O elemento mistagógico acentuou-se na organização mais rigorosa das sociedades secretas após 1835. [...] Cf.Ch.Benoist, “L’homme de 1848”, parte I, Revue des Deux Mondes, 1 jul 1913, <pp 159-161>.
[V 5, 8]
[...]
Os conspiradores de 1850 tinham concepções rigorosamente clássicas e eram inimigos ferrenhos do Romantismo. Blanqui manteve-se fiel a este tipo durante toda a sua vida.
[V 8, 3]
[...]
<fase tardia>
[...]
Com estas palavras, Marx resume uma caracterização detalhada da Sociedade do 10 de Dezembro enquanto organização do lupemproletariado: “em suma, toda essa massa indefinida, desintegrada, flutuante, que os franceses chamam bohème”. Karl Marx, Der achtzehnte Brumaire des Louis Bonaparte, ed org por D.Rjazanov, Viena-Berlin, 1927, p 73.13
[V 10, 1]
13 A Sociedade do 10 de Dezembro foi fundada por Luís Napoleão em 1849 (como Marx escreve na frase imediatamente anterior), sob o pretexto de uma associação beneficente; cf V 6, 3. Em 10 de dezembro de 1848, Napoleão tinha sido eleito Presidente da República. (E/M).
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin;
edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi
Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain
Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice
Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo;
pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

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