de Tomás SennaSérie "Séries" - Série I (1 de 4)
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Série "Séries" - Série I (4 de 4)
outras Memórias
Alberto Marsicano via Tomás Senna
Trio Camaleon
Dimos Goudaroulis (violoncelo), Esdras Rodrigues (violino) e Emerson de Biaggi (viola) tocam obras do final do séc. XVIII. Eles utilizam instrumentos (com cordas de tripa) e arcos antigos. Tocarão op. 9, da primeira fase de Beethoven; extratos da Oferenda Musical, de Bach; e as Três peças, de Silvio Ferraz, composta para o grupo e os seus instrumentos antigos.Xian Zhang e Osesp
Cravista e o mais importante brasileiro dentro da técnica de música antiga. Tocará obras do barroco Scarlatti (sonatas K 380 e K 381) — que fez as maiores composições para cravo, com muita invenção em peças tão curtas —; Haydn (sonatas nºs 20 e 23) , grande compositor clássico; e do padre Soler, aluno do Scarlatti.
Primeiro recital de uma série organizada por Dante Pignatari. Ele no piano, mais uma soprano (Katia Guedes) e um clarinetista (Nivaldo Orsi) tocam Schoenberg, Berg e Webern. Também apresentarão obras de compositores vivos, como Beat Furrer, Wolfgang Rihm, Ellen Hüningen e Max E. Keller.


“O conteúdo de poesia é mutável e condicionado pelo tempo, mas [...] a função poética, a poeticidade, como realçam os ‘formalistas’, é um elemento sui generis, que não pode ser mecanicamente reduzido a outros elementos. [...] Em geral a poeticidade é apenas um componente de uma estrutura complexa, um componente, porém, que transforma os outros elementos e determina com estes o caráter do todo.”
Tocarão dois quartetos, o último de Villa-Lobos e o de Debussy — uma de suas primeiras grandes obras e um dos melhores quartetos já compostos. Obra com bastante continuidade, até entre o pizzicato ritmado e o penetrante andantino. Grátis.
mostra incrível no CCBB (com presença do próprio Jodorowsky)
Regida pelo suíço Johannes Schlaefli, a orquestra tocará Ma Mère L’Oye, de Ravel, com uma gama pentatônica no terceiro movimento, e uma obra da primeira fase de Debussy. Apresentará junto com Sonia Rubinsky – grande pianista e intérprete de Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras n°3.
“Sem dúvida, não podemos admitir que a poesia seja apenas a tradução métrica de um conteúdo que poderia igualmente ser comunicado em prosa. O conteúdo não pode ser separado dos elementos poéticos (sílabas, palavras, pontuação), e é ainda mais inseparável dos sons que constituem as palavras daquele poema: uma palavra no lugar de outra, ainda que seja um sinônimo, pode alterar o poema.” (Giulio Carlo Argan)
O Núcleo Hespérides tocará obras do seu novo CD. Andréa Kaiser e Heloisa Petri (sopranos), Joaquim Abreu (percussão) e outros músicos apresentarão obras de compositores brasileiros, como o Madrigale: In my craft of sullen art, do grande Willy Corrêa de Oliveira a partir do poema de Dylan Thomas.
no dia 15/11, quinta, às 18h
no SESC Vila Mariana
IN MY CRAFT OR SULLEN ART
Dylan Thomas
In my craft or sullen art
Exercised in the still night
When only the moon rages
And the lovers lie abed
With all their griefs in their arms,
I labor by singing light
Not for ambition or bread
Or the strut and trade of charms
On the ivory stages
But for the common wages
Of their most secret heart.
Not for the proud man apart
From the raging moon I write
On these spindrift pages
Nor for the towering dead
With their nightingales and psalms
But for the lovers, their arms
Round the griefs of the ages,
Who pay no praise or wages
Nor heed my craft or art
NO MEU OFÍCIO OU ARTE AMARGA
Tradução: Ivo Barroso
No meu ofício ou arte amarga
Que à noite tarda é exercido
Quando alucina só a lua
E dormem lassos os amantes
Com as dores todas entre os braços,
É que trabalho à luz cantante
Não pela glória ou pelo pão,
Desfile ou feira de fascínios
Por sobre palcos de marfim,
Mas pela paga mais afim
De seus secretos corações!
Não para alguém altivo à parte
Da lua irada é que eu escrevo
Os respingados destas páginas
Nem pelos mortos presumidos
Cheios de salmo e rouxinóis.
Mas para amantes cujos braços
Têm os cansaços das idades
Que não me dão louvor nem paga
Nem prezam meu ofício ou arte.


fragmento de L’après-midi d’un faune
fragmento de A tarde de verão de um fauno
A tarde de um fauno
A sesta de um fauno





(poema de Décio Pignatari, que foi musicado por Willy Correa de Oliveira na época do movimento Musica Nova)
Recital de lançamento de álbuns e partituras de um dos grandes compositores brasileiros vivos. Formações com soprano, flauta, trompete, oboé, viola, piano e percussão, com grandes músicos como Marcelo Jaffé e Joaquim Abreu (Zito).
E por falar no movimento Música Nova, semana que vem começa o 41º Festival Música Nova. Mais informações em breve.
Hoje (sexta, dia 4), às 20h, no Sesc Vila Mariana.


Osesp
Alta Tensão — suspense e terror no cinema contemporâneo

DE PROFUNDIS CLAMAVI
Quarteto alemão — formado por piano, violino, viola e violoncelo — tocará obras compostas para esta formação por Wolfgang Amadeus Mozart (K 478), Robert Schumann (op. 47) e Richard Strauss (op. 13).

Álvaro Henrique
Sessão (não mais dupla) do Comodoro
Ao fazer dois anos, a Sessão do Comodoro, no dia 05 de julho, deixa de
apresentar as suas tradicionais sessões duplas para se concentrar mensalmente em
apenas um único e raro filme. Na noite de seu aniversário irá mostrar a
restauração de um autêntico clássico: "PANDORA AND FLYING DUTCHMAN", produção
inglesa de 1951, em magistral tecnicolor, dirigida pelo mais erudito dos
diretores americanos, Albert Lewin.OS AMORES DE PANDORA
Pandora and the Flying Dutchman (1951)
Cópia restaurada, falada em inglês, com legendas em francêsInglaterra - 120 minutos
roteiro e direção - Albert Lewin
diretor de fotografia - Jack Cardiff montagem - Ralph Kemplen
música - Walter Donaldson
elenco - James Mason, Ava Gardner, Nigel Patrick, Sheila Sim e Harold Warrender