24.10.24

anzol no anzol novamente no segundo turno

Com almoço no Morumbi e culto evangélico, Bolsonaro entra de fininho na campanha de Nunes

Ausente nas agendas anteriores, o ex-capitão reapareceu a cinco dias do segundo turno.

https://www.cartacapital.com.br/politica/na-reta-final-boulos-segue-nas-ruas-e-bolsonaro-entra-de-fininho-na-campanha-de-nunes/?utm_campaign=news_diaria_-_cartacapital_-_set-dez24_-_patr_kvor_-_2310&utm_medium=email&utm_source=RD+Station


G G G G G Ganhará

ELEIÇÕES 2024

VÍDEO: Ricardo Nunes gagueja após ser desmentido ao vivo na GloboNews sobre contratos com o PCC

Prefeito se enrolou ao ser questionado por Julia Duailibi sobre contratos da prefeitura com empresas de ônibus supostamente envolvidas com o crime organizado

Ricardo Nunes em sabatina na GloboNews.Créditos: Reprodução
Escrito en BRASIL el

O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), chegou a gaguejar após ser desmentido ao vivo pela jornalista Julia Duailibi em sabatina na GloboNews na noite desta terça-feira (27). 

Nunes foi perguntado sobre o fato da prefeitura da capital paulista manter contratos com empresas de ônibus cujos sócios teriam ligações com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As suspeitas vieram à tona através do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que em entrevista no mês de abril acusou a prefeitura de “negligência” pelos contratos com as empresas de transporte investigada, sugerindo que o prefeito fizesse uma "pesquisa rápida no Google", pois isso já daria conta de mostrar as supostas relações de donos dessas empresas com o crime organizado.

Na sabatina, Ricardo Nunes afirmou que é "o maior interessado" na investigação e se comprometeu a romper os contratos com as empresas caso as relações com o PCC sejam confirmadas. O prefeito disse, ainda, que foi a própria prefeitura que pediu a abertura da investigação ao MP. "Eu estou te afirmando aqui, te dou minha palavra, pode perguntar pra ele [o promotor Lincoln Gakiya]", declarou Nunes.

Foi neste momento que Julia Duailibi desmentiu o prefeito: "Nós perguntamos. Ele disse que o MP não foi provocado pela prefeitura. Que a investigação nasceu deles próprios"

Nunes, por sua vez, se enrolou e gaguejou ao tentar dar a resposta. Assista abaixo: https://x.com/jnascim/status/1828614081110016396?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1828614081110016396%7Ctwgr%5E6920b85b319cd5b32c159060e0505007e6f45e15%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fd-5287954224113809585.ampproject.net%2F2410081535000%2Fframe.html

PCC no transporte de SP 

Em abril deste ano, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco) prendeu quatro dirigentes de empresas de ônibus da capital paulista acusados de ligação com o PCC.

O grupo, segundo o Ministério Público, usava as empresas Transwolff e UPBus - que prestam serviços de transporte coletivo nas Zonas Sul e Leste da capital - para lavar dinheiro do tráfico de drogas da facção criminosa.

O prefeito Ricardo Nunes precisou nomear dois interventores da SPTrans, que estão trabalhando na direção e operação das duas empresas.

Segundo a denúncia do Gaeco à Justiça, a Transwolff e a UPBus receberam mais de R$ 5,3 bilhões da prefeitura desde 2015, ano da assinatura dos primeiros contratos de concessão com a SPTrans, para operação de linhas de ônibus nas Zonas Sul e Leste da cidade.

Eu sou casada com bandido. Vou chamar o PCC

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2024/04/mulher-de-ricardo-nunes-teria-dito-ser-casada-com-bandido-em-briga-com-vizinhos-em-2014.shtml

RICARDO NUNES

"Eu sou casada com bandido. Vou chamar o PCC", teria dito esposa de Ricardo Nunes

Boletim de ocorrência de discussão em condomínio relata assustadora frase da atual primeira dama

Ricardo Nunes e Regina Carnovale
Ricardo Nunes e Regina CarnovaleCréditos: Reprodução/Instagram
Escrito en POLÍTICA el

Em 2014, Ronaldo e Andrea Nunes, dois residentes de um condomínio no Jardim Marajoara, em São Paulo, apresentaram uma queixa ao síndico sobre um carro mal estacionado na garagem.

O veículo em questão pertencia a Regina Carnovale, esposa de Ricardo Nunes, o atual prefeito de São Paulo. O incidente evoluiu para um conflito e resultou no registro de um boletim de ocorrência no 11º Distrito Policial.

O síndico convocou os reclamantes e Regina para uma reunião no térreo do edifício, que culminou em uma briga intensa. A atual primeira-dama afirmou ter sido agredida por Ronaldo, o que foi negado por ele.

Entretanto, uma frase dita por Carnovale no relato de Andrea Nunes chama a atenção. "Eu sou casada com bandido. Você não sabe quem eu sou. Vou chamar o PCC e você está morto", disse a atual primeira-dama, segundo o relato do Boletim de Ocorrência.

Logo em seguida, conforme três relatos registrados no B.O., Regina agrediu Andrea com um tapa no rosto.

Regina alegou não se lembrar da situação. "Na verdade, eu já até esqueci disso, está bem enterrado", declarou à Folha de S. Paulo.

Ricardo Nunes estava em seu primeiro mandato como vereador na capital paulista.

Nas últimas semanas, uma investigação revelou conexões entre duas empresas de ônibus que operam o transporte público na capital paulista - a Transwolff e a Upbus - e o PCC.

Ricardo Nunes alegou que não era responsabilidade da prefeitura verificar se determinadas empresas possuem ligações com o crime organizado.

Em nota, a família Nunes afirmou que "Regina nega veementemente a referida alegação reproduzida pelo jornal [Folha de São Paulo], a partir de um documento contraditório, com quatro versões diferentes. Não houve desdobramento e nem comprovação. Nessa divulgação, existe somente jogo eleitoral rasteiro". 

https://revistaforum.com.br/politica/2024/4/17/eu-sou-casada-com-bandido-vou-chamar-pcc-teria-dito-esposa-de-ricardo-nunes-157462.html 

Esposa de Ricardo Nunes teria dito ser casada com bandido do PCC durante briga

Ricardo Nunes e Regina Carnovale. (Foto: Reprodução)

Regina Carnovale, esposa do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, teria se envolvido em uma discussão com vizinhos há uma década, no bairro de Jardim Marajoara. Segundo informações de um Boletim de Ocorrência divulgado pelo Globo, durante o conflito, ela teria afirmado ser “casada com bandido” e ameaçado “chamar o PCC”.

O caso ocorreu em 20 de setembro de 2014, por volta de 23h30, no 11º Distrito Policial de Santo Amaro. A briga teria sido motivada por desavenças relacionadas a vagas de estacionamento no prédio onde moravam. O casal de vizinhos, Ronaldo e Andreia Nunes, reclamou ao síndico que Regina não estacionou corretamente seu veículo na vaga designada, conforme alegações anteriores.

Durante uma conversa no térreo do edifício, a discussão entre Regina, o casal e o síndico teria se intensificado, culminando em alegações de agressões físicas. Segundo o relato de Andreia no Boletim de Ocorrência, Regina teria proferido a frase controversa: “Eu sou casada com bandido. Você não sabe quem eu sou. Vou chamar o PCC e você está morto”. Na época, Ricardo Nunes era vereador.

Apesar disso, não houve desdobramentos legais, conforme afirmou Andreia em contato posterior. O síndico, por sua vez, alegou não se recordar do episódio, embora tenha detalhes sobre ele no BO. Tanto a Prefeitura quanto a família Nunes não comentaram sobre o incidente, alegando que se trata de um desentendimento de condomínio ocorrido há muito tempo.

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pequenos esquemas & GRANDES NEGÓCIOS

EDUARDO OLIVATTO

Ex-cunhado de Marcola do PCC pede votos para Nunes e vira alvo de ação por suposta coerção eleitoral

Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) foi flagrado em vídeo pedindo votos em Ricardo Nunes a funcionários terceirizados da prefeitura

Ricardo Nunes e Tarcísio com Eduardo Olivatto, chefe de gabinete de secretaria da prefeitura que pediu votos em Nunes a funcionários terceirizados.Créditos: Reprodução
Escrito en POLÍTICA el

A campanha de reeleição do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), enfrenta uma séria acusação de coerção eleitoral e abuso de poder político e econômico. A denúncia, apresentada por parlamentares do PSOL, aponta que o Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), Eduardo Olivatto, que é ex-cunhado de Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, principal líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), utilizou uma empresa terceirizada para pressionar trabalhadores a votarem no atual prefeito.

De acordo com a representação protocolada pela deputada federal Luciene Cavalcante, pelo deputado estadual Carlos Giannazi e pelo vereador Celso Giannazi no Ministério Público Eleitoral (MPE) e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Olivatto teria feito um discurso de tom coercitivo nas instalações da Potenza Engenharia e Construções, empresa contratada pela prefeitura de São Paulo para serviços de infraestrutura, solicitando que os funcionários votassem em Nunes.

O vídeo do ocorrido, amplamente divulgado nas redes sociais e confirmado pelo jornal Folha de São Paulo, mostra o Chefe de Gabinete direcionando os funcionários: "Será que eu consigo fazer com que vocês reflitam e a gente consiga buscar esse entendimento para a gente dar prosseguimento junto com o Ricardo Nunes?".

A Potenza, que presta serviços essenciais à prefeitura, como poda de árvores e manutenção de áreas verdes, recebeu mais de R$ 800 milhões em contratos desde 2021, o que, segundo os autores da ação, agrava ainda mais a situação. Eles argumentam que o uso de uma empresa terceirizada para fins eleitorais fere os princípios da administração pública e configura abuso de poder econômico e político.

"Não restam dúvidas que a conduta do Sr. Eduardo Olivatto viola princípios da administração pública, por ser flagrantemente ilegal, imoral e exercida em abuso de poder político e de autoridade, com o único intuito de beneficiar a recandidatura do atual Prefeito, e, para isso, macula a lisura do processo eleitoral", diz trecho da ação apresentada à Justiça Eleitoral. 

Implicações legais

A denúncia invoca a Lei nº 13.165/2015, que reformou a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), enfatizando que a utilização de estruturas públicas ou de empresas terceirizadas contratadas pelo poder público para influenciar o resultado de eleições constitui uma grave infração. Além disso, os artigos 299 e 300 do Código Eleitoral preveem penas de reclusão e multas para crimes de assédio e coerção eleitoral.

O caso levanta questionamentos sobre a imparcialidade do pleito, uma vez que os trabalhadores terceirizados da Potenza podem ter se sentido pressionados a apoiar o atual prefeito em troca da manutenção de seus empregos, gerando um ambiente de intimidação.

"Ao constranger os trabalhadores a votarem no Ricardo Nunes em tom coercitivo, conforme comprova a matéria jornalística, o Sr. Eduardo Olivatto pratica ato de coerção, com a ameaça implícita de que os trabalhadores terceirizados serão prejudicados caso não contribuam com a reeleição do atual Prefeito", dizem os autores da denúncia. 

"Fato é que a coerção dos funcionários da empresa terceirizada Potenza e o uso da estrutura pública para fins eleitorais violam não apenas os princípios da ética e da moralidade administrativa, mas também comprometem o ambiente de trabalho, fazendo com que os trabalhadores se sintam pressionados a tomar posições políticas para garantir a manutenção de seus empregos", prosseguem. 

Quem é Eduardo Olivatto 

Eduardo Olivatto, irmão de Ana Maria Olivatto, ex-mulher de Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, principal líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC, atua como chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SIURB) na gestão Ricardo Nunes (MDB) na Prefeitura de São Paulo.

A informação foi divulgada por Mateus Araújo e Thiago Herdy no portal Uol e confirmada pela Fórum no portal oficial da prefeitura de São Paulo.

Olivatto, que aparece em foto ao lado de Ricardo Nunes e de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, é subordinado ao secretário Marcos Monteiro e à adjunta, Adriana Siano Boggio Biazzi, e atua como uma espécie de número 3 da pasta de Infraestrutura e Obras do atual prefeito, candidato à reeleição.

Ex-mulher de Marcola, Ana Maria foi assassinada em disputas internas do PCC em outubro de 2002. 

Servidor de carreira da prefeitura, Olivatto é vinculado ao empresário Fernando Marsiarelli, que foi quem mais faturou com contratos emergenciais, sem licitação na gestão de Nunes, segundo o Uol.

Marco Antônio Olivatto, irmão de Eduardo e também ex-cunhado de Marcola, é secretário no gabinete do deputado federal Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), que foi preso em novembro de 2017 na operação Caixa D'Água, que investigava crimes eleitorais.

Figura histórica da política paulista, Antônio Carlos Rodrigues teria sido o fiador da negociata entre o PL, de Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro, que selou o apoio do partido ao prefeito Ricardo Nunes na tentativa de reeleição.

Ele foi nomeado como secretário parlamentar em 7 de junho deste ano, em meio aos acordos na pré-campanha, com um salário bruto de R$ 9.119,22. 

https://revistaforum.com.br/politica/2024/10/22/ex-cunhado-de-marcola-do-pcc-pede-votos-para-nunes-vira-alvo-de-ao-por-suposta-coero-eleitoral-167833.html
ELEIÇÕES 2024

Ex-cunhado de Marcola, do PCC, é chefe de gabinete da gestão Ricardo Nunes em SP

Eduardo Olivatto é chefe de gabinete na secretaria de obras. Outro ex-cunhado de Marcola, chefão do PCC, atua em gabinete do deputado do PL, de Costa Neto, e selou apoio de Bolsonaro à candidatura de Nunes

Ricardo Nunes, Tarcísio Gomes de Freitas e Eduardo Olivatto.Créditos: Divulgação
Escrito en BRASIL el

Eduardo Olivatto, irmão de Ana Maria Olivatto, ex-mulher de Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, principal líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC, atua como chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SIURB) na gestão Ricardo Nunes (MDB) na Prefeitura de São Paulo.

A informação foi divulgada por Mateus Araújo e Thiago Herdy no portal Uol e confirmada pela Fórum no portal oficial da prefeitura de São Paulo.

Olivatto, que aparece em foto ao lado de Ricardo Nunes e de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, é subordinado ao secretário Marcos Monteiro e à adjunta, Adriana Siano Boggio Biazzi, e atua como uma espécie de número 3 da pasta de Infraestrutura e Obras do atual prefeito, candidato à reeleição.

Olivatto, que aparece em foto ao lado de Ricardo Nunes e de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, é subordinado ao secretário Marcos Monteiro e à adjunta, Adriana Siano Boggio Biazzi, e atua como uma espécie de número 3 da pasta de Infraestrutura e Obras do atual prefeito, candidato à reeleição.

Ex-mulher de Marcola, Ana Maria foi assassinada em disputas internas do PCC em outubro de 2002. 

Servidor de carreira da prefeitura, Olivatto é vinculado ao empresário Fernando Marsiarelli, que foi quem mais faturou com contratos emergenciais, sem licitação na gestão de Nunes, segundo o Uol.

Marco Antônio Olivatto, irmão de Eduardo e também ex-cunhado de Marcola, é secretário no gabinete do deputado federal Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), que foi preso em novembro de 2017 na operação Caixa D'Água, que investigava crimes eleitorais.

Figura histórica da política paulista, Antônio Carlos Rodrigues teria sido o fiador da negociata entre o PL, de Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro, que selou o apoio do partido ao prefeito Ricardo Nunes na tentativa de reeleição.

Ele foi nomeado como secretário parlamentar em 7 de junho deste ano, em meio aos acordos na pré-campanha, com um salário bruto de R$ 9.119,22.


https://revistaforum.com.br/brasil/2024/10/3/ex-cunhado-de-marcola-do-pcc-chefe-de-gabinete-da-gesto-ricardo-nunes-em-sp-166699.html

ELEIÇÕES 2024

Rachadinha e esquema com ex-cunhado de Marcola é "mais um escândalo de Nunes", diz Luna Zarattini

Vereadora afirmou que Nunes montou "balcão de negócios" e criou dutos para destinar mais de R$ 4 bi em contratos emergenciais, especialmente via secretaria de obras, onde cunhado de Marcola, do PCC, foi alçado à chefia de gabinete

Ricardo Nunes com Michel Temer, golpista e figura icônica do MDB.Créditos: Facebook / Ricardo Nunes
Escrito en BRASIL el

A vereadora reeleita Luna Zaratini (PT-SP) classificou como "mais um escândalo" do "balcão de negócios" montado por Ricardo Nunes (MDB) na Prefeitura de São Paulo a denúncia feita por um servidor sobre um esquema de rachadinha e a relação do prefeito bolsonarista com o cunhado do ex-líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, que foi divulgada pela Fórum nesta quinta-feira (24).

A denúncia, segundo o próprio autor que falou à Fórum de forma anônima temendo represálias, será apresentada à Polícia Federal nos próximos dias, incluindo todo o arcabouço probatória que ele afirma possuir.

Na entrevista - assista aqui -, o servidor paulista afirma que Nunes teria montado um esquema de rachadinha para abastecer sua campanha à reeleição e contou detalhes de como funcionaria um suposto esquema irregular em contratos emergenciais milionários na Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), cujo chefe de gabinete é Eduardo Olivatto, ex-cunhado de Marcola.

"O depoimento é muito forte e de uma pessoa que estava dentro da secretaria", diz Luna, que conta como Nunes montou um "balcão de negócios" na prefeitura que teria repassado cerca de R$ 4 bilhões em contratos emergenciais a famílias e pessoas ligadas a ele.

"A gestão Ricardo Nunes teve um aumento muito grande em contratos emergenciais, sem licitação e sem transparência nenhuma, para realização de obras. Esses contratos equivalem a R$ 4,3 bilhões. Nesses contratos a gente vê que várias empresas que ganharam estão ligadas a algumas famílias. A gente sabe, por exemplo, que algumas empresas são ligadas à família Braga, que é próxima do Ricardo Nunes, e há contratos também ligados a essa pessoa que foi citada, que é o Eduardo Olivatto, chefe de gabinete da SP Obras e ex-cunhado do Marcola do PCC", contou a vereadora.

Luna afirma que a denúncia da Fórum fortalece a representação já feita pela oposição ao Tribunal de Contas do Município (TCM), que comprovou que se os mesmos contratos emergenciais fossem feitos de acordo com a lei das licitações custariam 4 vezes menos aos cofres públicos.

"A prefeitura não pode ser um balcão de negócios, tem que atender a demanda do povo, com licitação e transparência", afirmou Luna.

"Esse é mais um escândalo da gestão Ricardo Nunes, um escândalo importantíssimo para essa reta final porque tem muita coisa em risco nessa eleição", emendou a vereadora na entrevista ao Fórum Onze e Meia.

Rachadinha e PCC

Na entrevista exclusiva à Fórum, o servidor afirma que  Nunes sempre teve muita influência na SIURB, desde o período em que o prefeito Bruno Covas ainda era vivo, e de quem o atual gestor era vice.

Nas palavras do denunciante, o candidato do MDB que busca um novo mandato no Palácio do Anhangabaú “oferecia cargos” para algumas pessoas para que “devolvessem parte dos vencimentos” dos supostos indicados, ou então nomeava colaboradores que nunca exerceram função alguma na prefeitura, a quem chamou de “fantasmas”.

“Quando foi assumido pela turma do Ricardo [Nunes], a SIURB fez parte da negociação do apoio do MDB à Prefeitura de São Paulo, na eleição do Bruno [Covas], [a pasta] é a única secretaria que o prefeito tem domínio total, inclusive ele já oferecia cargos em troca de rachadinha para pessoas que ele precisava colocar na campanha, ou funcionário fantasma, [para que] devolvesse parte do salário”, acusa o servidor.

Na denúncia, o funcionário da Prefeitura de São Paulo deu pormenores de como operaria um suposto esquema criminoso em contratos emergenciais celebrados entre a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) e empresas prestadoras de serviço. Ele começou falando sobre a entrada de Eduardo Olivatto para o cargo de chefe de gabinete da referida secretaria e de como ele teria colocado gente de seu convívio, com a anuência de Nunes, para tocar os trabalhos na pasta.

“Foi após a chegada do Eduardo [Olivatto] que a gente percebeu um aumento significativo e muito grande nesses contratos emergenciais. O departamento se chamava Licitações e Contratos, tinha a parte de cadastro, licitação e contrato. Tudo no mesmo departamento. Eles tiraram, separaram o Departamento de Licitações e Contratos e trancaram a Licitações, montaram um time onde quem é o chefe de tudo isso é o chefe de gabinete, e ele trouxe pessoas da confiança dele e também usou pessoas que já estavam lá”, relata.

Leia a reportagem na íntegra e veja o vídeo da entrevista na Fórum

https://revistaforum.com.br/brasil/sudeste/2024/10/24/rachadinha-esquema-com-ex-cunhado-de-marcola-mais-um-escndalo-de-nunes-diz-luna-zarattini-167985.html

23.10.24

Le Corbusier/Le Modulor 1/Le Modulor 2/Mensagem aos estudantes de arquitetura/Entretien aves lei étudiants des écoles d’architecture/entra

LE CORBUSIER, 1887-1965.  Mensagem aos estudantes de arquitetura / Le Corbusier; tradução Rejane Janowitzer; revisão técnica e notas Rosa Artigas. Entretien aves lei étudiants des écoles darchitecture. — São Paulo: Martins, 2006.
_________________. Le Modulor / Le Corbusier. Collection ascoral iii section b normalisation et construction volume 4. — Boulogne-Billancourt: Éditions de L’Aujourd’hui, 1954.
_________________. O Modulor / ensaio sobre uma medida harmónica à escala humana aplicável universalmente à arquitetura e à mecânica / Le Corbusier; tradução, prefácio e notas Marta Sequeira. Le Modulor. — Lisboa: Orfeu Negro, 2010.
_________________. Modulor 2 / — 1955 — os utilizadores têm a palavra continuação de O Modulor de 1948 / Le Corbusier; en colaboración con Justino Serralta; tradução, prefácio e notas Marta Sequeira. Le Modulor. — Lisboa: Orfeu Negro, 2010.

Apenas um estudo sobre Grécia, especialmente Atenas.

John Dewey/Art as Experience/Arte como experiência/sai

DEWEY, John, 1859-1952. Art as Experience / John Dewey. London: Perigee, 2005.
_________________. Arte como Experiência / John Dewey; últimos escritos, 1925-1953; [organização Jo Ann Boydston; editora de texto Harriet Furt Simon; introdução Abrahan Kaplan; tradução Vera Ribeiro]; publicado em parceria com Southern University Press, 1912 University Press DrMC 6806, Carbondale Ilinois 62901 USA, a partir do título
The later works of John Dewey: Volume 10: 1934 Art as experience de John Dewey e editado por Jo Ann Boydston. — São Paulo: Martins Fontes, 2010. — (Coleção Todas as Artes)

Apenas um estudo sobre Grécia, especialmente Atenas.


 

21.10.24

John Dewey/Art as Experience/Arte como experiência/entra

DEWEY, John, 1859-1952. Art as Experience / John Dewey. London: Perigee, 2005.
_________________. Arte como Experiência / John Dewey; últimos escritos, 1925-1953; [organização Jo Ann Boydston; editora de texto Harriet Furt Simon; introdução Abrahan Kaplan; tradução Vera Ribeiro]; publicado em parceria com Southern University Press, 1912 University Press DrMC 6806, Carbondale Ilinois 62901 USA, a partir do título
The later works of John Dewey: Volume 10: 1934 Art as experience de John Dewey e editado por Jo Ann Boydston. — São Paulo: Martins Fontes, 2010. — (Coleção Todas as Artes)

Apenas um estudo sobre Grécia, especialmente Atenas.

E.H.Gombrich/A história da arte/The story of art, 16th ed/sai

GOMBRICH, E.H. (Ernst Hans), 1909-2001. A história da arte / E.H.Gombrich; tradução Álvaro Cabral. The story of art, 16th ed. [Reimp.]. Rio de Janeiro: LTC, 2015.

 Apenas um estudo sobre Grécia, especialmente Atenas.

 Atenas:

 Adaga, 1600 a.C., Museu arqueológico nacional Atenas 

Pescador, 1500 a.C., Museu arqueológico nacional Atenas

 A lamentação pelo morto, 700 a.C., Museu arqueológico nacional Atenas

 O Paternon, Acrópole, Atenas, 447-432 a.C.

Athena, Parthenos, 447-432 a.C.
cópia em mármore, e reduzida, do original em madeira.
Museu arqueológico nacional Atenas

Deusa da vitória, 408 a.C., Museu da Acrópole

O Erecteion, Acrópole, 420-405 a.C.
 
 
Pedra tumular de hegeso, 400 a.C., Museu arqueológico nacional Atenas

Delfos: 

Polímedes de Argos Os irmãos Cleóbis e Biton, 615-590 a.C. Mármore. Museu Arqueológico, Delfos

Auriga. Escultura de atleta Olímpico descoberto em escavações. 475 a.C. Museu arqueológico, Delfos

Epidauro:

Capitel coríntio 300 a.C
Museu arqueológico, Epidauro

Olímpia: [Templo de Zeus em Olímpia (ou Olympieum) era o centro religioso do local e foi construído entre 470 e 457 a.C. pelo arquiteto Libon de Élis. Foi construído na ordem dórica e tinha seis colunas frontais e treze de cada lado, e única entrada era na fachada oriental, à qual se tinha acesso por uma grande rampa.]

Hércules carregando os céus 470-460 a.C

Hermes com o jovem Dionísio 340 a.C
Do grande escultor antigo Praxímeles, achada no sec xix, mas pode tanto ser o original, como uma cópia.
213cm
Museu arqueológico Olímpia

Verginia:

Tumulo Real em Verginia Grécia, de Alexandre, o grande.
Descoberto na década de 1970.
Todos os pertences de Alexandre.
Aqui, um mural que tem lá:

O rapto de Perséfone 366 a.C.

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beethoven/op 135/continua/

BEETHOVEN, Ludwig van. Complete String Quartets and Grosse Fuge. Ludwig van Beethoven. From The Breitkopf & Härtel Complete Works Edition. Is an unabridged republication of Serie 6 (Volumes 1 and 2): Quartette für 2 Violinen, Bratsche und Violoncell of Ludwig van Beethovens Werke. Vollständige kritisch durchgesehene überall beerechtigte Ausgabe. Mit Genehmigung aller Originalverleger, original published by Breitkopf & Härtel, Leipizig, n.d.  Quartet No16 in F Major, Op.135. New York: Dover Publications, INC, 1970.



 
 



 
 

 

BEETHOVEN, Ludwig van. String Quartets / Streichquartette / Quatuors à cordes / Op135. Ludwig van Beethoven. Alban Berg Quartett / Recorder live at the / Live-Mitschnitt aus der / Enregistré en public au / Mozart-Saal, Konzerthaus, Vienna / Wien / Vienne, Vl.1989. Germany: EMI Classics, 1993.