12.6.26

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<fase média>
[...] 
“Acreditem, o vinho das barreiras salvou de muitos abalos as estruturas governamentais.” Edouard Foucaud, Paris Inventeur: Physiologie de lIndustrie Française. Paris, 1844, p. 10.
[a 7a, 4]
[...] 
Lamennais e Proudhon queriam ser enterrados em uma vala comum. (Delvau, Heures Parisiennes, Paris, 1866, pp. 50-51).
[a 7a, 7] 
[...]
A questão dos operários, assim como a questão dos pobres, colocou-se logo na porta de entrada da Revolução. Como os filhos das famílias de operários e artesãos não conseguiam suprir a demanda da indústria voraz pelo trabalho, partiu-se para a mão-de-obra das crianças órfãs... A exploração industrial da criança e da mulher ... é uma das conquistas mais gloriosas da filantropia. Também a alimentação de baixo custo para os operários, como meio de diminuir seus salários, foi uma das idéias filantrópicas preferidas dos donos de fábricas e dos economistas do século XVIII... Quando os franceses estudarem a Revolução com fria serenidade e sem preconceitos de classe, constatarão que as idéias que contribuíram para sua grandeza vieram da Suíça, onde a burguesia já tinha se apossado do poder: foi a partir de Genebra que A. P. de Candolle introduziu as chamadas ‘sopas econômicas’ ... que fizeram furor em Paris durante a Revolução... Até mesmo Volney, sempre tão seco e impassível, não conseguia conter a emoção ao ver esta associação de homens de posição respeitável empenhados em cuidar de um caldeirão de sopa fervente.” Paul Lafargue, “Die christliche Liebestätigkeit”, Die Neue Zeit, XXIII, n° 1, Stuttgart, pp. 148-149.
[a 8a, 1]
“Basta que três homens estejam na rua conversando sobre salários, que eles peçam ao empresário, enriquecido graças ao trabalho deles, um pequeno aumento, e o burguês logo se assusta, grita, chama pela polícia... A maior parte dos governos ... especulou sobre esse triste progresso do medo... Tudo o que posso dizer é que ... nossos grandes Terroristas’ não eram absolutamente homens do povo, mas burgueses, nobres, espíritos cultivados, sutis, bizarros, sofistas e escolásticos.” J. Michelet, Le Peuple, Paris, 1846, pp. 153-154.
[a 8a, 2]
 
BENJAMIN, Walter (1892-1940). Passagens / Das Passagen-Werk / Walter Benjamin; edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron; tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo; pósfácios Willie Bolle e Olgária Chain Féres Matos; introdução à edição alemã (1982) Rolf Tiedemann. — Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009. 

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