23.11.21
11.8.21
Mundo Pet | Clássica HQ de Lourenço Mutarelli
Lourenço Mutarelli nasceu em 1964, em São Paulo. Publicou diversos álbuns de quadrinhos, entre eles Transubstanciação (1991), Desgraçados (1993), Eu Te Amo Lucimar (1994), A Confluência da Forquilha (1997) e Diomedes: A Trilogia do Acidente (volume único publicado em 2012). Escreveu peças de teatro – reunidas em O Teatro de Sombras (2007) – e os livros de ficção O Cheiro do Ralo (2002, adaptado para o cinema em 2007), Jesus Kid (2004), O Natimorto (2004, adaptado para o cinema em 2008), A Arte de Produzir Efeito Sem Causa (2008), Miguel e os Demônios (2009), Nada me Faltará (2010), O Grifo de Abdera (2015) e O Filho Mais Velho de Deus e/ou Livro IV (2018).
- Editora : Comix Zone (26 outubro 2020)
- Idioma : Português
- Capa dura : 120 páginas
- ISBN-10 : 6500084276
- ISBN-13 : 978-6500084276
Paul Está Morto – Quando Os Beatles Perderam McCartney (Capa Dura)
Londres, novembro de 1966. John Lennon não consegue falar.Olha fixamente a foto de um carro em chamas com o corpo de Paul McCartney no interior. Paul não está mais entre nós, e isso significa também o fim dos Beatles. Mas John quer saber a verdade e, coma ajuda de George e Ringo, começa a reexaminar as horas finais da vida de Paul. Situado na atmosfera mágica dos estúdios Abbey Road durante a composição de Sgt. Pepper, Paul Está Morto é a versão definitivada lenda do óbito prematuro de Paul McCartney.Repleta de história, música e Beatlemania, esta ficção especulativa criada pelos italianos Paolo Baron e Ernesto Carbonetti chega ao Brasil pela editora Comix Zone em edição luxuosa. O livro tem capa dura, acabamento soft touch com verniz localizado, 120 páginas em cores, impressas em papel couché de alta gramatura, e conta com um marcador de páginas exclusivo.
Capa dura: 120 páginas
ISBN-13: 978-6500071955
ISBN-10: 6500071956
Editora: Comix Zone (26 setembro 2020)
Idioma: : Português
27.7.21
breve resumo da Historia do Brasil
22.3.21
A Grande Farsa
(Capa Dura) (Português)
A editora Comix Zone orgulhosamente publica, pela primeira vez no Brasil, A Grande Farsa, obra fundamental das historietas argentinas. Esta edição integral compreende A Grande Farsa e sua continuação, O Iguana. Três décadas após seu lançamento, a obra-prima do gigantesco Carlos Trillo e do grande desenhista Domingo Mandrafina segue mais atual do que nunca e continua a denunciar as ondas totalitárias que regularmente acometem os países latino-americanos. Em uma república das bananas não tão imaginária assim, um ditador sanguinário mantém uma relação incestuosa com sua sobrinha, que finge ser uma virgem milagrosa para toda a população. Por causa de uma chantagem envolvendo fotos comprometedoras, a falsa santa pede ajuda a um ex-policial alcoólatra para evitar o desenlace de um enorme escândalo. E todos esses personagens temem a presença do sádico Iguana, torturador oficial do regime ditatorial em vigor. A Grande Farsa é uma amostra da incrível riqueza gráfica de Domingo Mandrafina e das inigualáveis habilidades narrativas de Carlos Trillo que, em 1999, e com este trabalho, ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Quadrinhos de Angoulême, na França. A edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura com verniz localizado, lombada redonda e 224 páginas em preto e branco, impressas em papel offset de alta gramatura, além de um marcador de páginas exclusivo.
Capa dura : 324 páginas
ISBN-10 : 6500057295
ISBN-13 : 978-6500057294
Editora : Comix Zone
Idioma: : Português
Editores: Ferréz e Thiago Ferreira
22.12.20
Utopia
“A França está infestada por uma peste ainda mais desastrosa. O seu solo está inteiramente coberto e como que sitiado por inúmeras tropas arregimentadas e pagas pelo Estado. E isto em tempo de paz; se é que se pode chamar de paz as tréguas de um momento. Este deplorável sistema é justificado pelo mesmo motivo que vos leva a sustentar miríades de lacaios ociosos. Pareceu a esses políticos, timoratos e aflitos, que a segurança. do Estado exigia um exército numeroso, forte, permanentemente em armas, e composto de veteranos. Não confiam nos conscritos. Dir-se-ia mesmo que fazem guerras para ensinar o exercício ao soldado a fim de que, como escreveu Salústio, nesse grande matadouro humano, o coração ou a mão não se lhes entorpeçam no repouso.”
More, Thomas. A Utopia. Tradução e notas de Luís de Andrade. Os Pensadores X. Abril Cultural, 1972.
4.12.20
Paracuellos
Carlos Giménez nasceu em Madrid, em 1941. Sua primeira série em quadrinhos foi Drake & Drake, seguida pelos populares Gringo, Delta 99 e Dani Futuro. Foi com a publicação das poderosas e comoventes histórias da sua infância na Espanha franquista em Paracuellos que Giménez ganhou reconhecimento internacional e completou sua transição de desenhista para autor completo. Suas outras obras de não ficção incluem a trilogia España, Una, Grande y Libre (crônica sobre a transição política depois da morte de Franco), Barrio (histórias sobre sua adolescência, após ter deixado o orfanato) e Los Profesionales (premiada série sobre os bastidores da cena espanhola dos quadrinhos na década de 1960). Em 2003, Giménez foi reconhecido com a Medalha de Ouro em Belas Artes dada pelo Ministério da Cultura da Espanha.
- Capa dura : 208 páginas
- ISBN-10 : 6500031350
- ISBN-13 : 978-6500031355
- Dimensões : 29.2 x 21.6 x 2.6 cm
- Editora : Comix Zone!
28.11.20
Boca do Diabo
128 páginas
Editora: Comix Zone!
Idioma: Português
ISBN-10: 6500028023
ISBN-13: 978-6500028027
Editores: Ferréz e Thiago Ferreira
6.11.20
00, 01, 02, 03...
“Com efeito, cada nova classe que toma o lugar da que dominava antes dela é obrigada, para alcançar os fins a que se propõe, a apresentar seus interesses como sendo o interesse comum de todos os membros da sociedade, isto é, para expressar isso mesmo em termos Ideais: é obrigada a emprestar às suas ideias a forma de universalidade, a apresentá-las como sendo as únicas racionais, as únicas universalmente válidas. A classe revolucionária surge, desde o início, não como classe, mas como representante de toda a sociedade, porque já se defronta com uma classe; aparece como a massa inteira da sociedade frente à única classe dominante.”
Marx e Engels: “Manifesto do Partido Comunista”
12.10.20
O Datilógrafo do Gueto
Tendo dividido a caneta e sendo interpretado por grandes nomes da MPB do Rap até do Rock e Punk, não tem como falar da vida e trajetória desse romancista, contista, que já lançou 10 livros sem citar seus poemas e músicas.
Este livro é sobre as rimas, as poesias, os trabalhos em parceria, os que foram gravados inéditos. É também um livro que retoma o mesmo menino que lançou seu livro de poesia em 1997, e que jamais desistiu de tentar mudar a periferia, pela palavra.
Título: Datilógrafo do Gueto
Editora: Selo Povo
Autor: Ferréz
Desenho da capa: Doug Firmino
Projeto Gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova
Formato: 13,7 x 21 cm
Tipos: Caecilia & Syntax
papel Lux Cream 90g
fevereiro de 2020
4.10.20
Sherlock Time
Alberto Breccia foi um dos maiores desenhistas (de todos os tempos).
Oesterheld foi militante dos Montoneros. Entrou na clandestinidade depois do sequestro e do assassinato de suas 4 filhas e da apropriação de dois de seus netos pelo governo, antes de ser sequestrado pelas forças-tarefa da ditadura. Ele foi torturado e assassinado. Seus restos mortais, assim como os de muitos outros desaparecidos daquele período negro, nunca foram encontrados
Capa dura: 176 páginas
ISBN-10: 856284814X
ISBN-13: 978-8562848148
Dimensões do produto: 29.2 x 21.2 x 2.4 cm
Editora: Comix Zone! (21 maio 2020
Editores: Ferréz e Thiago Ferreira
3.10.20
Sufista Prateado de Caralho
9.7.20
PALESTRA “A Música no Teatro Épico” com Willy Corrêa de Oliveira
Música e Capitalismo / Música e Revolução
Aprendendo com Brecht
Música e Teatro Épico
Sobre o palestrante
“Nasci no Recife (PE) cinco anos após o ascendimento de Hitler ao poder. De início aprendi a falar a língua e o mundo (a um só tempo). Mais velho, me dei conta do quão tomara o mundo e a língua erradamente. Nunca: ninguém – em casa – nunca me havia avisado que, no capitalismo, há conluio para a falsificação do mundo e da linguagem, para que aceitemos a sujeição e a bestialização da imensa maioria (como coisa natural). Quem não se submete à adoração do bezerro de ouro já está condenado. Nem sequer dispomos de uma linguagem musical universalizante.” - Willy Corrêa de Oliveira
15.4.20
Harmonia
28.3.20
não confundir o Mito com a Verdade
17 dervixe. Ortovito semi ricordo. Pantalonica afecção
18 na corrente sangüínea qual influenza a tremular no ponto
19 de ebulicao?
[513]
5 Essexelcência, e não tou engolindo ar, verdade da Ponte de Ouro [Golden].
6 Monta a nada em libras e pence. Nem mesmo a mina lá dum
7 espelho nem tanto quanto o preço das calças dum planaltino ou as
8 três coroas de tua bandeira (não é lamentável pacas?) por toda
9 essa porqueira destória?
[521]
Joyce, James. Finnegans Wake / Finnicius Revém. Livro 5 [livro iii e iv, capítulos 13,14,15,16, e 17. Capítulo 15: Lowly / Lenta]. Introdução / Versão / Notas: Donaldo Schüller. Ateliê Editorial, São Paulo, 2003.
16.1.20
Capa Preta / Lourenço Mutarelli
Capa dura: 304 páginas
Editora: Comix Zone
Idioma: Português
ISBN-13: 978-8562848124
Lourenço Mutarelli
22.11.19
O Eternauta 1969
Nesse clássico dos quadrinhos mundiais, originalmente ilustrado por Francisco Solano López, acompanhamos a invasão de Buenos Aires por uma raça extraterrestre conhecida como "Eles". Ao longo da trama, repleta de reviravoltas e personagens incríveis, o protagonista Juan Salvo resiste a alienígenas, viaja no tempo e, apesar de si mesmo, se torna o legatário final de toda a humanidade. Dez anos depois, em 1969, à convite da revista Gente, Oesterheld se debruça novamente sobre seu magnum opus e nos oferece um remake abrangente. Os desenhos desta nova versão ficam a cargo do uruguaio Alberto Breccia, com quem Oesterheld havia colaborado em outras obras, como Mort Cinder e Sherlock Time. O autor não apenas muda a história em detalhes, dando a ela um tom político mais acentuado, como o estilo surreal de colagem de Alberto Breccia cria um mundo totalmente novo, mais sombrio e distópico. O Eternauta 1969 não é apenas uma grande obra de ficção científica, é um documento contemporâneo de alta tensão da esquerda argentina do final dos anos 1960, finalmente publicado no Brasil pela editora Comix Zone.
Oesterheld foi militante dos Montoneros. Entrou na clandestinidade depois do sequestro e do assassinato de suas 4 filhas e da apropriação de dois de seus netos pelo governo, antes de ser sequestrado pelas forças-tarefa da ditadura. Ele foi torturado e assassinado. Seus restos mortais, assim como os de muitos outros desaparecidos daquele período negro, nunca foram encontrados
O Eternauta 1969 (Português) Capa dura
por Héctor Germán Oesterheld, Alberto Breccia
Capa dura: 64 páginas
Editora: Comix Zone
Idioma: Português
ISBN-10: 8562848107
ISBN-13: 978-8562848100
Dimensões do produto: 29,2 x 21,4 x 1,2 cm
Héctor Germán Oesterheld, Alberto Breccia
26.10.19
29.8.19
My Way – a periferia de moicano
Esse livro tem importância de quem viveu dentro do tema, de quem foi o tema, e de quem construiu muita coisa desse movimento.
O autor Valo Velho, fala muito dessa aproximação, também nos traz as guerras, as viagens, as lutas ideológicas e como o movimento Anarchopunk teve tanta influência de um país como a Finlândia.
Valo Velho, É um dos pioneiros da fundação do Movimento Anacrhopunk junto a indivíduos e coletivos da segunda metade da década de 80. Mobilizou campanhas anti militares e protestos contra armamentos nucleares e pela queda do muro de Berlin. Entre 95 e 99 fez parte de coletivos, cooperativas de trabalho autônomo, com os Panteras Negras, Hippies e Punks nos Estados Unidos. Militante pacifista que tem dedicado seu tempo como professor voluntário em ONGs e projetos sociais desde 2000. Mora a 40 anos no Valo Velho, bairro do Extremo Sul da Zona Sul de São Paulo e porquanto o nome do bairro se tornou seu homônimo. O Punk começou por volta de 76 na Europa e E.U.A. essas datas não são tão precisas, mas também não é só o surgimento da primeira banda ou seja limitado e exclusivamente a um estilo musical, tudo nasce numa simbiose.
Punk mais que som, é um comportamento uma postura, um modo de viver mesmo tá ligado? E assim como todos movimentos não se separa isso. Surgiu como uma necessidade, no momento que a crise e o desemprego agravavam ou seja no final dos 70. Por serem tão diferentes, começam não querer permanecer no lugar a eles destinado, a periferia, a circulação pela cidade é constante e daí se produz o choque. As denúncias estão feitas, as experiências vividas e as lutas travadas; não há nada que eu possa fazer para mudar a história de opressão que vivi, mas muito que eu possa fazer para que ela não se repita?". Valo Velho.
Título: My Way
Autor: Valo Velho
Editor: Ferréz
Revisão: Ni Brisant e Ferréz
Capa e projeto gráfico: Paulo Vidal de Castro & Thais Vilanova
Formato: 14 × 21 cm
Número de Páginas: 208
Tiragem: 300
este livro foi composto em caecilia & syntax
e impresso pela gráfica Psi7 em papel lux cream 90g em julho de 2019
Editora Selo Povo
16.5.19
Almanhaque de 2019
O homem cumprimentou o outro no café:
– Creio que fomos apresentados na casa do Olavo.
– Não me recordo.
– Pois eu tenho certeza. Faz um mês e meio, mais ou menos.
– Como me reconheceu?
– Pelo guarda-chuva.
– Mas naquela época eu não tinha guarda-chuva.
– Realmente, mas eu tinha.
Torelly, Aparício, 1895-1971
Almanhaque para 1949, Primeiro Semestre, ou, “Almanhaque d'A Manha”/ Aparício Torelly, o Barão de Itararé. -- São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Imprensa Oficial do Estado, 2002. -- (Coleção Almanhaques do Barão de Itararé).- fac-símile da primeira edição
































































