Trio V (Haikai)/2011: Simona Cavuoto ● violino, Ruben Zuniga ● crotales, Ricardo Bologna ● vibrafone
Trio I (Quadros)/2010: Simona Cavuoto ● violino, Peter Pas ● viola, Pedro Gadelha ● contrabaixo
Trio III (Linhas)/2010: Simona Cavuoto ● violino, Marcos Kiehl ● flauta em sol, Sérgio Burgani ● requinta

Bouquet/2003: Simona Cavuoto ● violino, Horácio Gouveia ● piano (1 pedaço de Willy Corrêa de Oliveira)
Trio II (Ressonâncias): Simona Cavuoto ● violino, Gabriel Levy ● acordeão, Horácio Gouveia ● piano
Trio VI (Um Sopro): Simona Cavuoto ● violino, Marcus Siqueira ● conduítes, Thiago Cury ● escaleta
Trio IV (Sijô): Simona Cavuoto ● violino, Adenilson Telles ● trompete, Ricardo Bologna ● percussão
Trio VII (Gestos): Simona Cavuoto ● violino, Maurício De Bonis ● cravo, Alex Buck ● percussão
Prigionieri di un Sogno nelle Carceri di Piranesi: Simona Cavuoto ● violino, Cassia Carrascoza ● flautas, Sérgio Burgani ● clarinete, Horácio Gouveia ● piano, Marcus Alessi Bittencourt ● programação PD + Live electronics
Signo Sopro III: Cassia Carrascoza ● flautas, Peter Apps ● oboé, Sérgio Burgani ● clarinete, Ruben Zuniga ● vibrafone ● crotales, Lliuba Klevtsova ● harpa, Gilson Antunes ● violão, Felipe Scagliusi ● piano, Simona Cavuoto ● violino, Elisa Monteiro ● viola, Douglas Kier ● violoncelo, Cláudio Torezan ● contrabaixo. Percorso Ensemble ● regência de Ricardo Bologna
Egrégoras: Edson Beltrami ● flauta, Peter Apps ● oboé, Sérgio Burgani ● clarinete, Samuel Hamzem ● trompa, Francisco Formiga ● fagote
SIQUEIRA, Marcus. Contraluz / Marcus Siqueira; Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova; Tipo: Rialto. — São Paulo: Água Forte, Sesc, 2013.
Capa
A capa é construída com linhas brancas (como a luz) sobre a ausência de luz.
A sua estrutura é feita a partir de pontos separados em pequenos grupos. Cada um deles é um símbolo simples de instrumentos musicais, e cada pequeno grupo representa uma obra. Como são 12 obras no CD dividimos a sua seqüência visual – como a espacialização da violonista nas instruções das 12 peças que formam a obra Bouquet (a 12a na frente [baixo], a 9a atras [cima], etc).
Cada instrumento se conecta com a sua aparição nas outras obras, ou seja: cada violino se liga com todos os violinos; mas o violão – que aparece apenas duas vezes – só tem um traço ligando ambos.
A sua estrutura é feita a partir de pontos separados em pequenos grupos. Cada um deles é um símbolo simples de instrumentos musicais, e cada pequeno grupo representa uma obra. Como são 12 obras no CD dividimos a sua seqüência visual – como a espacialização da violonista nas instruções das 12 peças que formam a obra Bouquet (a 12a na frente [baixo], a 9a atras [cima], etc).
Cada instrumento se conecta com a sua aparição nas outras obras, ou seja: cada violino se liga com todos os violinos; mas o violão – que aparece apenas duas vezes – só tem um traço ligando ambos.
Quartacapa
Na divisão entre o texto dos instrumentos tocados e do ano de composição de cada obra, fizemos uma quantidade de círculos coloridos que representam o timbre dos instrumentos (assim como ao lado de cada obra no encarte – para representar os timbres –, e do nome de cada instrumento).
Na divisão entre o texto dos instrumentos tocados e do ano de composição de cada obra, fizemos uma quantidade de círculos coloridos que representam o timbre dos instrumentos (assim como ao lado de cada obra no encarte – para representar os timbres –, e do nome de cada instrumento).
Cor
Para cada instrumento escolhemos uma cor seguindo o espectro de divisão do branco (luz) – como o arco-íris. Cada padrão de cor representa uma série de timbres semelhantes dos instrumentos tocados no CD. O padrão timbrístico: cordas (do violino até o cravo – timbre indo para o percussivo); percussão (dos timbres mais claros aos mais complexos); instrumentos que vão entre teclas e sopros; e instrumentos de sopro (do metal à madeira). Do timbre puro de um lado (violino) ao timbre mais puro do outro (flauta).
Para cada instrumento escolhemos uma cor seguindo o espectro de divisão do branco (luz) – como o arco-íris. Cada padrão de cor representa uma série de timbres semelhantes dos instrumentos tocados no CD. O padrão timbrístico: cordas (do violino até o cravo – timbre indo para o percussivo); percussão (dos timbres mais claros aos mais complexos); instrumentos que vão entre teclas e sopros; e instrumentos de sopro (do metal à madeira). Do timbre puro de um lado (violino) ao timbre mais puro do outro (flauta).
Capas abertas (interior)
No centro do CD, é visível a ligação dos instrumentos, pois, quando ele é
retirado, ficam apenas os traços, sem os círculos dos instrumentos (que
estão no CD).
Fonte/Rialto
Nas gravuras de Giovanni Battista Piranesi (que influenciaram Prigioneri di un sogno nelle Carceri di Piranesi) existe uma tipografia de versais. A partir desta influencia, utilizamos uma tipografia realizada em 1999 por um grande calígrafo veneziano (Giovanni de Faccio) e um tipógrafo austríaco (Lui Karner). O primeiro é de Veneza – como o Piranesi –, e esta tipografia de uma beleza impressionante foi realizada a partir da própria arquitetura de Veneza. Ela tem a estrutura semelhante a de Piranesi, mas com uma beleza mais complexa e com uma grande família tipográfica.
Roma
Como Piranesi fez estas gravuras em Roma, acabamos por utilizar todo um padrão de um grande admirador de Roma: Le Corbusier (mas não a Roma de Piranesi, mas a Roma de Michelangelo). Toda a distribuição das obras na capa do CD (a partir do Bouquet) foram distribuídas a partir de um padrão de duas séries de Fibonacci (Modulor), assim como a escala de tamanho do texto e o seu entrelinhamento.
Nas gravuras de Giovanni Battista Piranesi (que influenciaram Prigioneri di un sogno nelle Carceri di Piranesi) existe uma tipografia de versais. A partir desta influencia, utilizamos uma tipografia realizada em 1999 por um grande calígrafo veneziano (Giovanni de Faccio) e um tipógrafo austríaco (Lui Karner). O primeiro é de Veneza – como o Piranesi –, e esta tipografia de uma beleza impressionante foi realizada a partir da própria arquitetura de Veneza. Ela tem a estrutura semelhante a de Piranesi, mas com uma beleza mais complexa e com uma grande família tipográfica.
Roma
Como Piranesi fez estas gravuras em Roma, acabamos por utilizar todo um padrão de um grande admirador de Roma: Le Corbusier (mas não a Roma de Piranesi, mas a Roma de Michelangelo). Toda a distribuição das obras na capa do CD (a partir do Bouquet) foram distribuídas a partir de um padrão de duas séries de Fibonacci (Modulor), assim como a escala de tamanho do texto e o seu entrelinhamento.


















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