28.1.25

crepax/coleção crepax/drácula, frankenstein e outras histórias/entra

CREPAX, Guido (1933-2003). Coleção Crepax: Drácula, Frankenstein e outras histórias / The Complete Crepax Vol 1 / Valentine contro i sotterranei: Prologo a I sotterranei, 1968; I sotterranei, 1965; Valentina perdura nel paese dei Sovieti, 1968; La discesa, 1966; Un poco loco, 1966; Subconscious Valentina, 1976; Other stories: Conte Dracula, 1983; Frankenstein, 1999; Guido Crepax; prefácio Sobre todas aquelas senhoras (de Annie a Valentina) Oreste Del Buono, 1968; posfácios: Vampiria Felix Gianni Guadalupi, 1987; quadrinhos feitos na infância de Guido Crepáx, 1946; O falso e o verdadeiro Frankenstein Antonio Crepax, 2002; texto de Roberto Paci Dalò, 2002; Biografia de um subterrâneo Rômulo Luis, com fotos e páginas não publicadas; tradução Júlio Schneider. — São Paulo: Pipoca & Nanquim, 2024.

27.1.25

crepax/stevenson/Doutor Jekyll e Mister Hyde/Dr Jekyll & Mr Hyde/sai

CREPAX, Guido (1933-2003). Doutor Jekyll e Mister Hyde / Dr Jekyll & Mr Hyde / Guido Crepax; Robert Louis Stevenson; 1987; tradução Luis Lorenzo Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1989. — (Coleção Arte e Fantasia)

De todas edições de Crepax, mesmo as com bom papel (Conrad); ou capa dura e bom papel (Norma Editorial); ou as edições ruins, mas com comentários das páginas feitas pela mulher e o filho do Guido (L&PM); as minhas edições preferidas são da Martins Fontes.

Bom papel, fibra no sentido correto, impressão mais bonita e duradoura. 

E talvez por serem meus primeiros Crepáx, mas que estrutura ele chega nestes livros!

Até no A Vênus das Peles que aparentemente é simples (sendo estruturalmente complexo, com o gigante quarteto de cordas do Debussy, com aquela energia do pizzicato no acompanhamento do 2o movimento, e aquela belíssima melodia do 3o).

26.1.25

crepax/stevenson/Doutor Jekyll e Mister Hyde/Dr Jekyll & Mr Hyde/entra

CREPAX, Guido (1933-2003). Doutor Jekyll e Mister Hyde / Dr Jekyll & Mr Hyde / Guido Crepax; Robert Louis Stevenson; 1987; tradução Luis Lorenzo Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1989. — (Coleção Arte e Fantasia)

crepax/Conde Drácula/Conte Dracula/sai

CREPAX, Guido (1933-2003). Conde Drácula / Conte Dracula / Guido Crepax; prefacio Gianni Guadalupi; 1987; tradução Pier Luigi Cabra. — São Paulo: Martins Fontes, 1989. — (Coleção Arte e Fantasia)

25.1.25

Alef-Thau / Alejandro Jodorowsky • Arno • Al Covial

Filho da profecia destinado a conduzir todos os povos à liberdade, Alef-Thau, nascido sem pernas e sem braços, terá que atravessar uma série de provas iniciáticas para recuperar sua integridade física e espiritual.

Publicado originalmente nas páginas da lendária Métal Hurlant, a jornada de Alef-Thau se tornou ao longo dos anos um dos ciclos mais originais e poéticos do roteirista Alejandro Jodorowsky. Agora, os leitores brasileiros poderão finalmente mergulhar nesse clássico da espada e feitiçaria em um omnibus que reúne todos os oito volumes da série.

A edição possui acabamento de luxo, com formato grande, capa dura e 400 páginas coloridas impressas em papel couché de alta gramatura.

Alejandro Jodorowsky viveu tantas vidas que um livro não bastaria para resumi-las todas. Chegando a Paris de seu país natal, o Chile, em 1953, foi sucessivamente marionetista, artista de circo, dramaturgo, diretor, poeta, romancista e ensaísta. Apaixonado por filosofia, psicanálise e esoterismo, acompanhou o movimento surrealista, depois fundou o grupo Panique com Arrabal e Topor. Criou igualmente o Cabaret Mystique, uma espécie de ágora moderna e itinerante onde se misturam zen, artes marciais, misticismo transcendental, psicanálise e tradição chilena. Apaixonado por imagens e pela escrita, é quase lógico que seu caminho cruzasse o das histórias em quadrinhos. Faz uma primeira incursão em 1966 (Anibal 5, produzida com Moro), mas é o encontro com Moebius, em 1975, que estimula de modo mais duradouro seu interesse pelos quadros e balões. Jodorowsky conhece o desenhista durante um projeto de adaptação cinematográfica de Duna, de Frank Herbert, que jamais veria a luz do dia. Paradoxalmente, da interrupção dessa criação nascerá uma obra única no gênero, que mistura ficção científica, esoterismo e simbolismo alquímico. O Incal irá por sua vez engendrar um universo que contribuiu para a era de ouro da Métal Hurlant, da (À Suivre) e da Humanoïdes Associés.

Arno (Arnaud Dombre) nasceu em 1961, em Paris, França, filho de mãe finlandesa e pai francês. Sua infância foi marcada por constantes viagens, acompanhando as missões de seu pai, um diplomata, em países como Iraque, Venezuela e Chile. Desde cedo, Arno demonstrou interesse pelo universo dos quadrinhos, criando suas primeiras histórias com os irmãos, escondidos dos pais, que não queriam quadrinhos em casa. Em 1977, retornou à França, onde concluiu o ensino médio e ingressou em uma academia de desenho. Em 1981, fez sua estreia na icônica revista Métal Hurlant, onde conheceu Alejandro Jodorowsky. Juntos, criaram a série Alef-Thau, que ilustrou até o sétimo álbum, publicado pela editora Les Humanoïdes Associés. Em 1985, na mesma editora, lançou Kids, uma coleção de histórias curtas sobre a infância, originalmente desenhadas para a revista Je Bouquine. Em 1993, lançou pela Casterman Augustin, la Croisée des Chemins, seu primeiro trabalho como autor completo. Após uma longa luta contra a dependência de heroína, Arno faleceu em decorrência da AIDS em julho de 1996, em Paris.

Al Covial (Alain Boussillon) nasceu em 1959, em Bazas, França. Mais interessado pela pintura do que pelos quadrinhos, cursou a Escola de Belas Artes de Bordeaux no início dos anos 1980. Publicou suas primeiras ilustrações e histórias em fanzines e revistas, como PLGPPUR, Censuré (um breve concorrente da Fluide Glacial) e Circus. Em 1984, durante a Feira do Livro de Lyon, conheceu Arno, com quem formou uma parceria marcante. No ano seguinte, colaborou com Arno em Alef-Thau. Em 1988, lançou seu primeiro álbum, La Bouteille à l'Encre, pela editora Florentin. No entanto, a editora fechou pouco tempo depois, levando consigo os direitos autorais da obra. Durante os anos 1990, seus desenhos na revista Le Lézard chamaram a atenção de Jean-Pierre Dionnet, que escreveu o roteiro de uma série que, apesar das expectativas, nunca foi concretizada. Em 1998, Covial assumiu a arte do oitavo volume de Alef-Thau, O Triunfo do Sonhador, após a morte de Arno. Além de seu trabalho em quadrinhos, Covial também produziu ilustrações para publicidade e imprensa ao longo de sua carreira.










Capa dura
Formato 21 x 27,5 cm
400 páginas
ISBN 9786501086125
Editores: Ferrez & Thiago Ferreira

23.1.25

crepax/Conde Drácula/Conte Dracula/entra

CREPAX, Guido (1933-2003). Conde Drácula / Conte Dracula / Guido Crepax; prefacio Gianni Guadalupi; 1987; tradução Pier Luigi Cabra. — São Paulo: Martins Fontes, 1989. — (Coleção Arte e Fantasia)

crepax/A Vênus das Peles/Venere in Pelliccia/sai

CREPAX, Guido (1933-2003). A Vênus das Peles / Venere in Pelliccia / Guido Crepax; segundo Leopold von Sacher-Masoch; 1984; tradução Luis Lorenzo Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1988. — (Coleção Opera Erotica)

21.1.25

crepax/A Vênus das Peles/Venere in Pelliccia/entra

CREPAX, Guido (1933-2003). A Vênus das Peles / Venere in Pelliccia / Guido Crepax; segundo Leopold von Sacher-Masoch; 1984; tradução Luis Lorenzo Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1988. — (Coleção Opera Erotica)

crepax/Justine/Justine di Guido Crepax dal Marchese de Sade/sai

CREPAX, Guido (1933-2003). Justine / Justine di Guido Crepax dal Marchese de Sade / Guido Crepax; segundo D.A.F. de Sade; 1979; tradução Luis Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1991. — (Coleção Opera Erotica)

A primeira versão de Justine ou Os Infortúnios da Virtude foi escrita em quinze dias e terminada em 8 de julho do 1787, na prisão da bastilha.

Em 1810, internado no asilo de Charenton, foi pribido a Sade o uso de lápis, tinta, pena e papel.

...O que é censurado são a mão, o músculo, o dedo que indica a palavra acima da pena; a castração fica circunscrita, o esperma escritural não pode mais escorrer... sem pena Sade se entope, torna-se eunuco.

Roland Barthes

19.1.25

Odile e os Crocodilos • Chantal Montellier

Odile, atriz, é atacada em um estacionamento ao sair de uma apresentação. A Justiça a trata como culpada e não como vítima. Então, ela decide fazer justiça com as próprias mãos… É o início de uma odisseia urbana, marcada por encontros sombrios e assassinatos – narrada pela própria Odile, em primeira pessoa. Uma “fábula sem moral” sobre o tema do estupro, em que a heroína se transforma em um anjo exterminador, Odile e os Crocodilos é um grito contra a submissão da mulher e um dos livros mais impactantes da autora.

A obra de Chantal Montellier – considerada uma das mais relevantes artistas dos quadrinhos franceses nos últimos 50 anos – é marcada pelo seu engajamento político e por uma denúncia radical de todas as formas de violência e opressão.

A edição tem acabamento de luxo, com capa dura e verniz localizado, 80 páginas em cores, impressas em papel pólen de alta gramatura.

Chantal Montellier nasceu em Bouthéon, França, em 1947. Considerada uma das mais importantes artistas da história dos quadrinhos franceses nos últimos 50 anos, iniciou sua carreira nas artes plásticas, como professora e pintora, e chegou a expor no Grand Palais de Paris, em 1972. Nesse mesmo ano, estreou como quadrinista em publicações de esquerda, como LHumanité, Révolution, Le Combat syndicaliste e lUnité. Também publicou na grande imprensa, em jornais e revistas como Le Monde e LExpress, e foi uma das estrelas de revistas em quadrinhos célebres como (À Suivre), Charlie Mensuel e Métal Hurlant. Foi uma das principais colaboradoras da revista feminista Ah!Nana. Seu trabalho é marcado pelas preocupações sociais de nosso tempo e por uma denúncia radical de todas as formas de violência e opressão. É cofundadora do Prêmio Artémisia, que recompensa todos os anos os melhores quadrinhos criados por mulheres.



Capa dura
Formato 18 x 25,5 cm
80 páginas
ISBN 9786501207490
Editores: Ferrez & Thiago Ferreira

crepax/Justine/Justine di Guido Crepax dal Marchese de Sade/entra

CREPAX, Guido (1933-2003). Justine / Justine di Guido Crepax dal Marchese de Sade / Guido Crepax; segundo D.A.F. de Sade; 1979; tradução Luis Rivera. — São Paulo: Martins Fontes, 1991. — (Coleção Opera Erotica)

crepax/Emmanuelle: volume 1/Emanuelle: volume primo/sai

CREPAX, Guido (1933-2003). Emmanuelle: volume 1 Emanuelle: volume primo / Guido Crepax; tradução Sandra M.Dolinsky; edição Cassius Medauar. Rio de Janeiro: Pixel Media, 2008.

por complicado que seja usar algo XXXmilionáriodominador (mas como resposta de um vídeo feito por um pequeno capataz), neste caso foi dada uma resposta concreta

David Lynch • David Keith Lynch (Missoula, 20 de janeiro de 1946 – Los Angeles, 15 de janeiro de 2025)

Final da minha infância: depois do Fantástico(!?), na Globo(?!?), um seriado:

Twin Peaks, coisa que até hoje me surpreenderia passar na TV bem comercial e ideológica.

Eu, que via filmes bem estranhos e bizarros, ou recomendado pelo fanho da locadora (que me fez entender e dar um valor, eterno, para a estrutura dos filmes  aparentemente comerciais, o que de fato foram  do Hitchcock).

Mas mergulhei, desde então, em mais um grande diretor.

Faculdade. Tínhamos um pequeno grupo que via filme em VHS. David Lynch estava entre os principais (como Kubrick, outra grande paixão pela estrutura completa e complexa; Cronenberg; Monty Pyton &c).

Talvez o filme que mais víamos era Lost Highway A Estrada Perdida. Até hoje entre os meus preferidos, se é que isso é possível. (nunca vou entender porque no Brasil só lançaram VHS, nunca DVD) Assistíamos também Blue Velvet Veludo Azul, entre outros.

Uma época, na faculdade, um grupo de cinema ia fazer uma exibição de todos os filmes do David Lynch, que conseguiram arrumar. Fui conhecer o organizador.

Em cima da hora, eles não conseguiram Eraserhead. Emprestei meu VHS. Cada coisa.

Sempre quando passava filmes do David Lynch nos cinemas eu ia ver, mas acho que o quanto gastei assistindo varias vezes Mulholland Drive, daria para comprar um cinema... Outro dos meus filmes preferidos. Talvez seja este e Lost Highway. Mas gosto de todos, colocaria para baixo o The Straight Story (que parece bem mais comum, mas é muito David Lynch, não sei como ele consegue), assisti apenas uma vez, quando foi lançado no cinema; e Duna (, mas que nem foi editado por ele. Mas o do Jodorowsky também não ficaria bom, acho), mesmo que este, vira e mexe, eu assisto em DVD.

Fora os vídeos bizarros (alguns foram parar na edição do Inland Empire), os quadros, os quadrinhos bizarros (que Rogério de Campos lançou no Brasil na revista Animal), as músicas (fora as trilhas do Angelo Badalamenti, o último compositor de trilhas sonoras da história) etc.

Na grande Seção Dupla do Comodoro (Carlos Reichenbach, CineSesc), passou Eraserhead (e antes, dirigido por Robin Hardy, o O Homem de Palha, que foi, entre os filmes que Cristopher Lee atuou, o seu preferido).

Quando a realização de cinema já era impossível, onde o digital passava em salas que fingiam ser cinema, sem projetar película, sem som de película, sem imagem de película, sem mudança de rolos etc (David Lynch faz, usando muito bem o recurso do digital): Inland Empire; e terminou com Twin Peaks: The Return, a terceira parte, quase 30 anos depois e com os mesmos atores. Cada episódio é dedicado a um ator recém morto, normalmente o que mais aparece no episódio. Nesse sentido, o mais interessante é o de Harry Dean Stanton, que passou dos 90 fumando(?!), e, claro, o de Jack Nance, que já tinha morrido faz alguns anos, e o episódio dedicado a ele usa apenas montagem de cenas dos 2 primeiros anos da série. O único personagem comum que ele fez para o Lynch, desde que apareceu como Eraserhead.

E terminou com um seriado, quando não existe mais TV (aliás esse é um ponto curioso, enquanto os dois primeiros anos de TP por aqui passou na Globo, nos EUA foi em um canal do mesmo tipo).

E mesmo no TP3 , tem um dos episódios mais interessantes, ainda mais para um seriado, e por mais que o David Lynch sempre vai além do seu veículo, até onde ele leva isso: Part 8, ou Gotta Light?”.

Sua última tentativa era um seriado infantil. Mas ninguém aceitou.

18.1.25

The Fall of the House of Usher • A Queda do Solar de Usher • Edgar Allan Poe • Paulo Vidal de Castro





























The Fall of the House of Usher

A Queda do Solar de Usher

Autor Edgar Allan Poe

Tradução, Projeto Gráfico & Encadernação Manual Paulo Vidal de Castro

Revisão Thais Vilanova

Deu um pitaco na tradução do poema central Lluis Vilanova

Fonte Rialto

Papel Avena 80g/m2

direito autoral © Paulo Vidal de Castro

caderno tipo fólio 

com costura panfleto (3 pontos)

São Paulo/2023

capa dura com tecido

Traduzido a partir de:

POE, Edgar Allan. The Collected Tales and Poems of Edgar Allan Poe. New York: The Modern Library, 1992.

Bibliografia

ARAÙJO, Ricardo. Edgar Allan Poe: Um Homem em Sua Sombra / Poema Alone traduzido por Augusto de Campos; bilíngue. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
BACHELARD, Gaston. A Água e os Sonhos: ensaio sobre a imaginação da matéria /
Gaston Bachelard.
São Paulo: Martins Fontes, 1997.
BALBUENA, Monique Rodrigues. Poe e Rosa à luz da cabala / Nota por Haroldo de Campos. 
Rio de Janeiro: Imago Editora,1994.
BARBOSA, Almiro Rolmes & CAVALHEIRO, Edgar, orgs. As Obras-Primas do Conto Universal / O Escaravelho de Ouro, Edgar Allan Poe. Introdução, Notas, Compilação e Traduções por Almiro Rolmes Barbosa e Edgar Cavalheiro.
São Paulo: Livraria Martins Editora, 1943.
BAUDELAIRE, Charles. Poesia e Prosa / Edgar Allan Poe, Sua Vida e Suas Obras (págs.627-656).
Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2002.
BENJAMIN, Walter. Walter Benjamin (1892-1940). Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura / tradução Sérgio Paulo Rouanet. 
7ed São Paulo: Brasiliense, 1994.  (Obras escolhidas; v1)
_________________. Rua de mão única
São Paulo: Editora Brasiliense, 2000.
_________________. Charles Baudelaire um lírico no auge do capitalismo.
São Paulo: Editora Brasiliense, 2000.
_________________. Escritos sobre mito e linguagem /
São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2013.
_________________. O anjo da história / Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento.
Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012.
_________________. Baudelaire e a modernidade / Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Ein Lyriker im Zeitalter des Hochkapitalismus; Notes sur les Tableaux parisiens de Baudelaire; Die Wiederkehr des Flaneurs
1ed 1reimp  Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.  (Filô/Benjamin)
_________________. Imagens de pensamento / Sobre o haxixe e outras drogas / Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Denkbilder; Über Haschisch/Protokolle zu Drogenversuche. —1a ed; 2a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.

_________________. Rua de mão única
Infância berlinense: 1900 / Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Einbahnstraße; Berliner Kindheit um 1900. —1a ed; 4a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2022. (Filô/Benjamin)

_________________. Linguagem, Tradução, literatura (Filosofia, teoria e crítica
/ Walter Benjamin; edição e tradução de João Barrento. Gesammelte Schriften. —1a ed; 1a reimp— Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2024. (Filô/Benjamin)
_________________. Passagens. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
_________________. Walter Benjamin: uma biografia / Bernd Witte
; tradução de Romero Freitas. — 1 ed; 1 reimp Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.

BORGES, Jorge Luis. Obras Completas. vol 1 / Jorge Luis Borges. São Paulo: Editora Globo, 2000.
BRECCIA, Alberto (1919-1993). El Corazón Delatador / del Informe sobre ciegos / dibujos y adaptación de Alberto Breccia. —1a ed Buenos Aires: Colihue, 2007. (Enedé narrativa dibujada dirijida por Pablo de Santis).
CORTÁZAR, Julio. Obra crítica vol 2 / Vida de Edgar Allan Poe (1956). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
________. Valise de Cronópio / Poe: o Poeta, o Narrador e o Crítico.
São Paulo: Editora Perspectiva, 1993.
JAKOBSON, Roman. Lingüística. Poética. Cinema. / Roman Jakobson.
São Paulo: Editora Perspectiva, 1970.
MALLARMÉ, Stéphane. Mallarmé /
Stéphane Mallarmé / Poema Le Tombeau dEdgar Allan Poe traduzido por Augusto de Campos; bilíngue. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002.
PENTEADO, Jacob, org. Obras-Primas do Conto de Terror / O gato prêto; Edgar Allan Poe. Seleção, Introdução e Notas por Jacob Penteado.
São Paulo: Livraria Martins Editora, 1962.
PESSOA, Fernando. Obra Poética em um volume / Fernando Pessoa / Tradução dos poemas O Corvo, Annabel Lee e Ulalume.
Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2005.
PIGNATARI, Decio. Informação Linguagem Comunicação / Decio Pignatari.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
________. Semiótica e Literatura.
São Paulo: Editora Perspectiva, 1974.
POE, Edgar Allan.
The Collected Tales and Poems of Edgar Allan Poe. New York: The Modern Library, 1992.
POE, Edgar Allan. A Narrativa de A. Gordon Pym / Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. Textos críticos de F. M. Dostoievski e Charles Baudelaire.
São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2002.
________. The Collected Tales and Poems of Edgar Allan Poe. New York: The Modern Library, 1992.
________. Poesia e Prosa: Obras Completas, 3 volumes / The Complete Tales and Poems of Edgar Allan Poe / volume 1: Teatro; Poemas Escritos na juventude; Prosa / volume 2: Prosa / volume 3: Contos humorísticos; Crítica; Ensaios diversos; Apêndice/ Traduzidos por Oscar Mendes e Milton Amado. Estudos biográficos e críticos por Hervey Allen, Charles Baudelaire e Oscar Mendes de uma breve cronologia e de uma bibliografia. Porto Alegre: Livraria do Globo, 1944.
________. Ficção Completa, Poesia & Ensaios / Organizados, Traduzidos e Anotados por Oscar Mendes com a colaboração de Milton Amado. Estudos biográficos e críticos por Hervey Allen, Charles Baudelaire e Oscar Mendes de uma breve cronologia e de uma bibliografia. Ilustrações de Eugênio Hirsch e Augusto Iriarte Gironaz. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2001.
________. Histórias Extraordinárias. Traduzido por Brenno Silveira e outros.
São Paulo: Círculo do Livro, 1973.
________. Eureka, Marginalia, La Filosofia de La Composición: por Edgar Allan Poe / Versión directa de Carlos María Reyles. Buenos Aires: Emecé Editores, S.A., 1944.
________. Il Corvo / Traduzione e Introduzione di Mario Praz; Illustrazioni di Gustave Doré. Milano: Rizzoli Editore, 1974.
________. “O Corvoe suas traduções / Organizado por Ivo Barroso; notas e dados biográficos por Ivo Barroso; nota por Carlos Heitor Cony; todas traduções para português e duas para francês; bilíngue.
Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 2000.
________. Os Melhores Contos de Edgar Allan  Poe / Traduzido por José Paulo Paes; Edgar Allan Poe: o que em mim sonhou está pensando: estudo crítico por Lucia Santaella.
São Paulo: Círculo do Livro, 1984.
________. Poesia e Prosa / Traduzido por Oscar Mendes e Milton Amado. Notícia bibliográfica por Hervey Allen. Estudo crítico por Baudelaire.
Rio de Janeiro: Ediouro, s.d..
POE, Harry Lee. Edgar Allan Poe / With removable memorabilia including handwrithen letters, drafts, and more.
New York: Metro Books, 2008.
RAVONI, Marcelo & RIVA, Valerio. Il Piacre della Paura / Lady Ligeia; Dino Battaglia. Textos e desenhos sobre a influência de Poe nos quadrinhos (Will Eisner, Guido Crepax, etc.). VERONA: Arnoldo Mondadori Editore, 1973.
SELZ, Jean. Odilon Redon.
Paris: Flammarion, 1971.
SILVA, Fernando Correia da, org. Maravilhas do Conto Policial / Introdução e Seleção por José Paulo Paes / Os Assassinos da Rua Morgue, Edgar Allan Poe.
São Paulo: Editora Cultrix, 1958.

VIDAL DE CASTRO, Paulo; LOPES, Otacílio. Amontilhado / Paulo Vidal de Castro, Otacílio Lopes. inacabado.
XAVIER, Ismail, org. A Experiência do Cinema: antologia / O Cinema e as Letras Modernas, Jean Epstein. Rio de Janeiro: Edições Graal: Embrafilme, 1983.

FILMOGRAFIA

Epstein, Jean & BUÑUEL, Luis. The Fall of the House of Usher. 1928.
Fellini, Federico; Roger, Vadim & Louis Malle. História Extraordinárias da obra de Edgar Allan Poe. 1969
.
VIDAL DE CASTRO, Paulo. O Corvo / The Raven / Paulo Vidal de Castro; ator Oberdan Quintino; equipe Fred, Thais Vilanova, Otacílio Lopes, Thiago Senna. São Paulo, 2002.
________. POEsia REVERsível
/Paulo Vidal de Castro; Thais Vilanova, Otacílio Lopes. São Paulo, 2004.

CD
Walken, Christopher. The Raven. s.d.