<L°, 2>
“O sobrenatural não me inspira. Não faço senão contemplar o mundo exterior; minhas obras são verdadeiras não importa o que se diga.” Odilon Redon.
<L°, 3>
[...]
Stahr relata que o primeiro dançarino de cancan do Bal Mabille, um certo Chicard, dança sob a vigilância de dois agentes da polícia, cuja única função é vigiar a dança deste único homem. [cf. O 4, 2]
<L°, 8>
[...]
Sobre Redon: “Enfim e sobretudo indiferente ao efeito móvel e passageiro, por mais sedutor que seja, é a própria essência da vida, como uma alma profunda, que ele quer dar às suas flores.” André Mellerio, Odilon Redon, Paris, 1923, p. 163.
<L°, 10>
Projeto de Redon: ilustrar Pascal.
<L°, 11>
Apelido de Redon após 1870, no salão de Mme de Rayssac: O príncipe dos sonhos.
<L°, 12>
As flores de Redon e o problema da ornamentação, principalmente no haxixe. Mundo das flores.
<L°, 13>
[...]
Passagens como templos do capital mercantil. [cf. A 2, 2]
<L°, 28>
Passage des Panoramas, antes: Passage Mirès. [cf. A1a, 2]
<L°, 29>
Nos domínios de que tratamos aqui, o conhecimento existe apenas em lampejos. O texto é o trovão que segue ressoando por muito tempo. [cf. N 1, 1]
<L°, 30>
[...]
A necessidade de sensação como vício supremo. A associar com dois dos sete pecados capitais. Quais? A profecia de que os homens se tornariam cegos por excesso de luz elétrica e desvairados pela velocidade da transmissão das notícias. [cf. B 2, 1]
<L°, 32>

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