13.8.25

bach/bwv826/Glenn Gould/continua

BACH, Joh.Seb. Partitas. BOOK I. Nos 1—3. Piano / Joh.Seb.Bach. No.7981a. Partita 2 in C minor.  – London: Augeners Edition, 1949.

 

 

BACH, Johann Sebastian. Bach: Partitas, Nos 1, 2 & 3. Johann Sebastian Bach (1685-1750). Glenn Gould, piano. Glenn Gould Anniversary Edition. Partita No2 in C Minor. BWV 826. 6/1959. – New York: SONY CLASSICAL, 2002.

continua/Alejandro Jodorowsky/Bórgia: sangue para o papa/Milo Manara/entra

JODOROWSKY, Alejandro; MANARA, Milo. Bórgia: sangue para o papa / Alejandro Jodorowsky & Milo Manara; tradução Paulo Zocchi; diretor editorial Rogério de Campos. Borgia, Tome I: du sang pour le Pape. — São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2005.

Sempre reler. 

Donald Trump Ivanka Trump = Papa Alexandre VI • Lucrezia Borgia

00 • 01  • 02 • 03 • (04) = Papa Alexandre VI • Cesare Borgia

Javier Milei • Karina Milei = Cesare Borgia • Lucrezia Borgia

continua/Alejandro Jodorowsky/Juan Solo (volume 1 a 4)/Georges Bess/sai

JODOROWSKY, Alejandro 1929- ; BESS, Georges 1947- . Juan Solo (volume 1 a 4) Alejandro Jodorowsky & Georges Bess; posfácio Claude Ecken; traduzido Eduardo Nasi; Humanoïdes Associés, 2002. — São Paulo: Conrad Editora, 2022.

Jodorowsky jodorowskyano e forte!

11.8.25

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

Porché chama a atenção para o fato de Baudelaire ter mantido durante toda a vida a mentalidade de um filho de boa família.  Muito instrutivo neste sentido: “Há em toda transformação alguma coisa de infame e de agradável ao mesmo tempo, um elemento de deslealdade e de mudança de situação. Isso basta para explicar a Revolução Francesa.” A observação faz lembrar Proust  que também foi um filho de boa família. O histórico projetado no íntimo.
[J 28a, 3]
Encontro entre Baudelaire e Proudhon em 1848, no escritório do jornal Le Représentant du Peuple; este encontro é casual e termina com um jantar comum na Rue Neuve-Vivienne.
[J 28a, 4]
[...]
Em 1845, “The Gold Bug” é traduzido por Alphonse Borghers como “Le scarabée d’or” (O escaravelho de ouro) na Revue Britannique. No ano seguinte, aparece uma adaptação, com o nome do autor em código, do “Duplo assassinato na Rue Morgue” em La Quotidienne, onde o nome de Poe não é mencionado. Para Baudelaire, segundo Asselineau, foi decisiva a tradução de “O gato negro”, em La Démocratie Pacifique, por Isabelle Meunier (1847). É significativo que, a julgar pela publicação, a primeira tradução de Poe por Baudelaire foi a “Revelação magnética”.
[J 28a, 8]
[...]
“Foi graças ao lazer que, em parte, cresci. — Para meu prejuízo, porque o lazer sem fortuna aumenta as dívidas... Mas também para meu grande proveito, relativamente a sensibilidade, à meditação... Os outros homens de letras são, na maior parte, vis picaretas muito ignorantes.” Cit. em Porché, La Vie Douloureuse de Charles Baudelaire, Paris, 1926, p 116.
[J 29, 5]
[...]
Do necrológio de Gautier, Le Moniteur, 9 de setembro de 1867: “Nascido na índia e conhecendo a fundo a língua inglesa, ele começou por traduções de Edgar Poe.” Théophile Gautier, Portraits Contemporains, Paris, 1847, p. 159.
[J 29a, 2]
O necrológio de Gautier é dedicado pelo menos em sua metade a Poe. A parte dedicada às Fleurs du Mal repousa nas metáforas que Gautier toma emprestadas a um conto de Hawthorne: “Nunca lemos as Fleurs du Mal, de Ch. Baudelaire sem pensar, involuntariamente, neste conto de Hawthorne; elas têm essas cores sombrias e metálicas, essas folhagens verde-acinzentadas e esses odores que sobem à cabeça. Sua musa se parece com a filha do doutor, que nenhum veneno poderia atingir, mas cuja tez, por sua palidez exangue, revela o ambiente em que habita.” Théophile Gautier, Portraits Contemporains, Paris, 1874, p. 163.
[J 29a, 3]
[...]
A “Revelação magnética”, que certamente não tem grande peso na obra de Poe, é a única novela do autor traduzida por Baudelaire enquanto Poe ainda vivia. Em 1852, biografia de Poe na Revue de Paris, em 1854, início do trabalho de tradução.
[J 30, 7]
Lembrar que Jeanne Duval foi o primeiro amor de Baudelaire.
[J 30, 8]
Durante os anos de desavença com Aupick, encontros com a mãe no Louvre.
[J 30, 9]
[...]
Porché (p. 98) chama a atenção sobre o fato de que os encontros de Baudelaire com Saliz, Ancelle, Aupick eram de tipo específico.
[J 30, 11]
Preocupação sexual, como o revelam os títulos dos romances planejados: “Os Ensinamentos de um Monstro”, “Uma Infame Adorada”, “A Amante do Idiota”, “As Lésbicas”, “O Cafetão”.
[J 30, 12]
[...]
Extraído de Schaunard, Souvenirs, Paris, 1887 (cit. em Crépet, p. 160): “Detesto o campo, diz Baudelaire, para explicar sua pressa em deixar Honfleur, sobretudo no bom tempo. A persistência do sol me oprime... Ah! fele-me dos céus parisienses sempre mutáveis, que riem e choram ao sabor do vento, e sem que jamais suas alternâncias de calor e de umidade possam ser úteis a estúpidos cereais... Eu ofenderei talvez suas convicções de paisagista, mas lhe direi que a água em liberdade é, para mim, insuportável; quero-a prisioneira, na canga, nos muros geométricos de um cais. Meu passeio preferido é a margem do canal de l’Ourcq.”
[J 31, 2]
[...]
A incomparável força da descrição da multidão cm Poe. Pensa-se nas primeiras litografias de Senefelder, como O Clube de Jogo, A Multidão Após o Cair da Noite: “Os raios dos bicos de gás, fracos de início, quando lutavam com a luz do poente, tinham agora intensidade e lançavam sobre todas as coisas uma luz cintilante e agitada. Tudo era escuro, mas brilhante - como este ébano ao qual se comparou o estilo de Tertuliano.” Edgar Poe, Nouvelles Histoires Extraordinaires, tradução de Charles Baudelaire, Paris, 1886, p. 94. ■ Flâneur ■
[J 31a, 4]
“A imaginação não é a fantasia... A imaginação é uma faculdade quase divina que percebe ... as relações íntimas e secretas das coisas, as correspondances e as analogias.” Baudelaire, “Nouvelles notes sur Edgar Poe” (Nouvelles Histoires Extraordinaires, pp. 13-14).
[J 31a, 5]

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-WerkWalter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

 

Profissão: Reporter • Michelangelo Antonioni • 10/08/25 • Cinemateca

Profissão: Reporter

diretor: Michelangelo Antonioni 

roteiro: Tonino Guerra, Michelangelo Antonioni

atores: Jack Nicholson, Maria Schneider 

quando está na Catalunya, e toca Miguel Llobet (apesar de ser a escolha correta), sempre fico com a cabeça (e as mãos) na partitura, fugindo do filme. No testament d'amelia então, não apenas vem tudo isso, como vem junto a versão que o Willy Corrêa de Oliveira me dedicou da mesma melodia (Haikai ou Gravura No 1)... Acho sempre um golpe baixo. Vem até a vontade de pedir um Pa amb tomàquet.

Barry Lyndon • Stanley Kubrick • 09/08/25 • Cinemateca

Barry Lyndon

diretor: Stanley Kubrick

Vejo este filme pelo menos 2 vezes por ano (DVD), e sempre que passa no cinema. Nunca tinha visto na tela grande sem ser película. É para onde vamos...

9.8.25

A Turma do Arrepio • Cesar Sandoval

Criada por Cesar Sandoval no fim dos anos 1980, A Turma do Arrepio foi um dos maiores sucessos dos quadrinhos infantis brasileiros. Com um humor assustadoramente afiado e personagens inspirados nos monstros clássicos do cinema, a turma rapidamente virou febre nas bancas, nas telas da TV e nos recreios da escola.

Draky, Medeia, Stein, Tuty, Luby e o inconfundível Belfedo estão de volta nesta Edição Histórica – uma seleção especialíssima com as melhores histórias da série original, todas cuidadosamente restauradas e recoloridas.

A Comix Zone! reapresenta este clássico em uma edição de luxo, com capa dura, lombada arredondada e 304 páginas coloridas impressas em papel couché. O volume vem recheado de extras: capas, esboços, estudos de personagens e uma entrevista exclusiva com Cesar Sandoval. Como brinde, a edição traz ainda seis tazos colecionáveis com toda a turminha.

Se você cresceu com eles, prepare-se para reencontrar velhos amigos. Se está conhecendo agora, pode entrar sem medo: a casa é assombrada, mas o riso é garantido!

Cesar Roberto Sandoval nasceu em Franca, São Paulo, em 1950. Iniciou sua carreira como assistente de arte na revista Recreio, da Editora Abril, no início da década de 1970, sendo promovido, pouco tempo depois, a chefe de arte. Ainda na Abril, assumiu a direção de arte de diversas revistas infantis, com destaque para os títulos da Hanna-Barbera. Em 1987, criou a revista Os Trapalhões, publicada pela Editora Abril, que apresentava versões infantis dos personagens do famoso programa de TV. A revista ficou conhecida por suas sátiras bem-humoradas de grandes sucessos do cinema, como Robocop, As Tartarugas Ninja e Indiana Jones. Dois anos depois, em 1989, lançou sua obra mais marcante: A Turma do Arrepio, pela Editora Globo. Ao longo de 43 edições regulares e diversos especiais, a turma ultrapassou as páginas dos quadrinhos, ganhando, em 1995, uma série live-action exibida na Rede Manchete e sendo licenciada para uma ampla variedade de produtos, como chicletes, iogurtes, calçados, material escolar e outros. Hoje, Cesar Sandoval vive em São Roque, no interior de São Paulo.


Capa dura
Formato 18 x 25,5 cm
304 páginas
ISBN 9786501495996
Editores: Ferrez & Thiago Ferreira

continua/Alejandro Jodorowsky/Juan Solo (volume 1 a 4)/Georges Bess/entra

JODOROWSKY, Alejandro 1929- ; BESS, Georges 1947- . Juan Solo (volume 1 a 4) Alejandro Jodorowsky & Georges Bess; posfácio Claude Ecken; traduzido Eduardo Nasi; Humanoïdes Associés, 2002. — São Paulo: Conrad Editora, 2022.

continua/Alejandro Jodorowsky/Gilles Hamesh: detetive (totalmente) particular/Gilles Hamesh, Privé (De Tout)/Durandur/sai

JODOROWSKY, Alexandro 1929- ; DURANDUR . Gilles Hamesh: detetive (totalmente) particular / Alejandro Jodorowsky & Durandur; traduzido Alexandre Barbosa de Souza; prefácio Alejandro Jodorowsky; diretor editorial Rogério de Campos; Gilles Hamesh, Privé (De Tout); Humanoïdes Associés, 1995. — São Paulo: Veneta, 2022.

ESCUTA, MEU AMIGO, O SONHO QUE TIVE:
ESTAMOS NO ABISMO DE UMA MONTANHA,
E DE SUBITO A MONTANHA DESMORONA,
E NOS DOIS SOMOS COMO DUAS MOSQUINHAS.
- EPOPEIA DE GILGAMESH
 
QUE DO INSTANTE EM QUE TE BATAM:
NÃO POSSAS CONSTRUIR UMA CASA,
MAS QUE OS CANTOS ESCUROS
SEJAM TEU ABRIGO;
QUE O LIXO DA CIDADE
SEJA TEU ALIMENTO,
QUE À SOMBRA DO MURO
FIQUES PARADA;
QUE O BÊBADO E O SÓBRIO
TE BATAM NO ROSTO
ASSIM QUE DOS ENCANTOS DO TEU CORPO
SEU PRAZER ESTEJA FARTO.
- EPOPEIA DE GILGAMESH
VOCÊ NÃO PASSA DE UM SALÃO
QUE SE ABRE NO INVERNO,
VOCÊ É A PORTA ABERTA
QUE NÃO PROTEGE NEM DO VENTO,
NEM DA TORMENTA.
VOCÊ É O TURBANTE
QUE ESTRANGULA QUEM O TRAJA,
VOCÊ É UM ALFORJE
QUE AFOGA O PORTADOR;
VOCÊ É A CAL
QUE DESAGREGA O MURO.
UMA SANDÁLIA
QUE MACHUCA O PÉ.
- EPOPEIA DE GILGAMESH 

Profondo Rosso / Prelúdio para Matar • Dario Argento • 07/08/25 • Cinemateca

Profondo Rosso

diretor: Dario Argento

atores: David Hemmings, Daria Nicolodi

produção: Claudio Argento 

trilha: Goblin

Itália
Um pianista presencia o assassinato brutal de sua vizinha e, com o auxílio de uma jovem repórter, começa uma investigação usando métodos nada convencionais. Aos poucos, os dois são arrastados para uma perturbadora trama de loucura e violência.

Sempre que revejo este filme me vem aquela nostalgia da 1a Seção Dupla do Comodoro (ele, seguido por Santa Sangre, do Alejandro Jodorowsky).

Só aquela cenário do bar, um Nighthawks de Edward Hopper, com uma escultura italiana na frente, já é bem bizarro.

7.8.25

continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua

Em Blanqui, o espaço cósmico tornou-se abismo. O abismo de Baudelaire não possui estrelas. Não deve ser definido como espaço cósmico. Não é tampouco o abismo exótico da teologia. E um abismo secularizado: o do saber e dos significados. O que constitui o seu índice histórico? Em Blanqui, o abismo tem o índice histórico da ciência mecanicista da natureza. Será que em Baudelaire o abismo não possui o índice social da nouveauté? Não seria o arbítrio da alegoria um irmão gêmeo da moda?
[J 24, 2]
[...]
Total desligamento de Poe da grande poesia. Ele troca cinqüenta Molières por um Fouqué.19 A Ilíada e Sófocles não lhe dizem nada. Esta perspectiva está provavelmente relacionada com a teoria da arte pela arte. Qual era a posição de Baudelaire?
[J 24,6]
[...]
Les aveugles <OC I, p. 92>  Crépet dá como fonte uma passagem sobre a postura da cabeça dos cegos, extraído de Des Vetters Eckfenster” (A janela de esquina do meu primo). Hoffmann considera edificante o olhar voltado para cima.
[J 24a, 2]
[...]
A famosa observação de Valéry sobre Baudelaire remonta no fundo às sugestões de Sainte- Beuve enviadas a Baudelaire para sua defesa. “No domínio da poesia, tudo era tomado. Lamartine havia tomado os céus. Victor Flugo, a terra e mais que a terra. Laprade, as florestas. Musset, a paixão e a orgia fascinante. Outros, o lar, a vida rural etc. Théophile Gautier, a Espanha e suas cores vivas. O que restava? O Baudelaire pegou. Ele foi como que forçado a isso...” Cit. em Porché, La Vie Douloureuse de Charles Baudelaire, Paris, 1926, p. 205.
[24a, 5]
[...]
“Uma noite em que entrou num baile público, Charles Monselet o abordou: ‘O que você faz aqui? — Meu caro, respondeu Baudelaire, Vejo passar cabeças de mortos!’” Alphonse Séché. La Vie des Fleurs du Mal, Amiens, 1928, p. 32.
[J 25, 1]
[...]
O Figaro publica (data?) um artigo de Gustave Burdin, escrito a pedido de Billaut. Pouco antes, Billaut tinha sofrido — como juiz ou promotor - uma derrota por conta da absolvição ie Flaubert no processo devido a Madame Bovary. Poucos dias depois, o artigo de Thierry no Moniteur. “Por que Sainte-Beuve ... deixou a Thierry o cuidado de falar aos leitores do Moniteur sobre as Fleurs du Mal? Sainte-Beuve teria se recusado a escrever sobre o livro de Baudelaire porque julgava que devia manter prudência, para apagar o efeito negativo produzido junto ao governo por seu artigo sobre Madame Bovary. Alphonse Séché, La Vie des Fleurs du Mal, 1928, pp. 156-157.
[J 25a, 5]
[...]
Seillière cita (p. 234) d’Aurevilly: “A finalidade oculta de Poe era aterrorizar a imaginação de seu tempo... Hoffmann não possui esse terrível poder.” Isto provavelmente também vale para Baudelaire.
[J 27, 5]
19 Cf. Edgar Allan Poe, The Complete Works [Virgínia Edition], vol. XI, Nova York, 1902, pp. 89-90. (R.T)  

BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-WerkWalter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

5.8.25

continua/Alexandro Jodorowsky/Gilles Hamesh: detetive (totalmente) particular/Gilles Hamesh, Privé (De Tout)/Durandur/entra

JODOROWSKY, Alexandro 1929- ; DURANDUR . Gilles Hamesh: detetive (totalmente) particular / Jodorowsky & Durandur; traduzido Alexandre Barbosa de Souza; prefácio Alejandro Jodorowsky; diretor editorial Rogério de Campos; Gilles Hamesh, Privé (De Tout); Humanoïdes Associés, 1995. — São Paulo: Veneta, 2022.

continua/Alexandro Jodorowsky/Incal, volume dois: o que está embaxo & o que está em cima/La Cinquième Essence # 1: Galaxie Qui Sange & La Cinquième Essence # 2: Planéte Difool/Mœbius/sai

JODOROWSKY, Alexandro 1929- ; MŒBIUS, 1938-2012. Incal, volume três: a quintessência: a galáxia que sonha & planeta Difool / Alexandro Jodorowsky & Mœbius; prefácio Mœbius; [tradução Marquito Maia]; La Cinquième Essence # 1: Galaxie Qui Sange, 1983; e La Cinquième Essence # 2: Planéte Difool, 1985; Les Humanoïdes Associés Ltda. — São Paulo: Devir, 2006.

bach/bwv825/Glenn Gould/entra

 

BACH, Joh. Seb. Partitas / Joh.Seb. Bach. Book i. Nos 1–3. No 1, in B flat major. No.7981a. – Londres: Augeners Edition, 1949.
_________________. Bach: Partitas, Nos 1, 2 & 3. Glenn Gould Anniversary Edition. 
– Glenn Gould, piano. Glenn Gould Anniversary Edition. Partita No 1, in B-flat major. BWV 825. 7/1959. – New York: SONY CLASSICAL, 1980, 2002.