<fase tardia>
“‘O mesmo espírito que monta os sistemas filosóficos no cérebro dos filósofos é o que constrói as estradas de ferro com as mãos dos operários.’. ..No deserto do século XIX, a técnica é, segundo Marx, a única esfera da vida em que o homem se move no centro de um a coisa.” Hugo Fischer, Karl Marx und sein Verhältnis zu Staat und Wirtschaft. Jena, 1932, pp. 39-40; a citação de Marx foi extraída de Marx e Engels, Gesammelte Schriften, 1841-1850, Stuttgart, 1902, vol. I, p. 259.
[x3, 1]
[...]
Marx enfatiza “a importância decisiva da transformação do valor e do preço da força de trabalho na forma do salário pelo trabalho, ou em valor e preço do próprio trabalho. Nesta forma fenomênica, que torna invisível a verdadeira relação e mostra justamente o seu contrário, fundamentam-se todas as representações jurídicas tanto do operário quanto do capitalista, todas as mistificações do modo de produção capitalista, todas as suas ilusões de liberdade.” Karl Marx, Das Kapital, vol. I, ed. org. por K. Korsch, Berlim, p. 499.
[X 3, 3]
“Se tivéssemos pesquisado mais: sob que circunstâncias todos os produtos tomam ou pelo menos a maioria deles toma a forma de mercadoria, teríamos descoberto que isso só ocorre com base em um modo de produção bem específico: o capitalista.” Karl Marx, Das Kapital, vol I, ed. org. por K. Korsch, p. 171.5
[X 3, 4]
[...]
O modelo segundo o qual deve orientar-se a formação politécnica prescrita pelo marxismo: “Existem ... formações sociais em que a mesma pessoa, alternadamente, costura e tece; em que esses dois modos diferentes de trabalho são apenas modificações do trabalho do mesmo indivíduo, e ainda não são funções específicas fixas de indivíduos diferentes” (Marx, Das Kapital, p. 57). Estes vários atos modificados do trabalho de um indivíduo não são comparados entre si quantitativamente, segundo sua duração; nada de real corresponde à abstração do “mero trabalho” que se pode perceber neles; eles se encontram em um único contexto de trabalho concreto, cujos resultados não beneficiam o proprietário de mercadorias. Comparar com isto a seguinte passagem: “Para uma sociedade de produtores de mercadorias, cuja relação social geral de produção consiste em relacionar-se com seus próprios produtos como mercadorias ... e desta forma ... referir-se aos seus trabalhos privados como a um trabalho humano igual, o cristianismo, com seu culto do homem abstrato ... é a forma religiosa mais adequada.” Marx, Das Kapital, p. 91 (“Fetischcharakter”).11
[X 3a, 4]
“O corpo da mercadoria, que serve de equivalente, figura sempre como corporificação do trabalho humano abstrato e é sempre o produto de um determinado trabalho, útil e concreto. Esse trabalho concreto torna-se, portanto, expressão do trabalho humano abstrato.” Nesta última frase se encontra, para Marx, toda a miséria da sociedade produtora de mercadorias. (A passagem foi extraída de Das Kapital, p. 70 [“Die Wertform oder der Tauschwert” — A forma de valor ou o valor de troca”]).12 A esse respeito, é muito importante observar que Marx, pouco depois (p. 71), caracteriza o trabalho humano abstrato como o “contrário” do trabalho concreto. — Para formular de outro modo a miséria em questão, poder-se-ia dizer também: a miséria da sociedade produtora de mercadorias consiste no fato de que, para ela, “o trabalho em forma imediatamente social” (p. 71) sempre é apenas trabalho abstrato. Quando Marx, ao tratar da forma equivalente, enfatiza “que o trabalho privado se converte na forma de seu contrário, um trabalho sob forma imediatamente social” (p. 71), este trabalho privado é precisamente o trabalho abstrato do homem abstrato proprietário de mercadorias.
[X4, 1]
Marx imagina que o trabalho seria realizado voluntariamente (como travail passionné) se fosse abolido o caráter de mercadoria de sua produção. A razão pela qual o trabalho não é realizado voluntariamente seria, portanto, segundo Marx, seu caráter abstrato.
[X 4, 2]
“O valor transforma ... cada produto de trabalho em um hieróglifo social. Mais tarde, os homens procuram decifrar o sentido do hieróglifo, desvendar o segredo de seu próprio produto social, pois a determinação dos objetos de uso como valores, assim como a língua, é seu produto social.” Marx, Das Kapital, vol. I, p. 86 (“Der Fetischcharakter der Ware und sein Geheimnis” — O caráter fetichista da mercadoria e seu segredo).13
[X 4, 3]
“A forma geral de valor, que apresenta os produtos de trabalho como meras gelatinas de trabalho humano indiferenciado, mostra por meio de sua própria estrutura que ela é a expressão social do mundo das mercadorias. Assim ela revela que, neste mundo,” “o caráter humano geral” [apenas o mísero e abstrato] “do trabalho constitui ao mesmo tempo sua marca distintiva como trabalho social.” Marx, Das Kapital, vol. I, p. 79 (“Die Wertform oder der Tauschwert”).14 — A natureza abstrata do trabalho social e a natureza abstrata do homem que se comporta como proprietário em relação a seus semelhantes correspondem uma à outra.
[X 4, 4]
“Para expressar ... que a tecelagem, não em sua forma concreta como tecelagem, e sim em sua característica geral como trabalho humano, gera o valor do linho, ela é confrontada com a alfaiataria, o trabalho concreto, que produz o equivalente do linho” [o paletó] “como a forma de realização palpável do trabalho humano abstrato.” (Das Kapital, vol. I, p. 71)15 E ao que se refere Marx quando escreve na frase precedente: “Na expressão de valor da mercadoria, a coisa é distorcida.” Em relação a isto, a observação: “É esta inversão, através da qual o sensível concreto vale apenas como manifestação do universal abstrato — e não o contrário, o universal abstrato como qualidade do concreto —, que caracteriza a expressão de valor... Quando afirmo: o direito romano e o direito alemão são ambos direitos, isto é óbvio. Quando afirmo, ao contrário: o direito, este conceito abstrato, realiza-se no direito romano e no direito alemão, nestes direitos concretos, a correlação se torna mística.” (p. 71) (“Die Wertform oder der Tauschwert”)
[X 4a, 1]
“Quando digo que paletó, botas etc. relacionam-se ao linho como a corporificação geral do trabalho humano abstrato, o absurdo desta expressão salta aos olhos. Mas, quando os produtores de paletós, botas etc. relacionam estas mercadorias ao linho — ou ao ouro e à prata, o que dá no mesmo — como equivalente geral, a relação de seus trabalhos privados com o trabalho social total aparece-lhes exatamente sob esta forma absurda.” Karl Marx, Das Kapital, vol. I, ed. org. por K. Korsch, Berlim, 1932, p. 88 (“Fetischcharakter”).16
[X 4a, 2]
“A economia política ... nunca ... chegou a perguntar por que ... o trabalho se representa pelo valor, e a medida do trabalho, por meio de sua duração, pela grandeza do valor do produto do trabalho. Estas fórmulas — que trazem escrito na testa que pertencem a uma formação social na qual o processo de produção domina os homens, e o homem ainda não domina o processo de produção — são consideradas por sua consciência burguesa uma necessidade natural tão óbvia quanto o próprio trabalho produtivo.” Marx, Das Kapital, vol. I, ed. org. por K. Korsch, pp. 92-93 (“Der Fetischcharakter der Ware und sein Geheimnis”).17
[X 4a, 3]
Uma passagem extremamente importante sobre o conceito de “criatividade” é o comentário de Marx sobre o início do primeiro parágrafo do programa de Gotha: “O trabalho é a fonte de toda riqueza e de toda cultura”: “Os burgueses têm muito boas razões para atribuir ao trabalho poderes criativos sobrenaturais; pois, justamente do fato de o trabalho depender da natureza, conclui-se que o homem que não possui outro bem além de sua força de trabalho será forçosamente, em qualquer circunstância social e cultural, o escravo de outros homens que se fizeram proprietários das condições objetivas do trabalho.” Karl Marx, Ratidglossen zum Programm der deutschen Arbeiterpartei, ed. org. por K. Korsch, Berlim-Leipzig, 1922, p. 22.18
[X 5, 1]
“Na sociedade comunitária [genossenschafilich], fundada com base na propriedade comum dos meios de produção, os produtores não trocam seus produtos; e tampouco o trabalho incorporado aos produtos aparece como valor desses produtos, como uma qualidade objetiva possuída por eles, já que agora, em oposição à sociedade capitalista, os trabalhos individuais não existem mais de modo indireto, e sim de modo direto como partes integrantes do trabalho da comunidade. A expressão ‘produto do trabalho’... perde assim todo o sentido.” O trecho refere-se à exigência “de uma distribuição justa do produto do trabalho”. Marx, Randglossen zum Programm der deutschen Arbeiterpartei, Berlim-Leipzig, 1922, pp. 25 e 24.
[X 5, 2 ]
“Em uma fase superior da sociedade comunista, depois que tiver desaparecido a subordinação subserviente dos indivíduos à divisão do trabalho, e com ela também a oposição entre trabalho espiritual e trabalho físico, depois que o trabalho tiver se tornado não apenas meio de vida, mas também a primeira necessidade vital propriamente dita, depois que, com o desenvolvimento integral dos indivíduos, também tiverem se ampliado as forças produtivas... — só então o estreito horizonte do direito burguês poderá ser totalmente superado, e a sociedade poderá escrever sobre suas bandeiras: Cada um, conforme suas capacidades, a cada um, conforme suas necessidades.” Marx, Randglossen zum Programm der deutschen Arbeiterpartei, Berlim-Leipzig, 1922, p. 27.
[X 5, 3]
Marx, em sua crítica ao programa de Gotha de 1875: “Lassalle sabia o Manifesto Comunista de cor... Portanto, se ele o falsificou tão grosseiramente, ele o fez apenas para dissimular sua aliança com os adversários absolutistas e feudais contra a burguesia.” Marx, Randglossen zum Programm der deutschen Arbeiterpartei, ed. org. por K. Korsch, p. 28.
[X 5, 4]
Korsch chama a atenção para “uma concepção científica fundamental para a compreensão abrangente do comunismo marxista, que hoje, porém, é freqüentemente considerada por todos os seus adversários, e até mesmo por muitos de seus adeptos, como ‘insignificante’: a de que o salário não é, como propõem os economistas burgueses, o valor (isto é, o preço) do trabalho e sim ‘apenas uma forma mascarada do valor (isto é, o preço) da força de trabalho’que é vendida como mercadoria no mercado de trabalho bem antes que seu uso produtivo (o trabalho) tenha início na empresa do proprietário capitalista.” Karl Korsch, “Einleitung” [Introdução], in: Marx, Randglossen zum Programm der deutschen Arbeiterpartei, ed. org. por K. Korsch, Berlim-Leipzig, 1922, p. 17.
[X 5a, 1]
Schiller: “As naturezas comuns pagam com aquilo que fazem, as nobres, com aquilo que são.”19 O proletário paga com aquilo que ele faz por aquilo que ele é.
[X 5a, 2]
“Durante o processo de trabalho, o trabalho passa continuamente da forma da inquietação para a forma do ser, da forma do movimento para a da objetividade. Ao fim de uma hora, o movimento de fiar está representado por uma certa quantidade de fio, ou seja: uma determinada quantidade de trabalho, uma hora de trabalho, está objetivada no fio de algodão. Dizemos hora de trabalho, pois o trabalho de fiar vale aqui apenas enquanto dispêndio de força de trabalho, e não enquanto trabalho específico de fiar... A matéria-prima e o produto aparecem aqui” [no processo de valorização] “sob uma luz totalmente diferente daquela projetada pelo ponto de vista do processo de trabalho propriamente dito. A matéria-prima vale aqui apenas como algo que absorve uma determinada quantidade de trabalho... Quantidades determinadas de produto, estabelecidas com base na experiência, representam agora nada mais que determinadas quantidades de trabalho, determinadas medidas de tempo de trabalho solidificado. São apenas a materialização de uma hora, de duas horas, de um dia de trabalho social.” Karl Marx, Das Kapital, vol. I, ed. org. por K. Korsch, Berlim, 1932, p. 191 (“Wertbildungsprozeß” — O processo de valorização).20
[X 5a, 3]
[...]
“Objetos de mesmo valor, mas diferentes entre si, sofrem ... uma diminuição do significado de sua individualidade por efeito de sua permutabilidade — seja esta indireta ou ideal... A diminuição do interesse pela individualidade das mercadorias acarreta uma diminuição da própria individualidade. Se os dois lados da mercadoria ... são sua qualidade e seu preço, parece de fato ser logicamente impossível que o interesse se prenda apenas a um desses lados: pois ‘bom preço’ é uma expressão vazia se não significa um preço baixo por uma qualidade relativamente alta... No entanto, o que é conceitualmente impossível e psicologicamente real e efetivo; o interesse por um dos lados pode aumentar a tal ponto que o outro lado logicamente necessário diminui totalmente. O exemplo típico de um destes casos é o ‘bazar de cinqüenta centavos’. Aqui o princípio de valorização da economia monetária moderna encontrou sua expressão mais exata. O centro do interesse não é mais ocupado pela mercadoria, e sim pelo preço — um princípio que não só pareceria vergonhoso em tempos passados, mas que seria também absolutamente impossível. Já foi observado com razão — que a cidade medieval ... desconhecia a economia capitalista extensiva, e que esta teria sido a razão pela qual se buscava o ideal da economia não tanto na expansão (que só é possível por preço baixo), mas principalmente na qualidade das mercadorias oferecidas.” Georg Simmel, Philosophie des Geldes, Leipzig, 1900, pp. 411-412.
[X 7, 1]
“A economia política agora não é mais uma ciência da mercadoria... Ela se tornou uma ciência direta do trabalho social — em sua forma atual, determinada e inequívoca, como trabalho que produz ‘mercadorias para outrem’, isto é, como trabalho formalmente pago em seu valor integral, mas efetivamente explorado, ... dos operários assalariados, aos quais se contrapõe, sob a forma de capital, a força produtiva de seu trabalho multiplicada por mil graças à divisão social do trabalho.” Korsch, op. cit. <Karl Marx, manuscrito>, vol. II, P- 47;21 cf. X 11, 1.
[X 7, 2]
[...]
“A doutrina da ‘mais-valia’, já antecipada em sua maior parte ... pelos economistas burgueses clássicos e seus primeiros adversários socialistas, e a redução do ‘livre contrato de trabalho’ dos operários assalariados modernos à compra e venda da ‘mercadoria força de trabalho’ alcançam sua força e eficácia apenas por meio da transferência do campo da troca de mercadorias para o ... campo da produção material, isto é, pela passagem do conceito de ‘mais-valia’, existente sob a forma de mercadoria e dinheiro, para a concepção de ‘mais-trabalho’, cumprido pelos operários reais na empresa capitalista sob as condições sociais nela reinantes de dominação e opressão.” Korsch, op. cit. <Karl Marx, manuscrito», vol. II, pp. 41-42.22
[X 7a, 2]
Korsch (vol. II, p. 47) cita uma expressão de Marx <Das Kapital, vol. I, 4 a ed., Hamburgo, 1890, pp. 138-139>: “O lugar oculto da produção, em cuja entrada está escrito: ‘Proibida a entrada de pessoas estranhas ao serviço.”’ Cf. a inscrição de Dante sobre a porta do Inferno e Einbahnstraße [Rua de mão única].23
[X 7a, 3]
Korsch define a mais-valia como a forma “especialmente ‘desvairada’ que o fetichismo da mercadoria assume como ‘mercadoria força de trabalho’”. Karl Korsch, Karl Marx, manuscrito, vol. II, p. 53.24
[X 8, 1]
“O que Marx designa como ‘fetichismo do mundo da mercadoria’ é apenas a expressão científica para a mesma coisa que ele havia antes designado como ‘auto-alienação humana’... A diferença de conteúdo mais importante entre esta crítica filosófica da ‘auto-alienação econômica’ e a representação científica posterior do mesmo problema consiste no fato de Marx, em O Capital, ter conferido à sua crítica econômica um significado mais profundo e mais geral, ao reduzir todas as outras categorias econômicas ligadas à alienação ao caráter fetichista da mercadoria. E verdade que, mesmo assim, o ponto-chave do ataque crítico ... continua sendo o desmascaramento da forma mais marcante que a auto-alienação humana assume como auto-alheamento direto do homem no âmbiro das relações entre ‘trabalho assalariado e capital’. Mas este fetichismo específico da mercadoria força de trabalho ... aparece nesta última versão da teoria econômica ... apenas como forma derivada daquele fetichismo geral que já está contido na própria forma da mercadoria... Só pelo fato de ter desmascarado todas as categorias econômicas como um único grande fetiche, Marx ultrapassou realmente todas as formas e fases da economia burguesa e da teoria social... Mesmo seus melhores exponentes permanecem presos no mundo da aparência burguesa ou nele recaem, por nunca terem conseguido dissolver criticamente, juntamente com as formas derivadas” [desmascaramento do fetiche do ouro e da prata, das rendas produzidas pela terra, dos juros como elemento do lucro, da renda como excedente das taxas de lucro médio] “aquela forma mais geral do fetichismo econômico, que aparece na forma de valor do produto do trabalho como mercadoria e nas relações de valor das próprias mercadorias”. Korsch, op. cit., vol. II, pp. 53-57.25
[X 8, 2]
5 Cf. O Capital, trad. Barbosa e Kothe, vol. I/1, p. 140. (w.b.)
11 Cf. op. cit, pp. 51 e 75. (w.b.)
12 Cf. op. cit, p. 61. (w.b.)
13 Cf. op. cit, p. 72. (w.b.)
14 Cf. op. cit, p. 67. (w.b.)
15 Cf. op. cit, p. 61. (w.b.)
16 Cf. op. cit, p. 73. (w.b.)
17 Cf. op. cit, pp. 76-77. (w.b.)
18 Cf. a tese XI de W. Benjamin, “Über den Begriff der Geschichte”, GS I, 698-699; Teses, p. 100 (w.b.)
19 Benjamin cita de memória. Cf. Friedrich Schiller, Sämtliche Werke, ed. org. por G. Fricke e H. G. Göpfert, vol, I, Munique, 1965, p. 303: “Auch in der sittlichen Welt ist ein Adel; gemeine Naturen / Zahlen mit dem, was sie tun, schõne mit dem, was sie sind.” (R.T.)
20 Cf. O Capital, trad. Barbosa e Kothe, vol. I/1, p. 157. (w.b.)
21 Karl Korsch, Karl Marx, ed. org. por Götz Langkau, Frankfurt a. M., 1967, p. 93. (R.T.)
22 Korsch, 1967, p. 89. (R.T.)
23 Cf. Dante Alighieri, Divina Comédia: O Inferno, canto III, verso 9: "Lasciate ogne speranza, voi ch’intrate”. — W. Benjamin, GS IV, 146; OE II, p. 67; parece que Benjamin está se referindo às placas de proibição. (R.T.; E/M)
24 Korsch, 1967, p. 98. (R.T.)
25 Op. cit, pp. 97 e 99-100. (R.T.)
26 Op. cit, pp. 115-116. (R.T.)
BENJAMIN,
Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin;
edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi
Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain
Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice
Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo;
pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução
à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG;
São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

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