[...]
George Sand, para quem o amor conduzirá à união das classes, compreende esta questão da seguinte maneira: “Um jovem de baixa condição, mas genial e belo, umu-se a uma bela, e perfeita jovem: eis as classes fundidas... Lémor, do Meunier d’Angibault, heróico artesão, recusa a mão de uma viúva patrícia, porque ela é rica ... e a viúva alegra-se com o incêndio que a arruina, e faz cair o último obstáculo entre ela e seu amante.” Charles Brun, Le Roman Social en France au XIXe Siécle, Paris, 1910, pp. 96-97.[U 13a, 8]
Enfantin pressupunha constituições físicas (e também doenças) bem diferentes em padres, artistas, comerciantes etc.
[U 13a, 9]
[E The Man of the Crowd, de Edgar Allan Poe]
[...]
Augustin Thierry, um “filho de criação” de Saint-Simon. Segundo Marx, ele “descreveu muito bem ... como, logo de início, pelo menos desde o desenvolvimento das cidades, a burguesia francesa ganha uma grande influência pelo fato de constituir-se como parlamento, burocracia etc., e não como na Inglaterra, somente através do comércio e da indústria”. Karl Marx a Friedrich Engels, Londres, 17 de julho de 1854 [Karl Marx e Friedrich Engels, Ausgewählte Briefe, ed. por V. Adoratskij, Moscou-Leningrado, 1934, p. 60].
[U 16a, 1]
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin;
edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi
Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain
Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice
Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo;
pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

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