10.11.25

The Fall of the House of Usher • A Queda do Solar de Usher • Edgar Allan Poe • Paulo Vidal de Castro

The Fall of the House of Usher

A Queda do Solar de Usher

Autor Edgar Allan Poe

Tradução, Projeto Gráfico & Encadernação Manual Paulo Vidal de Castro

Revisão Thais Vilanova

Deu um pitaco na tradução do poema central Lluis Vilanova

Fonte Rialto

Papel Avena 80g/m2

Papel da folha de guarda • Color Plus A5 180g/m² • azul marino

Tecido Saphir • bordeaux

edição de 2025 

direito autoral © Paulo Vidal de Castro

caderno tipo fólio 

com costura panfleto (3 pontos)

São Paulo/2023

capa dura com tecido

Traduzido a partir de:

POE, Edgar Allan. The Collected Tales and Poems of Edgar Allan Poe. New York: The Modern Library, 1992.

Bibliografia

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_________________. Rua de mão única
São Paulo: Editora Brasiliense, 2000.
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São Paulo: Editora Brasiliense, 2000.
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1ed 1reimp  Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.  (Filô/Benjamin)
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_________________. Rua de mão única
Infância berlinense: 1900 / Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Einbahnstraße; Berliner Kindheit um 1900. —1a ed; 4a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2022. (Filô/Benjamin)

_________________. Linguagem, Tradução, literatura (Filosofia, teoria e crítica
/ Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Gesammelte Schriften. —1a ed; 1a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2024. (Filô/Benjamin)
_________________. Passagens. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
_________________. Walter Benjamin: uma biografia / Bernd Witte
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MALLARMÉ, Stéphane. Mallarmé /
Stéphane Mallarmé / Poema Le Tombeau dEdgar Allan Poe traduzido por Augusto de Campos; bilíngue. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002.
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________. Poesia e Prosa: Obras Completas, 3 volumes / The Complete Tales and Poems of Edgar Allan Poe / volume 1: Teatro; Poemas Escritos na juventude; Prosa / volume 2: Prosa / volume 3: Contos humorísticos; Crítica; Ensaios diversos; Apêndice/ Traduzidos por Oscar Mendes e Milton Amado. Estudos biográficos e críticos por Hervey Allen, Charles Baudelaire e Oscar Mendes de uma breve cronologia e de uma bibliografia. Porto Alegre: Livraria do Globo, 1944.
________. Ficção Completa, Poesia & Ensaios / Organizados, Traduzidos e Anotados por Oscar Mendes com a colaboração de Milton Amado. Estudos biográficos e críticos por Hervey Allen, Charles Baudelaire e Oscar Mendes de uma breve cronologia e de uma bibliografia. Ilustrações de Eugênio Hirsch e Augusto Iriarte Gironaz. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2001.
________. Histórias Extraordinárias. Traduzido por Brenno Silveira e outros.
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________. Eureka, Marginalia, La Filosofia de La Composición: por Edgar Allan Poe / Versión directa de Carlos María Reyles. Buenos Aires: Emecé Editores, S.A., 1944.
________. Il Corvo / Traduzione e Introduzione di Mario Praz; Illustrazioni di Gustave Doré. Milano: Rizzoli Editore, 1974.
________. “O Corvoe suas traduções / Organizado por Ivo Barroso; notas e dados biográficos por Ivo Barroso; nota por Carlos Heitor Cony; todas traduções para português e duas para francês; bilíngue.
Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 2000.
________. Os Melhores Contos de Edgar Allan  Poe / Traduzido por José Paulo Paes; Edgar Allan Poe: o que em mim sonhou está pensando: estudo crítico por Lucia Santaella.
São Paulo: Círculo do Livro, 1984.
________. Poesia e Prosa / Traduzido por Oscar Mendes e Milton Amado. Notícia bibliográfica por Hervey Allen. Estudo crítico por Baudelaire.
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VIDAL DE CASTRO, Paulo; LOPES, Otacílio. Amontilhado / Paulo Vidal de Castro, Otacílio Lopes. inacabado.
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FILMOGRAFIA

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Fellini, Federico; Roger, Vadim & Louis Malle. História Extraordinárias da obra de Edgar Allan Poe. 1969
.
VIDAL DE CASTRO, Paulo. O Corvo / The Raven / Paulo Vidal de Castro; ator Oberdan Quintino; equipe Fred, Thais Vilanova, Otacílio Lopes, Thiago Senna. São Paulo, 2002.
________. POEsia REVERsível
/Paulo Vidal de Castro; Thais Vilanova, Otacílio Lopes. São Paulo, 2004.

CD
Walken, Christopher. The Raven. s.d.

Edgar Allan Poe

“Há em nós uma presença obscura de Poe,
uma latência de Poe. Todos nós,
em algum lugar de nossa pessoa, somos ele,
e ele foi um dos grandes porta-vozes do homem,
aquele que anuncia o seu tempo noite adentro.”Cortázar

Na obra de Poe, alguns elementos insinuados em um conto, desenvolvem-se mais amplamente em outro. O que é parte ou detalhe em um conto, torna-se espinha dorsal de outro. Cria-se, assim, um sistema de referências internas, rebatimentos de um conto a outro: duplicações, espelhamentos, labirintos textuais. Em todos os seus contos existem obsessões ficcionais. Comentaremos agora algumas destas características:

A loucura pessoal dentro da lógica racional

Segundo Cortázar, Edgar Allan Poe escrevia “sem compromissos exteriores, escritas a sós, divorciadas de uma realidade bem cedo considerada precária, insuficiente, falsa. E o orgulho assume ainda o matiz característico do egoísmo. Poe é um dos egoístas mais cabais da literatura. Se no fundo ignorou sempre o diálogo, a presença do tu, que é a autêntica inauguração do mundo, isto se deve ao fato de que só consigo mesmo se dignava a falar. Por isso, não lhe importava que os seres queridos o compreendessem. Bastava-lhe o carinho e o cuidado; não necessitava deles para a confidência intelectual (...). Por fim o egotismo desembocará na loucura. (...) A conseqüência inevitável de todo orgulho e todo egotismo é a incapacidade de compreender o humano, de se aproximar dos outros, de medir a dimensão alheia. Por isso, Poe não conseguirá criar nunca uma só personagem com vida interior; o chamado romance psicológico o teria desconcertado”. Criam-se assim “personagens anormais”, para utilizar o termo cortazáriano. O material que Edgar Poe utiliza para construir os personagens é apenas o que ele possui: ele mesmo.

Mulher Amada

A mulher amada morta apresenta-se sempre como uma constante, e o amante é sempre o seu assassino – consciente ou inconscientemente, direta ou indiretamente. A constante relação amante/amada na obra de Poe remete ao que será falado sobre a questão do duplo, e a dialética vida/morte implícita nesta.
O amante sempre acaba por idealizar a sua amada transformando-a em um signo, e, por conseqüência, matando-a. Citando o final do conto O Retrato Oval: “– É a vida, é a própria Vida que eu aprisionei na tela! E quando se voltou para contemplar sua esposa... Estava morta!” No conto Ligéia, se observarmos com atenção, não é Ligéia que ressuscita e sim os seus olhos, pois era a única coisa que o narrador dizia no início não conseguir definir. O resto era pura idealização, de um amante com assumida doença de memória, que só se lembrava de sua amada descrevendo-a como um mosaico de citações, ou seja, uma imagem construída por ele. Essa idealização apresenta-se como fuga, pois ao invés de relacionar-se diretamente com a mulher, e, conseqüentemente, com o lado perene da vida, o narrador prefere construir para ele um signo dela.

Em toda a obra de Edgar Allan Poe, seja em poesia, seja em prosa, a morte é representada simbolicamente pela aparência da mulher amada. Enquanto viva (sendo idealizada), tem os cabelos negros e encaracolados; e, quando morta (já idealizada), tem os cabelos loiros e lisos – mas todas elas apresentam uma testa avantajada (originada pela crença de Poe na frenologia).

Duplo/Morte/Espelhamento

“O leitor deve ter em mente
que a base de toda a arte da solução,
no que respeita esses assuntos,
deve ser encontrada nos princípios gerais
da própria linguagem”. Poe

O Duplo é presente em toda obra de Poe, justamente na época da invenção da máquina fotográfica que causou enorme impacto na época:
O registro do objeto nunca é o próprio objeto, e sim a sua representação. Um instante congelado e eternizado em uma fotografia apenas demonstra o seu inverso: a morte e a evanescência de cada instante vivido. Qualquer signo, em relação com o objeto, é um duplo. A única foto que se tem de Poe foi tirada um dia após a sua tentativa de suicídio.
O duplo aparece de várias formas na obra de Poe e manifesta-se tanto aos estados psicológicos quanto à linguagem e à estrutura, formando verdadeiras Gestalts compactas. Quebra-cabeças semióticos. Como disse Decio Pignatari após uma brilhante análise heurística do conto Berenice: “o conto de terror era afinal um puzzle”, e, segundo ele, o conto O Retrato Oval é uma “vinheta da alienação que o signo – a consciência do signo – produz em relação à vida”. O duplo chega até as formas mais radicais, como no conto William Wilson. Tanto a estrutura, como os procedimentos de linguagem, são decisivos para obter, nas palavras do próprio E. A. Poe, as “correntes subjacentes de significado”. Utilizando-se desses procedimentos, o escritor apresenta como constante, em toda a sua obra, uma obsessão pelos processos de inversão ou reversão do signo sobre si mesmo. Em 1925, W. Carlos Williams já percebia no escritor “o hábito, emprestado talvez da álgebra, de equilibrar suas frases no meio, ou de invertê-las na última cláusula, um sentido de jogo, como se se tratasse de objetos...”. Essa mesma fascinação de Poe foi demonstrada por Roman Jakobson no seu estudo do poema O Corvo: no refrão Never more/ Never more, tem-se o “never”: imagem especular de “raven” (corvo).

Decio Pignatari já disse que o escritor “compõe ao revés, no componedor, palavras e frases, assim Poe endereça a linguagem à sua função poética por processos anagramáticos e hipogramáticos...”.
Em toda obra de Poe o espelhamento é sempre uma constante. Ao compor as suas narrativas através de elaborada construção cerebral, ele rompe com a linearidade do discurso. O escritor usa de forma intensa jogos de inversão, que se manifestam tanto no nível anagramático lexical quanto na sintaxe das frases. Mas eles também aparecem na macroconstrução de todas as suas obras. A narrativa sempre é dividida em dois blocos, sendo que um é a inversão do outro.

No poema Raven, por exemplo, a ave surge como uma projeção e exteriorização do personagem (espelhamento – duplo), para conseguir colocar para fora, através do desabafo, os seus questionamentos. Como diz Poe, na Filosofia da Composição, ele o faz pela simples “autotortura”, e, como também é dito neste ensaio, pergunta motivado pela segurança de ter o controle da situação (que ele tanto busca, por temer as suas dúvidas e incertezas), pois sabe que terá apenas uma única resposta.
O poema, como já é de se esperar, apresenta uma estrutura dividida ao meio, sendo uma metade a inversão da outra. Na primeira, que tem como característica mais evidente o refrão “nada mais”, o personagem passa por um processo de auto-ilusão, imaginando coisas que quer que aconteçam, e banalizando os seus anseios e a sua decepção pelas ilusões que não se concretizam, com frases do tipo: “É apenas isso e nada mais”. Atitude que apenas torna patente a sua insegurança.
Na segunda parte ocorre o inverso: a crescente e contínua desilusão do personagem é refletida na imagem do Corvo (símbolo do mau agouro), pois, como dizem Jakobson e Pignatari, a ave é aquilo que diz (a desilusão) e diz a si mesmo (como a ave, no poema, fala com o personagem, e, como foi dito, ela fala a si mesmo, ela não é nada mais nada menos que a projeção do personagem).
Poe percebeu que na impressão tipográfica os caracteres são colocados na prensa de forma “espelhada” – o escritor deve ter tido um dos insights que originaram esta característica marcante no seu estilo. No conto Xizando um Editorial, por exemplo, foi incorporada de maneira metalingüística no seu texto.
Podemos perceber o espelhamento de toda a estrutura em várias de suas obras. N’O Barril de Amnontillado, por exemplo, onde – na metade do conto – aparece o “intervalo entre dois colossais pilares de teto das catacumbas”, que é o elemento mais importante da narrativa.
O conto A Queda da Casa de Usher é espelhado de várias formas diferentes. Bem no centro do texto, há um poema diagramado em ziguezague que reflete uma fenda também descendo em ziguezague bem no meio da casa, onde esta é divida no final do conto. Logo no início o narrador vê a própria casa no espelhamento do eco no lago e sente o reflexo “com um tremor ainda mais forte do que antes". Até a imagem do quadro pintado por Usher na primeira parte ecoa com o local onde ele enterra a sua irmã (o túnel ou adega).
Na verdade, a casa e os Ushers eram uma coisa só. Existiam "janelas vazias, semelhando olhos". Os gêmeos, a casa e seu espelhamento gêmeo no lago morrem todos juntos.“Nos livros de Edgar Poe, [segundo Baudelaire] o estilo é cerrado, concatenado; (...) todas as idéias, como flechas obedientes, voam para o mesmo alvo.”

Sons a partir de Poe

Poe e Anton Webern

“assim como uma intensa paixão pelas sutilezas,
talvez mesmo mais do que pelas belezas ortodoxas
e facilmente reconhecíveis,
da ciência musical.”A Queda da Casa de Usher, Poe

Podemos encontrar diversas semelhanças estruturais entre as obras poeana e weberniana. Uma delas é a fixação por formas espelhadas. Webern radicalizou o dodecafonismo schoenberguiano, com utilização das formas espelho, caranguejo e retrógrado construindo espelhamentos em todos os sentidos, construindo diamantes musicais, o que levou Herbert Eimert a denominá-lo “o arquiteto monádico da forma-espelho” – Poe foi denominado por muitos como o engenheiro dos espelhos. Assim, como o escritor, o compositor buscava montar estruturas simétricas e bipartidas, tanto nas macro como nas micro-estruturas.

É consenso geral nomear Edgar Allan Poe como o criador dos contos curtos. Para o escritor, cada conto deveria ser lido em “uma sentada”, o que o levou a buscar sempre o máximo de concentração e brevidade. Assim também fez o compositor vienense, compondo obras que duram entre dois e três minutos, com movimentos de poucos segundos, verdadeiros haicais sonoros. Ambos usaram com muita importância tanto o silêncio quanto o espelhamento geral da estrutura.

Outros

Poe influenciou direta, ou indiretamente, vários outros compositores. Ravel tinha-o como grande professor de composição e Debussy – que tem como uma de suas primeiras obras-primas o Prelúdio à tarde de um fauno, a partir de um poema de Mallarmé (enorme discípulos de Poe) – passou os últimos anos tentando compor a ópera A Queda da Casa de Usher, que nunca concluiu.

Imagens a partir de Poe


Vários pintores e gravuristas foram influenciados por Poe, inclusive os que fizeram obras a partir de seus textos. Citaremos apenas o gravurista Gustave Doré – que fez uma série de gravuras a partir do Corvo – e Odilon Redon – pintor e artista gráfico, influenciado por Doré e amigo de Mallarmé, que fez uma série de gravuras a partir da obra de Poe.

Ele também influenciou muito os quadrinhos, com desenhistas criando grandes obras a partir de seus contos. Falaremos apenas de dois grandes mestres/inventores: Will Eisner, que criou uma versão da Queda da Casa de Usher; e Guido Crepax, que fez ilustrações a partir do conto Os Crimes da Rua Morgue em 1951, quando era ainda estudante de arquitetura, até desenhar, em 1972, contos de Poe quando já era o mestre dessa técnica e na qual imprimiu sua leitura sadomasoquista.

Imagens & Sons a partir de Poe

Grande quantidade de diretores de cinema foi influenciada por criações de Poe (assim como na literatura, filosofia, etc.). Até os terríveis filmes blockbusters sobre crimes e assassinatos foram paridos das idéias poeanas.

tradução cinematográfica de Jean Epstein para A Queda da Casa de Usher

No conto, Roderick Usher têm hipersensibilidade dos sentidos – já no filme, Epstein faz o oposto: o narrador é que têm os sentidos muito fracos (tendo que usar uma lente para os olhos, quando quer ler; e um fone para os ouvidos, quando quer escutar).
Epstein constrói o filme a partir de dois contos de Poe: A Queda da Casa de Usher e O Retrato Oval. No primeiro conto Roderick é irmão gêmeo de Madeline, mas no filme eles são marido e mulher (como n’O Retrato Oval, e, como neste conto, ele a pinta transformando-a em idéia, à medida que ela vai morrendo) – o filme mostra a idealização das mulheres da família Usher através de seus retratos, que criam “a idéia sobre o real”. No filme, Roderick Usher olha para o quadro (onde Madeleine até pisca os olhos) e diz: “É lá que ela vive”. Quanto mais a pintura vive, mais a mulher morre – até morrer de fato.
No conto, Roderick e o narrador não contam para ninguém que Madeleine morreu – no filme, todos sabem e Usher tenta convencer o médico de que ela não morreu. Enquanto ele olha para a sua pintura, o mordomo e o médico passam a tampa do caixão pela frente de sua esposa pintada. No texto de Poe, apesar dos ruídos, só vemos Madeleine voltando para a casa quando ela entra no quarto – já no filme, enquanto o narrador lê para Roderick, já aparece ela saindo e, ao contrário do conto em que os Ushers morrem com a casa, infelizmente os três escapam.


























The Fall of the House of Usher

A Queda do Solar de Usher

Autor Edgar Allan Poe

Tradução, Projeto Gráfico & Encadernação Manual Paulo Vidal de Castro

Revisão Thais Vilanova

Deu um pitaco na tradução do poema central Lluis Vilanova

Fonte Rialto

Papel Avena 80g/m2

Papel da folha de guarda • Color Plus A5 180g/m² • preto

Tecido Saphir • azul marino

edição de 2023 

direito autoral © Paulo Vidal de Castro

caderno tipo fólio 

com costura panfleto (3 pontos)

São Paulo/2023

capa dura com tecido 

 

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