GAIMAN, Neil (1960- ). A Corte / Neil Gaiman e Waren Pleece; Centre Point / Neil Gaiman; em: ZARADE, Oscar, Org. A vida secreta de Londres / Organização de Oscar Zarade; Alan Moore, Neil Gaiman, Dave McKean, Iain Sinclair, Stewart Home e outros; prefácio de Rogério de Campos; tradução Alexandre Boide; 1996. It’s dark in London. — São Paulo: Veneta, 2017.
28.12.25
continua/neil gaiman/Eternos/Eternals/John Romita Jr/sai
25.12.25
Modest Mussorgsky Моде́ст Петро́вич Му́соргский/Maurice Ravel/Quadros de uma Exposição/Картинки з виставки/Carlo Maria Giulini
23.12.25
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
A rua como intérieur. Vistas da Passage du Pont-Neuf (entre a Rue Guénégaud e a Rue de Seine), “as boutiques parecem armários”. Nouveaux Tableaux de Paris, ou Observations sur les Maeurs et Usages des Parisiens au Commencement du XIXe Siècle, Paris, 1828, vol. I, p. 34.
A melhor arte de capturar, sonhando, a tarde nas malhas da noite, é fazer planos. O flâneur a feazer planos.
3 Cf. nota para M°, 25. (w.b.)
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
22.12.25
continua/neil gaiman/Eternos/Eternals/John Romita Jr/entra
19.12.25
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
continua/neil gaiman/Orquídea Negra/Black Orchid/Dave McKean/entra
GAIMAN, Neil (1960- ); McKEAN, Dave (1963- ). Orquídea Negra / edição definitiva / Black Orchid: The Deluxe Edition / Neil Gaiman, Dave McKean; introdução Mikal Gilmore; anotações, esboços e seleções de Neil Gaiman; 1991; Vertigo/DC Comics. — Barueri, SP: Panini Brasil, 2012.
18.12.25
continua/neil gaiman/The Quotable Sandman/entra
continua/neil gaiman/Sandman/volume 14/Prelúdio/Overture/J.H.Williams III/Dave McKean/sai
15.12.25
continua/benjamin/passagens/Das Passagen-Werk/continua
“A Paris dos Saint-Simonianos.” Do projeto enviado por Charles Duveyrier a L’Advocat, para ser integrado ao Livre des Cent-et-un (o que acabou não ocorrendo): Quisemos dar forma humana à primeira cidade sob a inspiração de nossa fé. O bom Deus disse pela boca do homem que ele envia... Paris! É nas margens de teu rio e sobre o território dentro de teus muros que imprimirei o selo de minha generosidade... Teus reis e teus povos caminharam com a lentidão dos séculos e se detiveram numa praça magnífica. É ali que repousará a cabeça da minha cidade... Os palácios de teus reis serão sua fronte... Conservarei sua barba de altos castanheiros... Varrerei o velho templo cristão do alto dessa cabeça ... e sobre esse terreno limpo estenderei uma cabeleira de árvores... Sobre o peito de minha cidade, nesse lar simpático de onde irradiam e para onde convergem todas as paixões, ali onde vibram as dores e as alegrias, construirei meu templo..., plexo solar do colosso... As colinas do Roule e de Chaillot serão seus flancos; colocarei ali o banco e a universidade, os mercados e as gráficas... Estenderei o braço esquerdo do colosso sobre a margem do Sena; ele estará ... no lado oposto ... a Passy. A associação dos engenheiros ... constituirá a parte superior, que se estenderá em direção a Vaugirard; formarei o antebraço da reunião de todas as escolas especiais das ciências físicas... No vão do braço ... agruparei todos os liceus, para que minha cidade os aperte contra o seio esquerdo, onde fica a Universidade... Estenderei o braço direito do colosso em sinal de força até a estação de Saint-Ouen... Encherei esse braço das oficinas da pequena indústria, de passagens, galerias, bazares... Formarei a coxa e a perna direita com todos os estabelecimentos das grandes fábricas. O pé direito pousará em Neuilly. A coxa esquerda oferecerá aos estrangeiros longas filas de hotéis. A perna esquerda se estenderá até o Bois de Boulogne... Minha cidade está na atitude de um homem prestes a caminhar; seus pés são de bronze e se apoiam sobre uma dupla estrada de pedra e de ferro. Aqui se fabricam ... os veículos de transporte e os aparelhos de comunicação; aqui as carruagens disputam em velocidade... Entre os joelhos esrá uma arena de equitação, em forma de elipse; entre as pernas, um imenso hipódromo.” Henry-René d’Allemagne, Les Saint-Simoniens 1827-1837, Paris, 1930, pp. 309-310. A idéia desse projeto deve-se a Enfantin, que utilizou pranchas anatômicas para a planificação da cidade do futuro.
Crítica de Fournel à cidade saint-simoniana de Ch. Duveyrier: “Não podemos continuar acompanhando a exposição dessa metáfora atrevida que o Sr. Duveyrier desenvolve ... com fleuma cada vez mais estupeficante, sem nem mesmo perceber que sua engenhosa distribuição levaria Paris, por força do progresso, de volta até a época da Idade Média, cada indústria e cada ramo do comércio eram confinados num mesmo bairro.” Fournel, Paris Nouveau et Pans Futur, Paris, 1868, pp. 374-375 (“Les précurseurs de M. Haussmann”).
menos como o Palácio de Cristal de Londres ou como nossos mercados de hoje: colunas de ferro, algumas pedras para assentar as fundações... Ah! Meu jardim de inverno, que partido tiraria de ti para meus Novutopianos; enquanto em Paris, na grande cidade, eles construíram um grande monumento de pedra, pesado e feio, que não serve para nada, e onde, neste ano, os quadros de nossos artistas, a contraluz aqui, escaldavam um pouco mais ao longe sob um sol ardente.” F. A Coumrier de Vienne, Paris Modeme: Plan d’une Ville Modèle que l’Auteur a Appelée Novutopie, Paris, 1 860, pp. 263-265.
A passagem clássica sobre o despertar durante a noite, no quarto escuro, e a orientação do autor dentro dele: “Quando eu acordava assim, e meu espírito se agitava, sem sucesso, tentando saber onde eu me encontrava, tudo girava ao meu redor na escuridão: as coisas, os países, as anos. Meu corpo, entorpecido demais para se mover, procurava reconhecer, pela forma de seu cansaço, a posição de seus membros, para perceber a partir deles a direção da parede, o lugar dos móveis, para reconstruir e nomear o local em que se encontrava. Sua memória, a memória de suas costelas, de seus joelhos, de seus ombros, apresentava-lhe sucessivamente os vários quartos em que dormira, enquanto em torno dele rodopiavam nas trevas as paredes invisíveis, mudando de lugar conforme o cômodo
Articulação entre a obra proustiana e a obra de Baudelaire: “Uma das obras-primas da literatura francesa, Sylvie, de Gérard de Nerval, assim como o livro Mémoires d’Outre-Tombe ... oferece uma sensação do mesmo tipo que a do gosto da madeleine... Em Baudelaire, enfim, essas reminiscências, mais numerosas ainda, são evidentemente menos fortuitas e, portanto, a meu ver, decisivas. É o próprio poeta que, com uma escolha mais ampla e com mais preguiça, procura voluntariamente, no perfume de uma mulher, por exemplo, de sua cabeleira e de seu seio, as analogias inspiradoras que lhe evocarão ‘o azul do céu imenso e redondo’, e ‘um porto cheio de velas e mastros’. Eu ia procurar lembrar-me das peças de Baudelaire que se baseiam, da mesma forma, em uma sensação transposta, para colocar-me decididamente numa filiação tão nobre, e assim assegurar-me de que a obra, que não hesitaria empreender, merecia o esforço que iria lhe consagrar, quando, tendo chegado ao fim da escada..., encontrei-me ... no meio de uma festa.” Marcel Proust, Le Temps Retrouvé, vol. II, Paris, 1927, pp. 82-83.
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.






