-1984). Último Round Tomo I & Tomo II / Julio Cortázar; 1969. México: Siglo Veintiuno Editores, 2006.

DOSTOIÉVSKI, Fiódor (1821-1881). Dostoiévski Prosa Poesia / “O senhor Prokhartchin Господин Прохарчин” Fiódor Dostoiévski Фёдор Достое́вскийBoris Schnaiderman; traduções de Boris Schnaiderman; tese de livre-docência sobre este conto Boris Schnaiderman; produção Plínio Martins Filho São Paulo: Perspectiva, 1982.  (Signos; 8 / dirigida por Haroldo de Campos)
_________________. 
O eterno marido Вечный муж Fiódor Dostoiévski Фёдор Достое́вскийtradução, posfácio e notas Boris Schnaiderman3a ed São Paulo: Ed.34, 2010. (Coleção Leste) 
GÓGOL, Nikolai (1809-1852). O capote e outras histórias / Nikolai Gógol  Николай Гоголь; tradução, posfácio e notas Paulo Bezerra São Paulo: Ed.34, 2010. (Coleção Leste) 
HUXLEY, Aldous (1894-1964). Admirável mundo novo / Aldous Huxley; tradução Lino Vallandro e Vidal Serrano. 
 São Paulo: Globo, 2001. 
JAKOBSON, Roman. Lingüística. Poética. Cinema. / Roman Jakobson.  São Paulo: Editora Perspectiva, 1970. 
MAIAKÓVSKI, Vladimir (1893-1930). Maiakóvski poemas / Vladimir Maiakóvski Владимир Маяковскийtraduções de Boris Schnaiderman, Augusto de Campos e Haroldo de Campos. 6aed1areimpressão— São Paulo: Perspectiva, 2002.  (Signos; 10 / dirigida por Haroldo de Campos) 
MANN, Thomas (1875-1955). A Montanha MágicaDer Zauberberg / Thomas Mann; 1924; tradução por Herbert Caro.  São Paulo: Editora Globo, 1952.  (Coleção Nobel / Vol G 35) 
 
MENDES, Murilo (1901-1975). Poesia Completa e Prosa / Murilo Mendes; organização, preparação do texto e notas Luciana Stegagno Picchio; fortuna crítica Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Giuseppe Ungaretti, Ruggero Jacobbi, Jorge Andrade, Haroldo de Campos; homenagens poéticas Manuel Bandeira, Alphonsus de Guimaraens Filho, Jean Arp, Alexandre Eulálio, Aldo Palazzeschi, Lélia Coelho Frota, Sophia de Mello Breyer-Andresen, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Ramos Rosa, João Cabral de Melo Neto. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997. 4v (Biblioteca Luso-brasileira. Série brasileira) 
PIGNATARI, Décio (1927-2012). Poesia, pois é poesia: 1950-2000 / Décio Pignatari.  Cotia, SP: Ateliê Editorial; Campinas SP: Editora da UNICAMP, 2004.

POUND, Ezra Loomis (1885-1972). ABC da Literatura / ABC of Reading / Ezra Pound; organização e apresentação da edição brasileira Augusto de Campos; tradução Augusto de Campos e José Paulo Paes.  São Paulo: Editora Cultrix, 2001.
_________________. Poesia / Ezra Pound; tradução, organização e notas de Augusto de Campos; traduções de Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos, José Lino Grünewald e Mário Faustino; textos críticos de Haroldo de Campos São Paulo: HUCITEC; Brasília: Ed.Universidade de Brasília, 1993.
PÚCHKIN, Aleksandr (1799-1837). A dama de espadas: prosa e poemas / Пиковая дама / Aleksandr Púchkin Алекса́ндр Пу́шкин; tradução de Boris Schnaiderman e Nelson Ascher.  São Paulo: Ed.34, 1999. 
 
ROSA, João Guimarães (1908-1967). Grande sertão: veredas / João Guimarães Rosa; fac-símile de poema de Carlos Drummond de Andrade; prefácio Paulo Ronai Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
SCHNAIDERMAN, Boris (1917-2016). A poética de Maiakóvski através de sua Prosa/ Boris Schnaiderman; revisão Boris Schnaiderman; produção Plínio Martins Filho; Coleção Debates dirigida por J.Guinsburg. —reimpressão 1984 São Paulo: Perspectiva, 1971. (Debates 39) 

  
Poesia Russa Moderna / traduções de Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Boris Schnaiderman.  6.ed rev e ampl.  São Paulo: Perspectiva, 2001.  (Signos; 33 / dirigida por Haroldo de Campos)
 
dei uma (re)espiada em: 
EISENSTEIN, Serguei. 1898-1948. Outubro / Октябрь / Serguei Eisentein / Сергей Эйзенштейн; patrocinados pelo governo soviético em honra ao décimo aniversário da Revolução de Outubro; 1927; trilha de Dmitri Shostakovich [Дмитрий Шостакович], 1966 São Paulo: Continental, Sesi. 
 
Eu já anotei: O meu preferido dele até então (talvez de todos?), mesmo com cenas retiradas.”   Schnaiderman diz o mesmo. Ele comenta daquela boa passagem, no início do assalto do Palácio de Inverno (em 1917). Um lado: comunistas, o povo. Outro: cadetes e as mulheres do Batalhão da Morte. De um lado alguém grita: A mãe!!. Do outro: A tua!!!. Próximo corte: quadros do Ermitaj (Госуда́рственный Эрмита́ж) que representam a maternidade, sublinhando tal palavra virar xingamento, idêntico ao português.
 As cenas do museu estão cortadas neste DVD.
 
dei uma (re)ouvida em: 
 
“Sonata Dante” de Franz Liszt (1811-1886), tocada por Daniel Barenboim (1981  Deutsche Grammophon) 

continua/Bertolt Brecht/Poesia/introdução & tradução André Vallias/SANTA MONICA [1941-1947]

5. SANTA MONICA [1941-1947] 
[DOS DIÀRIOS 1941-1947]
3.10.42
Eisler toca para Winge e Herbert Marcuse as Elegias e alguns dos Epigramas Finlandeses. Ele não consegue se libertar completamente  quando fala sobre essas composições, não quando as compõe  da visão convencional de que se trata de pequenas obras de circunstância, pouco significativas, à maneira de uma anotação de diário, ou talvez espere apenas encontrar contradição quando fala tão "modestamente" e que alguém, por exemplo, lhe diga que essas coisas importantes são insignificantes para o compositor, não nós (o modesto gesto de Bruckner). Mas, na verdade, as composições têm uma importância real, também enquanto música provavelmente, porém seguramente para os epigramas, incentivando uma leitura investigativa, um estudo de escavação. Estes são poemas completos, eles contêm, por causa de sua natureza lacônica, não menos do que um longo poema.

19.10.42
Interessante como o estrangulamento da função estrangula a pessoa.
O ego torna-se disforme quando não é mais abordado, encarado, dominado.
A autoalienação se inicia.
 
20.10.42
O que eu gosto de fazer é regar o jardim. Curioso como a consciência política influencia todas essas atividades diárias. De onde mais vem a preocupação de que uma parte do gramado possa ser negligenciada, que a pequena planta ali receba nada ou bem menos, que a velha árvore ali possa ser negligenciada por parecer tão forte. E que todo verde, erva daninha ou não, precisa de água;
e a gente descobre tanto verde na Terra quando começa a regar.
[...]
25.6.43
Eisler escreveu dois grandes ciclos para seu Pequeno Livro de Canções Hollywoodiano, poemas de Anacreonte e poemas de Hölderlin.
Aqui fica visivel a possibilidade de se chegar a coros dramáticos, uma vez que as composições são agora total e completamente gésticas.
 
9.8.43
Quando, no domingo passado, Thomas Mann se inclinou para trás, com as completamente bestial. O colarinho falou. Nenhuma luta foi mencionada nem mãos no colo, e disse: Sim, meio milhão deve ser morto na Alemanha, soou reivindicado para essa matança, tratava-se de castigo frio, e onde a higiene
como fundamento já seria animalesco, o que aí é vingança (pois isso era ressentimento do animal).
 
9.8.43
Regar o jardim para encorajar o verde. E: A cidade natal, como vou encontrá-la? Mas uma obra poética completa deve ter uma história (interior) que possa estar em harmonia ou contraste com a história exterior. Penso em algo como as "fases" dos pintores, no nosso tempo, de Picasso, por exemplo.
Por mais desordenadas que as impressões possam ser, por mais arbitrárias que sejam as intervenções nestes anos — o que eu escrevo de poemas mantém sempre o seu caráter experimental, e as experimentos organizam-se numa certa relação entre si, e a leitura dificilmente pode proporcionar um gozo adequado se, por exemplo, um poema como o primeiro também não puder ser apreciado em sua novidade no todo de produção, como domesticum.
 
24.8.43
Os grandes crimes só são possíveis por meio de sua incredulidade. Fraude comum, mentira simples, apropriação com um mínimo grau de vergonha, atinge muitos desprevenidamente. Os espíritos mais sutis recusam-se a suspeitar de enganos primitivos, já desconfiados, são ainda demasiadamente exigentes ao postularem crimes sofisticados e magistralmente refinados. Recusam-se com indignação a confundir estadistas com ladrões de cavalos, generais com especuladores da bolsa, e assim as roubos de cavalos e as especulações na boba permanecem completamente incompreensíveis para eles. Naturalmente, eles procuram, com razão, a astúcia entre os grandes, mas é uma astúcia limitada à execução dos delitos. Os golpes que cometem nem sempre são letais.
Passam a perna no povo com belos discursos que não devem tornar as suas vítimas incapazes de trabalhar, apenas mentalmente incapazes.

8.9.43
Thomas Mann, ouço de uma testemunha auricular, anda agora dizendo por aí esses esquerdistas como Brecht cumpriam ordens de Moscou quando tentaram persuadi-lo a declarar que deve ser feita uma distinção entre Hitler e a Alemanha. O réptil não consegue imaginar que se possa fazer alguma coisa pela Alemanha (e contra Hitler) sem ordens vindas de algum lado e que se posso até por si só, digamos por convicção, ver na Alemanha algo além de um grande público leitor. E notável a perfídia com a qual o casal Mann — sua esposa é muito ativa nisso — espalha tais suspeitas, que, como eles sabem,
podem fazer grande mal a qualquer um.
[...]
11.11.43
Leio em 19th Century and After uma reportagem sobre o extermínio dos judeus na Polônia. Desejo que nunca mais se volte a falar ou a escrever sobre homem alemão, que não atribuamos essas qualidades a cada um de nós!
Todas estas expressões — engenhosa capacidade de venda da ciência alemãtemperamento alemãocultura alemã, conduzem inevitavelmente a estas ignomínias alemãs. Somos justamente a raça que deve começar a chamar nosso país de número II e pronto. A Alemanha não deve se emancipar como nação, mas como povo, mais precisamente como classe trabalhadora. Não foi nunca uma nação, mas foi uma nação, ou seja, jogou o jogo das nações pelo poder mundial e desenvolveu um nacionalismo fedorento.
[como o que é feito atualmente em relação à religião judaica, a mãe de todas as religiões modernas dos últimos 20 séculos, do cristianismo ao Alcorão. A eterna confusão entre a religião, julgando ser igual aos políticos que estão no poder de Israel mais os políticos evangélicos brasileiros. E normalmente pensada pelos pós-pós-cristãos latino americanos. Como um fusion.] 
 
20.6.44
Trabalho numa nova série de foto-epigramas. Uma vista geral dos antigos, em parte originados nos primeiros tempos da guerra, revela que não tenho quase nada a eliminar (politicamente nada mesmo), com o aspecto constantemente em mudança da guerra, é uma boa prova do valor do meu modo de observação.
São agora mais de sessenta quartetos, e com Terror e Misério do Terceiro Reich, os volumes de poesia e talvez Cinco Dificuldades em Escrever o Verdade, a obra dará um relato literário satisfatório sobre o tempo do exílio.

BRECHT, Bertolt. 1898-1956. Poesia / Bertolt Brecht (Eugen Bertholt Friedrich Brecht); 300 poemas (edição bilíngue); fragmentos dos diários, anotações autobiográficas, 20 textos sobre poesia; seleção, introdução & tradução André Vallias; texto de 2a capa Augusto de Campos; e 3a capa Lion Feuchtwanger (1928).  São Paulo: Perspectiva, 2019. – (Coleção Signos; 60 / dirigida por Augusto de Campos)

3.6.26

Enquanto leio: Boris Schnaiderman/Tradução, Ato Desmedido

SCHNAIDERMAN, Boris (1917-2016). Tradução, Ato Desmedido / Boris Schnaiderman; Coleção Debates dirigida por J.Guinsburg. — São Paulo: Perspectiva, 2011. (Debates 321)
 
dou uma (re)espiada em: 
DOSTOIÉVSKI, Fiódor (1821-1881). Dostoiévski Prosa Poesia / “O senhor Prokhartchin Господин Прохарчин” Fiódor Dostoiévski Фёдор Достое́вскийBoris Schnaiderman; traduções de Boris Schnaiderman; tese de livre-docência sobre este conto Boris Schnaiderman; produção Plínio Martins Filho São Paulo: Perspectiva, 1982.  (Signos; 8 / dirigida por Haroldo de Campos)

entra/nancarrow/player piano vol1/sai

Player Piano Vol. 1 - Nancarrow Studies for Player Piano Vol. 1

Player Piano 1

Conlon Nancarrow (1912-1997)
Studies for Player Piano Vol. 1: Nr. 1-12

Bösendorfer-Ampico- Selbstspielflügel 
Germany 

Enquanto leio: Boris Schnaiderman/Tradução, Ato Desmedido

SCHNAIDERMAN, Boris (1917-2016). Tradução, Ato Desmedido / Boris Schnaiderman; Coleção Debates dirigida por J.Guinsburg. — São Paulo: Perspectiva, 2011. (Debates 321)
 
dou uma (re)espiada em: 
BÁBEL, Isaac (1894-1940). No campo da honra e outros contos / Isaac Bábel  Исаа́к Ба́бель; organização, tradução, posfácio e notas Nivaldo dos Santos; prefácio Boris Schnaiderman São Paulo: Ed.34, 2014. (Coleção Leste) 

2.6.26

Enterrei Todos no Meu Quintal • Luckas Iohanathan

Contada a partir de fragmentos, acompanhamos a vida de Júlia, da infância à velhice. Entre descobertas, erros e a inevitável solidão, ela transforma memórias em raízes, enterrando em seu quintal todos aqueles que, de alguma forma, ajudaram a compor sua história. Uma narrativa sobre o amadurecimento e a delicada arte de existir.

Luckas Iohanathan — autor de Como Pedra, vencedor do Prêmio Jabuti 2024 — é uma das vozes mais potentes dos quadrinhos brasileiros contemporâneos, e Enterrei Todos no Meu Quintal é um de seus primeiros trabalhos. Originalmente publicada de forma independente e digital em 2021, a graphic novel ganha agora sua primeira edição impressa.

A edição tem acabamento de luxo, com capa dura, 120 páginas em preto e branco, impressas em papel pólen bold de alta gramatura.

Luckas Iohanathan nasceu em 1994, na cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Formado em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, encontrou nas histórias em quadrinhos sua verdadeira paixão. O Monstro Debaixo da Minha Cama, sua primeira obra, foi publicada gratuitamente na internet, em 2020, sendo indicada ao 33º Troféu HQMix nas categorias Publicação Independente de Edição Única e Novo Talento – Roteirista. A obra venceu a 2ª edição do Prêmio Geek de Literatura, em 2023. No ano seguinte, seu trabalho Como Pedra, publicado pela Comix Zone, foi laureado com o Prêmio Jabuti, na categoria Histórias em Quadrinhos. Trabalha como diretor de arte e ilustrador freelancer há quase dez anos.


Capa dura
Formato 15,7 x 22,5 cm
120 páginas
ISBN 9786598916930
edição: Ferréz e Thiago Ferreira